<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-2033866584952083513</id><updated>2012-02-17T02:24:41.164-02:00</updated><category term='festas'/><category term='claudio botelho'/><category term='privada'/><category term='Bitcoin'/><category term='avenida q'/><category term='gratis'/><category term='peça. musical'/><category term='moradores de rua'/><category term='ficção'/><category term='comércio ilegal'/><category term='musicais'/><category term='OcupaRio'/><category term='exterminador do futuro'/><category term='trono'/><category term='OcuppyWallStreet'/><category term='oi casa grande'/><category term='guerra'/><category term='heroes'/><category term='maquinas'/><category term='filmes'/><category term='sarjeta'/><category term='baixando'/><category term='Ouro'/><category term='facebook'/><category term='peruanos'/><category term='produtores'/><category term='realidade'/><category term='chão'/><category term='lost'/><category term='orkut'/><category term='http://3.bp.blogspot.com/-kX3A5ry-ePc/Tq6XR6R3cqI/AAAAAAAAAII/mY3Bptj22ig/s1600/briga2.jpeg'/><category term='megaprodução'/><category term='Primavera Árabe'/><category term='homem'/><category term='despertar da primavera'/><category term='central do brasil'/><category term='Simone Vidal'/><category term='Política'/><category term='orquestra'/><category term='Banco Central'/><category term='24 horas'/><category term='0800'/><category term='Música'/><category term='hairspray'/><category term='sincronia'/><category term='perspectiva'/><category term='matrix'/><category term='flickr'/><category term='legendas'/><category term='maestro'/><category term='redes sociais'/><category term='charles moeller'/><category term='series'/><category term='restaurante popular'/><category term='Skinheads'/><category term='miguel falabella'/><category term='futuro'/><title type='text'>Outro Lado</title><subtitle type='html'>Blog de Jornalismo Alternativo da UCAM - Tijuca</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://otld.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2033866584952083513/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://otld.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2033866584952083513/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Renan Barreto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09322322998433085146</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Mf0l9PmNuc0/S41OEGfvL4I/AAAAAAAADZQ/992rHbw58u4/S220/RENAN.JPG'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>179</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2033866584952083513.post-944790198209899496</id><published>2011-12-04T21:30:00.001-02:00</published><updated>2011-12-04T21:30:29.366-02:00</updated><title type='text'>Notas</title><content type='html'>Meninos,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;como tenho de colocar as notas agora até à noite, vou só postar as notas das matérias. Amanhã, pela manhã, na faculdade, deixarei meus comentários, ok? Obrigada pela compreensão.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2033866584952083513-944790198209899496?l=otld.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://otld.blogspot.com/feeds/944790198209899496/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2033866584952083513&amp;postID=944790198209899496&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2033866584952083513/posts/default/944790198209899496'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2033866584952083513/posts/default/944790198209899496'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://otld.blogspot.com/2011/12/notas_04.html' title='Notas'/><author><name>Renata Feital</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18317840721441913004</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2033866584952083513.post-5166463453934726323</id><published>2011-12-04T21:10:00.000-02:00</published><updated>2011-12-04T21:10:58.582-02:00</updated><title type='text'>Independência também por fazer sucesso</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-w09waRpbKl8/TtGRM-_CZQI/AAAAAAAAACo/2WjbhkBF1VQ/s1600/Banda.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5679480257342760194" src="http://1.bp.blogspot.com/-w09waRpbKl8/TtGRM-_CZQI/AAAAAAAAACo/2WjbhkBF1VQ/s400/Banda.jpg" style="cursor: hand; float: right; height: 268px; margin: 0px 0px 10px 10px; width: 400px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-kXzgDCC8Dds/TtGRMjkUOcI/AAAAAAAAACY/A6fWZrmu4F8/s1600/Peter.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5679480249982925250" src="http://2.bp.blogspot.com/-kXzgDCC8Dds/TtGRMjkUOcI/AAAAAAAAACY/A6fWZrmu4F8/s400/Peter.jpg" style="cursor: hand; float: right; height: 400px; margin: 0px 0px 10px 10px; width: 368px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Pedro tem 25 anos, é um típico estudante carioca do 6° período de letras, da UFRJ. &lt;br /&gt;João veio da Paraíba para o Rio de Janeiro em busca de uma oportunidade melhor de vida. Ele tem 27 anos e mora em um quarto e sala, na Lapa, região tradicionalmente conhecida pela burguesia carioca durante a noite e habitada por estudantes de fora do estado. &lt;br /&gt;Henrique Cardoso, é assim que ele é chamado na faculdade, no trabalho, no diretório do partido do PT e em casa. Ele é conhecido assim por estar nas listas de das melhores festas da noite carioca.&lt;br /&gt;Pedro, João e Henrique Cardoso não são amigos mas se encontram sempre num momento do dia: Todas as manhãs de segunda-feira a sexta-feira na mesma universidade – apesar de seguirem cursos diferentes - e nas festas. É impossível fazer qualquer tipo de relação entre seus gostos e afirmam que a vida os levou até ali. Porém, existe uma afinidade entre eles: Um gosta de rock, o outro prefere Jazz e o outro canta música popular brasileira para contribuir à renda mensal mas todos amam a música.&lt;br /&gt;João é o mais desfavorecido economicamente e perceptivelmente mais esforçado do que Pedro que ainda mora com os pais e do que Henrique Cardoso que é “filinho de papai”. Pedro e João se apresentam de quinta-feira a domingo porque precisam do cachê mas, Henrique Cardoso, se reservou ao direito de fazer uma apresentação por semana pelo simples prazer de cantar para o público.&lt;br /&gt;João chega a tocar em quatro lugares diferentes e conseguiu gravar um CD como também Pedro e Henrique Cardoso. Todos acreditam em um sucesso que esta para chegar, mas não até agora. Henrique Cardoso chegou a investir as economias que fez durante seis meses para produzir seu CD. A banda de Pedro pagou 60% do valor para gravá-lo e os pais pagaram o restante. O grupo musical de João não conseguiu fazer tudo de uma vez e demorou quase um ano atrás de patrocínio para finalizar o CD. &lt;br /&gt;Eles querem conquistar fama, dinheiro, sucesso e conseguir a “tão óbvia estabilidade financeira” através da música. Muitos outros “sonhadores do canto” deste Brasil lutam insistentemente por viver somente de música, mas poucos alcançam o sucesso. Outros desistem quando se dão conta que tudo o que tinha foi investido na carreira que acaba não deslanchando. O que conseguem é perder tudo e, muitas vezes, ainda ficam com dívidas por saldar. &lt;br /&gt;Pedro tem uma herança que recebeu da avó, mas não mexeu nesta poupança. &lt;br /&gt;- Só com uma pequena economia eu consigo não gastar o dinheiro que minha avó deixou, manter os meus estudos e poder seguir o meu sonho. O dinheiro que ainda tenho guardado, fica para comprar coisas que vou precisar quando sair da casa dos meus pais” diz ele.&lt;br /&gt;Existem alguns casos em que grupos musicais conseguem alcançar a fama de forma repentina sem grandes esforços e tornam-se exceções que só existem para confirmar a regra.&lt;br /&gt;Um bom exemplo disto é o novo cantor sertanejo de 20 anos, Luan Santana. O adolescente estourou nas paradas de sucesso e hoje é considerado um ícone da nova música pop-sertaneja do país. Aonde se apresenta arrebata multidões e seus discos vendem mais do que clássicos da música sertaneja tradicional que já tem seu trabalho reconhecido pelo público e crítica desde a década de 70.&lt;br /&gt;Uma outra dupla que também chegou às paradas do sucesso de forma repentina é Zezé de Camargo e Luciano. Eles deixaram o interior do país, a família, suas casas e as terras de onde retiravam o pouco dinheiro que sustenta a família para tentarem realizar o sonho de se tornarem profissionais da área da música nas capitais do país. Passaram muitas dificuldades mas conseguiram firmar-se no mercado da música sertaneja tradicional tornando-se, não só campeões de venda do segmento, mas também tendo o seu trabalho reconhecido pela crítica especializada como Arte e não somente música comercial e descartável.&lt;br /&gt;A cantora baiana Ivete Sangalo foi durante algum tempo Crooner de uma banda de Axé Music. Decidiu arriscar a sorte em carreira solo e, por ter tido a capacidade de reinventar-se e dar uma nova roupagem a um segmento aonde antes atuava como mera repetidora de movimentos e ritmos, conseguiu firmar-se hoje como uma artista de voz firme, agradável e afinada e que ousou incorporou hits “lentos” da música pop nacional ao universo antes fechado da Axé Music. Quem antes de Ivete Sangalo alçar carreira solo, havia escutado falar de Adão e Eva sem mencionar as suas partes íntimas e a sexualidade na música baiana?&lt;br /&gt;Até que a fama não faça parte da rotina de Pedro, João e Henrique Cardoso, eles seguem tentando fazer sucesso independente em diversas partes do Rio de Janeiro. &lt;br /&gt;Um grande destaque que conseguiu sucesso rápido, pulando algumas etapas essenciais a consolidação da imagem e que permitiria a avaliação da qualidade do seu trabalho, é a Stefhany, uma menina do nordeste do país que empolgou multidões cantando “– O meu Crossfox, eu vou curtir”. Ela começou a sua “carreira” meteórica quase como uma brincadeira divulgando seu único trabalho de sucesso no You Tube. Chegando até ganhar um carro da Volkswagem por estar fazendo merchan “não intencional” e beneficiando a multinacional.&lt;br /&gt;Seguiu desfrutando seus “quinze minutos de fama”, caiu no ostracismo e está de volta a sua cidade natal sem nenhuma atenção da mídia; tentando ainda em vão emplacar um novo sucesso embalado pela falsa idéia de talento adquirida no pouco tempo em que freqüentou os programas de televisão e pode escutar seu hit sendo tocado nas rádios das 05 regiões do Brasil.&lt;br /&gt;Porém existem alguns exemplos que seguem uma árdua batalha por espaços na mídia para divulgar os seus trabalhos e conseguem, através dos próprios esforços, sobreviver com a comercialização de suas músicas sem a ajuda dos grandes meios de comunicação. Em algumas festas não comerciais que acontecem nas capitais e nas regiões metropolitanas do país, as atrações principais são estes grupos comumente chamados de Bandas Independentes. Eles conseguiram conquistar a atenção de muitas pessoas através do seu continuo esforço para divulgar o seu trabalho através das redes sociais, sites de relacionamentos e blogs .&lt;br /&gt;Há 5 anos, a banda Nova Estado vem trilhando um caminho de tentativas. Seus músicos conseguiram emplacar músicas de sua autoria, fortalecer seu relacionamento com os fãs. Hoje, são cerca de 15 shows mensais aonde apresentam 5 músicas próprias além dos hits que sempre agradam ao público, atraindo, aproximadamente, 100 pessoas por shows.&lt;br /&gt;- O público que tem vindo nos assistir tem aumentado bastante” – comenta Peter Reis, baterista do grupo.&lt;br /&gt;O baterista ainda se espanta com o empenho dos fãs em ajudar a divulgar os trabalhos da banda. &lt;br /&gt;– Nós mostramos nosso trabalho no ORKUT, MSN, FACEBOOK, Spicy e os Caras acompanham e ajudam a divulgar a nossa Banda. Além de, claro, freqüentarem os nossos shows. É gratificante ver tudo isto acontecendo. Nossa banda conseguiu este espaço à custa de muita dedicação e trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O baterista também afirma que o retorno é satisfatório.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Não é só “pagar” para estar na mídia. O esforço de todos é fundamental para que possamos estar em evidência e mostrar o nosso trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não há como mensurar o tempo que cada banda vai permanecer em evidência, mas, seus nomes devem ficar ao menos marcados na história daquela região.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2033866584952083513-5166463453934726323?l=otld.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://otld.blogspot.com/feeds/5166463453934726323/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2033866584952083513&amp;postID=5166463453934726323&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2033866584952083513/posts/default/5166463453934726323'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2033866584952083513/posts/default/5166463453934726323'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://otld.blogspot.com/2011/12/independencia-tambem-por-fazer-sucesso.html' title='Independência também por fazer sucesso'/><author><name>Anderson Gaieski</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08347248569483410255</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_s4DHlhsBk_k/S4_HTWgr4mI/AAAAAAAAAAw/Z7pOgGpZN_c/S220/OgAAADis8q9rYRvRAG3NMxqLf22lyTMa1V7o4MR-1r0i9IsGxBVOZGkQPU9ci6qoNXvnj2gJyqrgZ2dZSETPHLRt36UAm1T1UICyQFSVUTdrDYYHheUexR16SQHL.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-w09waRpbKl8/TtGRM-_CZQI/AAAAAAAAACo/2WjbhkBF1VQ/s72-c/Banda.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2033866584952083513.post-197150973766581817</id><published>2011-12-04T20:56:00.000-02:00</published><updated>2011-12-04T20:56:01.166-02:00</updated><title type='text'>Pega, por favor</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5680035289113050930" src="http://2.bp.blogspot.com/-hPsKPGsCJII/TtOKAFdEPzI/AAAAAAAAAT8/60budvXeinM/s320/IMG_0972.JPG" style="cursor: hand; display: block; height: 320px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 239px;" /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;Bruna Iannelli e Rodrigo Menezes&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Por Bruna Iannelli &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Praça Saens Peña, meio-dia, sol a pino, centenas de pessoas circulando pelo vasto comércio da região. Aliás, é essa grande variedade de lojas que dá origem ao tema dessa reportagem: os planfeteiros de plantão. Chova ou faça sol.&lt;br /&gt;A concorrência entre as lojas faz com que muitos comerciantes recorram a uma mãe-de-obra barata para fazer propaganda. Os planfeteiros são aquelas pessoas que destribuem na rua pequenos folhetos com propaganda de lojas ou serviços.&lt;br /&gt;Adair faz propaganda de um sexshop há dois anos. Além de distribuir os planfetos, ele usa um colete com o nome do estabelecimento:&lt;br /&gt;– É um trabalho muito casativo. E é chato quando você entrega o papel e vê a pessoa amassando e jogando no chão.&lt;br /&gt;– E qual é o seu ritmo de trabalho? – perguntei.&lt;br /&gt;– Eu chego às 9h, que é quando o comércia abre, e só vou embora lá para as 6 ou 7h da noite.&lt;br /&gt;Samantha, 18 anos, faz propaganda de uma loja que compra ouro. Ela diz que tem que distribuir 200 folhetos por dia.&lt;br /&gt;– É difícil. As pessoas desviam da gente. E a gente não pode ir embora enquanto não distribuir tudo. Mas eu sou esperta e descobri um jeito de acabar mais rápido. Não conta para o meu chefe, hein. Eu entrego dois ou três juntos para cada pessoa – confessou Samantha sussurando em meu ouvido.&lt;br /&gt;– E você não tem medo do seu chefe descobrir?&lt;br /&gt;– De vez em quando vem alguém verificar se estamos entragando direitinho. Eu sou esperta e fico atenta pra quando a pessoa chegar, eu entregar um papel por vez. Mas de qualquer maneira, é muito difícil ele perceber porque a gente entrega os dois juntinhos, parece que só tem um mesmo.&lt;br /&gt;Como ela se considera muito esperta, perguntei se estava estudando ou pretendia fazer algum curso profissionalizante.&lt;br /&gt;– Estou terminando a escola. Estou no 8º ano e pretendo fazer algum curso sim. Só não sei ainda de quê, talvez de cabeleleira ou manicure, mas o que eu conseguir está ótimo. Só estou aqui porque preciso ajudar em casa. Meu pai sofreu um acidente e minha mãe não dá conta de tudo.&lt;br /&gt;Samantha já trabalhou distribuindo propaganda de construtoras e até se vestiu de palhaça (ao pé da letra) para chamar a atenção dos motoristas que passavam na Av. das Américas, na Barra da Tijuca, para a inauguração de um novo condomínio no bairro. No período eleitoral aparecem mais oportunidades, porque os candidatos precisam de divulgação para a Campanha:&lt;br /&gt;– Quando chega perto das eleições, dá para tirar um dinheiro bom, mas a gente não tem sábado, domingo, nem feriado, é só trabalho.&lt;br /&gt;– E você é fiel a algum Partido?&lt;br /&gt;– Eu sou fiel a quem me paga mais. Teve um ano que de manhã eu distribuía folheto dos candidatos de um partido e de tarde de um outro partido.&lt;br /&gt;– E eles não descrobriam?&lt;br /&gt;– E se descrobrissem? Eu estava fazendo meu trabalho, eu não era de partido nenhum!&lt;br /&gt;Perguntei o que mais incomodava no trabalho.&lt;br /&gt;– A gente não tem água para beber, banheiro, nada. Se a gente quiser alguma coisa temos que comprar com nosso dinheiro. E para ir ao banheiro, negociamos com o restaurante aqui do lado pra ele liberar a gente pra fazer nossas necessidades. E também, não tem dia ruim, é na chuva, no sol, não tem jeito, tem entregar todos os papéis.&lt;br /&gt;– E o que é bom no trabalho?&lt;br /&gt;– É conhecer pessoas, falar com todo mundo que trabalha aqui na rua, não precisar ficar numa sala fechada.&lt;br /&gt;– O que você diria para as pessoas que passam pela rua?&lt;br /&gt;– Peguem nossos panfletos. Depois de ler, podem jogar fora se não interessar, mas ajudem a gente, por favor!&lt;br /&gt;Enquanto eu conversava com a Samantha, percebi que muito poucas pessoas pegavam o papel. Por mais que ela se esforçasse em colocar bem perto da mão dos pedestres, eles se esquivavam e a ignoravam. Em 10 tentativas da trabalhadora, com direito a sorriso e a um “boa tarde!”, apenas três pessoas pegaram, e uma respondeu ao “boa tarde!”.&lt;br /&gt;Os pedestres que circulam pela Praça Saens Peña têm opiniões variadas sobre os panfleteiros. Maria Aparecida, moradora da Tijuca, é dona de casa e nunca aceita as propagandas:&lt;br /&gt;– Olha como fica a calçada: cheia desses papéis. É uma sujeira! Se ninguém aceitasse pegar, eles parariam de destribuir. O mesmo eu digo sobre aqueles vendedores de balas no sinal, que atrapalham o trânsito. Eles estão ali porque alguém compra a bala deles. As pessoas reclamam, mas não fazem nada pra eles pararem.&lt;br /&gt;Já a Julia, aluna do Instituto de Educação, diz que não se importa, e às vezes pega os panfletos.&lt;br /&gt;– Eles estão fazendo o trabalho deles. Quem joga o papel no chão não são eles, são os pedestres.&lt;br /&gt;Maicon já foi panfleteiro. Hoje trabalha como boy em um Banco da Praça Saens Peña:&lt;br /&gt;– É um trabalho duro, mesmo. Ficar o dia inteiro ali no sol, vendo as pessoas se esquivando de você não é fácil. Eu respeito o trabalho deles porque já passei por isso.&lt;br /&gt;A maioria das pessoas que faz esse tipo de trabalho não tem carteira assinada ou qualquer vínculo empregatício. É um tipo de serviço que se presta de maneira informal. O contrato, muitas vezes, é de boca com o empregador. Os contratados se dirigem ao estabelecimento, pegam os folhetos e vão para a rua para fazer a distribuição.&lt;br /&gt;A rotatividade é alta, pois geralmente esse serviço é considerado um “quebra-galho” depois de uma demissão ou enquanto a pessoa não encontra algo melhor. Percebemos, ainda, que os trabalhadores têm sonhos, e pretendem mudar de atividade o mais rápido possível. Laura é uma dessas pessoas. Há 3 meses perdeu o emprego de recepcionista em um consultório porque o médico se mudou de país, e ela resolveu não ficar parada enquanto não conseguisse uma outra colocação:&lt;br /&gt;– Eu estou estudando para o Vestibular, preciso pagar o cursinho, por isso não tive outra opção enquanto isso. Pretendo fazer Administração, e um dia quero ter o meu próprio negócio.&lt;br /&gt;Laura, assim como outros tantos jovens, sonham. E enquanto seus sonhos não se realizam, a vida precisa seguir em frente, e os caminhos vão sendo trilhados com sacrifícios e muita esperança.&lt;br /&gt;Isso pode ser visto em qualquer canto do Brasil, como a Praça Saens Peña, no Rio de Janeiro.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Créditos da foto: Bruna Iannelli&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2033866584952083513-197150973766581817?l=otld.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://otld.blogspot.com/feeds/197150973766581817/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2033866584952083513&amp;postID=197150973766581817&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2033866584952083513/posts/default/197150973766581817'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2033866584952083513/posts/default/197150973766581817'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://otld.blogspot.com/2011/12/pega-por-favor.html' title='Pega, por favor'/><author><name>Bruna Iannelli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16123912220866719610</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-hPsKPGsCJII/TtOKAFdEPzI/AAAAAAAAAT8/60budvXeinM/s72-c/IMG_0972.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2033866584952083513.post-5570119027078333056</id><published>2011-12-04T20:54:00.000-02:00</published><updated>2011-12-04T20:54:00.964-02:00</updated><title type='text'>Animais são amigos, não comida</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-GySdcGBVWzo/TtEpdENfT0I/AAAAAAAAACg/aahvYUj7TCc/s1600/vegetarianos.gif"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5679366184414170946" src="http://3.bp.blogspot.com/-GySdcGBVWzo/TtEpdENfT0I/AAAAAAAAACg/aahvYUj7TCc/s200/vegetarianos.gif" style="cursor: hand; display: block; height: 225px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 216px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"&gt;A palavra 'vegetariano' não é originária da base da alimentação vegetal, mas da expressão latina "&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;vegetus&lt;/span&gt;" que significa forte, vigoroso e saudável. Há quem simpatize com a causa, há quem a pratique, quem não coma carne e quem simplesmente não ligue para os pobres bichinhos indefesos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&lt;/span&gt;Mas por que uma pessoa decide seguir uma dieta restrita a tudo que fuja, esboce &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;reação&lt;/span&gt; de fuga ou sofrimento quando está vivo? &lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-weight: normal; mso-bidi-font-weight: bold;"&gt;Se animais matam outros animais para se alimentar, porque deveríamos agir de forma diferente?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"&gt;“Não é justo tirar a vida de um animal para alimentar uma pessoa, especialmente quando a vida dessa pessoa não depende da vida do animal.” &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&lt;/span&gt;- defende Júlia, vegetariana há 5 anos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"&gt;E a pobre alface, que no auge de sua vida é brutalmente arrancada da terra, isso não é errado?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"&gt;“Plantas não sentem dor pelo simples fato de não terem sistema nervoso nem nervos, é questão científica mesmo. Mas mesmo considerando que sim, eles sentem dor, quantos milhões de vegetais você mata ao comer um boi que cresceu comendo vegetais? Um boi leva, em média, 4 anos e meio para ser morto para alimentação, neste período ele consome muitos vegetais, concorda?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"&gt;Concordando ou não, a verdade é que cada vez mais me deparo com restaurantes que oferecem uma alimentação “do bem”, com alimentos a base de soja e produtos orgânicos, onde é possível fazer um prato saudável sem que para isso um bichinho tenha que ter sido morto de forma desumana. Isso prova que o números de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;protetores&lt;/span&gt; dos animais e adeptos ao &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;vegetarianismo&lt;/span&gt; está aumentando a cada dia. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"&gt;“Tenho muitos clientes que vêm ao meu restaurante a procura desses alimentos feitos com a proteína da carne vegetal. Temos sempre opções variadas que fazem muito sucesso entre os vegetarianos e os carnívoros também.” – explica Carlos, gerente do restaurante Cheiro Verde. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"&gt;E pesquisando um pouco sobre o assunto, o que não faltam são motivos para que cada vez mais apareçam novos praticantes do &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;vegetarianismo&lt;/span&gt;. Os médicos &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;apóiam&lt;/span&gt;. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"&gt;Quem não come carne tem 50% menos chance de desenvolver diabetes.&lt;br /&gt;Vegetarianos têm 40% menos &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;probabilidade&lt;/span&gt; de qualquer tipo de câncer&lt;br /&gt;Os não-vegetarianos têm 88% mais risco de ter câncer no intestino grosso&lt;br /&gt;Vegetarianos sofrem menos de hipertensão&lt;br /&gt;Vegetarianos costumam ter a imunidade maior, sendo menos atingidos por doenças oportunistas&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&lt;/span&gt;Na próxima vez em que você for comer um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;bifinho&lt;/span&gt;, um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;franguinho&lt;/span&gt; ou um peixinho, pense duas vezes. O sofrimento nos matadouros é tão inimaginável quanto a angústia dos peixes que sofrem uma morte cruel por asfixia. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"&gt;“Tempo virá em que os seres humanos se contentarão com uma alimentação vegetariana e julgarão a matança de um animal inocente como hoje se julga o assassínio de um homem”. &lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-weight: normal; mso-bidi-font-weight: bold;"&gt;Leonardo da Vinci&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2033866584952083513-5570119027078333056?l=otld.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://otld.blogspot.com/feeds/5570119027078333056/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2033866584952083513&amp;postID=5570119027078333056&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2033866584952083513/posts/default/5570119027078333056'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2033866584952083513/posts/default/5570119027078333056'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://otld.blogspot.com/2011/12/animais-sao-amigos-nao-comida.html' title='Animais são amigos, não comida'/><author><name>Juliana Tullii</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08551822928944057446</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-GySdcGBVWzo/TtEpdENfT0I/AAAAAAAAACg/aahvYUj7TCc/s72-c/vegetarianos.gif' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2033866584952083513.post-2043883723071506745</id><published>2011-12-04T20:48:00.000-02:00</published><updated>2011-12-04T20:48:12.270-02:00</updated><title type='text'>Copacabana macabra</title><content type='html'>Imagine Copacabana, um dos principais pontos turísticos do Rio, cartão postal da cidade, tomada por mortos-vivos, zumbis e personagens de filmes de terror. Estranho, não é mesmo? Mas quem passou por lá no feriado de finados pode conferir de perto o chamado “Zombie Walk”, uma marcha pública de pessoas vestidas como zumbis e maquiados a caráter que acontece em várias cidades de todo o mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Por que estão vestidos assim?”, perguntei a um”Freddy Krueger” que passava ao meu lado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- É uma forma diferente e descontraída de homenagear os mortos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segui o grupo para acompanhar de perto essa marcha macabra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Para onde vocês estão indo agora?&lt;br /&gt;- Vamos para o Arpoador ver o pôr-do-sol. ( não sabia que zumbis eram românticos)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante a caminhada, o que não faltava era sangue, rostos deformados, roupas mórbidas, maquiagens assustadoras e personagens que pareciam ter saído diretamente de um filme de terror. Entre eles, um morto-vivo que conseguiu “fugir” do hospital acompanhado por enfermeiras que seguravam o soro para ele. “Vim para festa mas não posso descuidar da saúde” brincou o “doente”.&lt;br /&gt;Tinha até um casal inspirado no filme “A noiva cadáver”. A noiva parecia ter sido atropelada por um caminhão, andava com as meias rasgadas, sangue nos braços e no rosto e cicatrizes pelo corpo.&lt;br /&gt;Enfim chegamos ao Arpoador, e olhando as pessoas, uma me chamou a atenção, era a Marina, a “zumbizinha” de apenas quatro anos que estava acompanhada dos pais e do irmão Lucas de seis anos. A família estava lá participando do evento por causa do menino que é fã do seriado “ The walking dead”. “Eu sou o policial que mata os zumbis”, assegurou o menino.&lt;br /&gt;Observava o Lucas com seu revólver imaginário tentando matar quem aparentemente já estava morto quando ouço uma salva de palmas, eram os zumbis comemorando o pôr-do-sol e mais uma edição da “Zombie walking” no Rio.&lt;br /&gt;O dia de finados é triste e monótono para muita gente, mas para mim foi um dia diferente e bem engraçado.&lt;br /&gt;Ano que vem estarei na marcha. Mas desta vez não como repórter, e sim como uma zumbi. Minha fantasia? Amy Winehouse. Que tal?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2033866584952083513-2043883723071506745?l=otld.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://otld.blogspot.com/feeds/2043883723071506745/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2033866584952083513&amp;postID=2043883723071506745&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2033866584952083513/posts/default/2043883723071506745'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2033866584952083513/posts/default/2043883723071506745'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://otld.blogspot.com/2011/11/copacabana-macabra.html' title='Copacabana macabra'/><author><name>Juliana Tullii</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08551822928944057446</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2033866584952083513.post-2911349293669799005</id><published>2011-12-04T20:45:00.000-02:00</published><updated>2011-12-04T20:45:19.092-02:00</updated><title type='text'>Liberdade</title><content type='html'>&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="Arial"&gt;Por Márcia Santos&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="TEXT-JUSTIFY: inter-ideograph; TEXT-ALIGN: justify" class="MsoNormal"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-JUSTIFY: inter-ideograph; TEXT-ALIGN: justify; mso-pagination: none; mso-layout-grid-align: none" class="MsoNormal"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;?xml:namespace prefix = o /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-JUSTIFY: inter-ideograph; TEXT-ALIGN: justify; mso-pagination: none; mso-layout-grid-align: none" class="MsoNormal"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-JUSTIFY: inter-ideograph; TEXT-ALIGN: justify; mso-pagination: none; mso-layout-grid-align: none" class="MsoNormal"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Por incrível que possa parecer o acaso e o encontro com uma antiga amiga de trabalho me levaram ao tema dessa matéria.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/font&gt;&lt;font class="Apple-style-span" size="3" face="Arial"&gt;Alguns dias atrás estive na biblioteca da UERJ, a &lt;/font&gt;&lt;font class="Apple-style-span" size="medium" face="Arial"&gt;procura de um livro para meu trabalho de conclusão de curso. Ao sair, deparei-me&lt;/font&gt;&lt;font class="Apple-style-span" size="medium" face="Arial"&gt;com uma antiga amiga que trabalhou há alguns anos no mesmo prédio em que eu trabalhava.&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="TEXT-JUSTIFY: inter-ideograph; TEXT-ALIGN: justify" class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify" class="MsoNormal"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" size="3" face="Arial"&gt;Ivone (vamos &lt;/font&gt;&lt;font class="Apple-style-span" size="medium" face="Arial"&gt;chamá-la assim para preservar sua identidade) na época era auxiliar de serviços gerais, nome politicamente c&lt;/font&gt;&lt;font class="Apple-style-span" size="medium" face="Arial"&gt;orreto para faxineira, no prédio onde trabalhei. Ficamos amigas quando meu aparelho de esquentar &lt;/font&gt;&lt;font class="Apple-style-span" size="medium" face="Arial"&gt;marmita quebrou. Como sou “cara de pau”, fui até a portaria para pedir aos porteiros uma ajuda. Ivone logo se prontificou a esquentar a &lt;/font&gt;&lt;font class="Apple-style-span" size="medium" face="Arial"&gt;minha marmita e levá-la na sala onde eu trabalhava. O tempo foi passando, não consertei minha “marmiquent” &lt;/font&gt;&lt;font class="Apple-style-span" size="medium" face="Arial"&gt;(nome do tal aparelho) e quando me vi já estava na cobertura almoçando com os porteiros, ascensoristas e claro, com Ivone. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify" class="MsoNormal"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" size="3" face="Arial"&gt;Durante quase quatro anos e muitos almoços, lanches e festas nas casas deles, afinal todos nós já havíamos virado amigos, não tinha percebido &lt;/font&gt;&lt;font class="Apple-style-span" size="medium" face="Arial"&gt;que Ivone tinha uma deficiência,&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify" class="MsoNormal"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" size="medium" face="Arial"&gt;não física ou moral, e sim uma deficiência social... ela não sabia ler e escrever. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify" class="MsoNormal"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" size="3" face="Arial"&gt;Enganou-me durante tanto tempo com o artifício de que estava sem os seus óculos ou que a letra era incompreensível e algumas outras desculpas.&lt;/font&gt;&lt;font class="Apple-style-span" size="medium" face="Arial"&gt;O engraçado é que nesses quatro anos de convívio não percebi que em momento algum ela usava óculos. Até que um dia, também pelo acaso, &lt;/font&gt;&lt;font class="Apple-style-span" size="medium" face="Arial"&gt;descobri que na verdade ela não sabia ler.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify" class="MsoNormal"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" size="3" face="Arial"&gt;Mas voltando ao meu reencontro casual, fiquei muito feliz em vê-la &lt;/font&gt;&lt;font class="Apple-style-span" size="medium" face="Arial"&gt;num local como aquele, mesmo sendo uma funcionária terceirizada e apesar de continuar trabalhando como auxiliar de serviços &lt;/font&gt;&lt;font class="Apple-style-span" size="medium" face="Arial"&gt;gerais, ela estava dentro de uma universidade, um local de letras e saber. Começamos a conversar e logo perguntei como ela foi &lt;/font&gt;&lt;font class="Apple-style-span" size="medium" face="Arial"&gt;parar ali e se finalmente já tinha perdido a vergonha e aprendido a ler e escrever. Foi aí que veio minha tristeza, ela continuava analfabeta. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify" class="MsoNormal"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" size="3" face="Arial"&gt;E claro, conseguiu aquela vaga usando do antigo artifício, “será que você pode me ajudar? Estou sem óculos e não consigo ler nada”. Depois de um longo &lt;/font&gt;&lt;font class="Apple-style-span" size="medium" face="Arial"&gt;papo fui embora, triste e frustrada com a história de Ivone.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify" class="MsoNormal"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" size="3" face="Arial"&gt;Depois desse reencontro foi em busca de informações para saber&lt;font style="mso-spacerun: yes"&gt; &lt;/font&gt;um pouco mais sobre o assunto e analisar a situação do &lt;/font&gt;&lt;font class="Apple-style-span" size="medium" face="Arial"&gt;analfabetismo no Brasil, fui atrás dos números que &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify" class="MsoNormal"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" size="medium" face="Arial"&gt;poderiam me atualizar e confesso que &lt;/font&gt;&lt;font class="Apple-style-span" size="medium" face="Arial"&gt;ficou assustada com o que vi.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify" class="MsoNormal"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" size="3" face="Arial"&gt;O último CENSO realizado, 2010, revelou que o Brasil tem quase 14 milhões &lt;/font&gt;&lt;font class="Apple-style-span" size="medium" face="Arial"&gt;de analfabetos, quase uma Bahia inteira de pessoas que não sabem ler ou escrever. E esse número só se refere as &lt;/font&gt;&lt;font class="Apple-style-span" size="medium" face="Arial"&gt;pessoas com 15 anos ou mais, se levarmos em conta que as crianças são alfabetizadas entre os 5 e 6 anos, não quero nem pensar &lt;/font&gt;&lt;font class="Apple-style-span" size="medium" face="Arial"&gt;quantos analfabetos temos então.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify" class="MsoNormal"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" size="3" face="Arial"&gt;A queda na taxa de analfabetismo tem sido muito lenta em 10 &lt;/font&gt;&lt;font class="Apple-style-span" size="medium" face="Arial"&gt;anos não chegou nem a 4%. O próprio presidente do IBGE, Eduardo Pereira Nunes, afirma que essa taxa "não cai tão rápido". O principal motivo p&lt;/font&gt;&lt;font class="Apple-style-span" size="medium" face="Arial"&gt;ara isso, diz Nunes, é a dificuldade da alfabetização de pessoas mais velhas. A medida que se avança na faixa etária o percentual vai &lt;/font&gt;&lt;font class="Apple-style-span" size="medium" face="Arial"&gt;aumentando absurdamente.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify" class="MsoNormal"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" size="3" face="Arial"&gt;Depois desse reencontro e os numeros com que me deparei, parti efetivamente &lt;/font&gt;&lt;font class="Apple-style-span" size="medium" face="Arial"&gt;para minha matéria e fui em busca de uma história de vida, mas queria uma história diferente da de Ivone e de outros milhares de brasileiros.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; FLOAT: left; HEIGHT: 240px; CURSOR: pointer" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5679390159010906130" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-T1pyL5dMLdY/TtE_QkixwBI/AAAAAAAAAQs/n5L4J-YGp_s/s320/imagem2.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-JUSTIFY: inter-ideograph; TEXT-ALIGN: justify; mso-pagination: none; mso-layout-grid-align: none" class="MsoNormal"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="Arial"&gt;&lt;font size="3" face="Arial"&gt;Cheguei num final de tarde, em pleno feriadão, na casa de Seu Francisco, em Guap&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-JUSTIFY: inter-ideograph; TEXT-ALIGN: justify; mso-pagination: none; mso-layout-grid-align: none" class="MsoNormal"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="Arial"&gt;&lt;font size="3" face="Arial"&gt;imirim. Uma casa bem simples, reboco caindo, a pintura deveria ser branca mas estava amarelada pelo barro e pelo tempo, a casa era de telha mas sem laje, no terreno muito mato, capim alto. O cachorro latia e pulava animadamente amarrado numa corda, dava boas vindas aos visitantes. E no ar, um cheirinho de café sendo passado na hora, delicioso!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;font class="Apple-style-span" size="medium" face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;font class="Apple-style-span" size="medium" face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;font class="Apple-style-span" size="medium" face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;font class="Apple-style-span" size="medium" face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;/font&gt;&lt;font class="Apple-style-span" size="medium" face="Arial"&gt;Seu Francisco, tem 87 anos, aposentado, foi “boia fria”, nome dado aos cortadores de cana, durante quase toda sua vida.&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" size="3" face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;font style="-webkit-text-decorations-in-effect: underline" class="Apple-style-span"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 320px; FLOAT: right; HEIGHT: 239px; CURSOR: pointer" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5679392022841633666" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-woRrXC-W4jg/TtFA9D2pq4I/AAAAAAAAAQ4/aw73Am84-Co/s320/Imagem1.jpg" /&gt;&lt;/font&gt;&lt;font class="Apple-style-span" size="medium" face="Arial"&gt;_ Nasci no interior da Bahia. Lá, naquele fim do mundo, só tinha cana de açúcar. É cana para todo o lado. Cresci num barracão dentro de uma fazenda. Meu pai e minha mãe eram cortadores de cana. Com uns 10 anos, eu já estava na “lida. Não sei o dia que nasci e meu registro de nascimento só foi feito quando saí da fazenda e fui para uma cidade pequena, lá por perto da fazenda mesmo, mas aí já era homem feito.&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify" class="MsoNormal"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" size="3" face="Arial"&gt;_ Antes disso o senhor nunca tinha saído de lá?&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify" class="MsoNormal"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" size="3" face="Arial"&gt;_ Não minha filha – responde ele carinhosamente.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify" class="MsoNormal"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" size="3" face="Arial"&gt;_ Mas o que o senhor fazia, como vivia, brincava com o quê? – disparei eu feito uma metralhadora.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify" class="MsoNormal"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" size="3" face="Arial"&gt;Seu Francisco dá uma pausa para servir o cafezinho acompanhado de um de bolo de milho, muito envergonhada pois detesto bolo de milho, aceitei o café e educadamente recusei o bolo dando a desculpa de que já tinha comido muito naquele dia.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify" class="MsoNormal"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" size="3" face="Arial"&gt;_ Bolo de milho dá “sustança” (sic) minha filha, você devia comer.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify" class="MsoNormal"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" size="3" face="Arial"&gt;Com um sorriso tão amarelo quanto o bolo, recusei novamente. Então, ele voltou a sua história.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify" class="MsoNormal"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" size="3" face="Arial"&gt;_ Eu não me lembro de brincar. Lá a gente acorda na escuridão. Minha mãe então acordava antes ainda, preparava uma garrafa de café e montava as “bóia”. A gente saia no escuro e subia no “pau de arara” (caminhão que transportava os trabalhadores). Pequeno, ficava o dia todo no canavial sentado junto com outras crianças. Assim que tive força para levantar o facão, comecei na lida também. A gente começava junto com o primeiro faixo do sol e só terminava quando o sol estava indo. Até que um dia, veio o pessoal do governo e tirou nós tudo da fazenda. Tinha lá umas 50 famílias. A gente vivia como escravo, foi o que falou o pessoal do governo. A gente trabalhava de sol a sol e tava sempre devendo ao patrão. Quando fui tirado de lá, já tinha mais de 30 anos, aí que tirei documento. Achei que tinha encontrado a liberdade. Continuei trabalhando no canavial, mas agora ía por temporada, São Paulo, Minas e ganhava meu dinheiro. Casei e tive dois filhos, mas minha família ficou pela vida. Uma hora não conseguia mais trabalhar na cana, achei que ía morrer de fome, foi quando me apareceu um trabalho aqui no Rio, era pra trabalhar em obra. Depois me aposentei e vim morar aqui.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify" class="MsoNormal"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" size="3" face="Arial"&gt;Curiosa com toda a história de Seu Francisco, pergunto como ele foi parar na escola.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify" class="MsoNormal"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" size="3" face="Arial"&gt;_ Eu sou da igreja e um padre que tinha aqui vivia dizendo que os adultos tinham que aprender a ler para não ser enrolado pelos espertos. Eu nunca liguei, achei que já estava velho para essas coisas. Até que um dia Seu Bastião falou que estava aprendendo as letras e que era muito bom. Resolvi então tentar aprender esse negócio.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify" class="MsoNormal"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" size="3" face="Arial"&gt;_ Quantos anos o senhor tinha na época? - pergunto eu.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify" class="MsoNormal"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" size="3" face="Arial"&gt;_ Isso foi outro dia menina. – responde ele numa gargalhada. – Ih, já ía meus 83 anos. Foi muito difícil, eu tô velho, não enxergo direito, ficava muito cansado. Mas aos pouquinhos fui me entendendo com as letras e conseguia organizar elas na minha cabeça.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify" class="MsoNormal"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" size="3" face="Arial"&gt;_ Mas o que foi aprender a ler para o senhor?&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify" class="MsoNormal"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" size="3" face="Arial"&gt;_ Minha filha depois que aprendi a ler nunca mais fiquei sozinho. Agora tenho sempre amigos aqui, leio até para as crianças pequenas e os livros também são meus companheiros. Mas o bacana de aprender a ler é que eu descobri de verdade o que era liberdade. Pensei que a liberdade tinha chegado quando me tiraram da fazenda e fui para a cidade, mas a liberdade chegou de verdade quando aprendi a ler. Não preciso da ajuda de ninguém.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify" class="MsoNormal"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" size="3" face="Arial"&gt;Quando Seu Francisco falou isso pensei logo em Ivone, e no “será que você pode me ajudar?”.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify" class="MsoNormal"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" size="3" face="Arial"&gt;Ah! E claro que na hora de ir embora, Seu Francisco pegou um pedaço de bolo embrulhou num pedaço de papel de pão e me deu para eu comer, afinal bolo de milho dá sustância.&lt;/font&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="Arial"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" size="21"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-JUSTIFY: inter-ideograph; TEXT-ALIGN: justify; mso-pagination: none; mso-layout-grid-align: none" class="MsoNormal"&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="Arial"&gt;&lt;font style="COLOR: black" color="#0e001" face="Arial"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-JUSTIFY: inter-ideograph; TEXT-ALIGN: justify; mso-pagination: none; mso-layout-grid-align: none" class="MsoNormal"&gt;&lt;font style="COLOR: black" color="#0e001" face="Arial"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;!--EndFragment--&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;font size="2"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;font size="2"&gt;*fotos - casebre feito de barro (Cristiano - Tiano); cortador de cana (Grupo Móvel 15a CRT)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;!--EndFragment--&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2033866584952083513-2911349293669799005?l=otld.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://otld.blogspot.com/feeds/2911349293669799005/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2033866584952083513&amp;postID=2911349293669799005&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2033866584952083513/posts/default/2911349293669799005'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2033866584952083513/posts/default/2911349293669799005'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://otld.blogspot.com/2011/12/liberdade.html' title='Liberdade'/><author><name>Marcia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14493789075600266849</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-T1pyL5dMLdY/TtE_QkixwBI/AAAAAAAAAQs/n5L4J-YGp_s/s72-c/imagem2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2033866584952083513.post-564386873022992460</id><published>2011-12-04T20:38:00.001-02:00</published><updated>2011-12-04T20:39:05.809-02:00</updated><title type='text'>Bares Tijucanos</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por Yuri Felipe&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Como é bom o clima de um bar no Rio de Janeiro, ainda mais se esse bar se localizar na Tijuca, o tradicional bairro já é conhecido por seus bares espalhados por cada esquina, mas como são os bares mais simples? Fui em busca dessa “verdade” para encontrar a identidade dos lugares mais simples. Passei em bares com características muito diferentes, apesar de serem em lugares próximos.&lt;/div&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5680203665258694722" src="http://3.bp.blogspot.com/-ZfY4LW_ty28/TtQjI3edyEI/AAAAAAAAARc/abzOP6ijhxI/s320/PQAAAK0YJ1pDtEG1oIYDe6uTWo9ZScv8hsVYzqz350AHeA15OinNflq-sBTYwmEgSwviN9pMe6Cfonj3-Bpbnd8k_JYAm1T1UPpAC507dWa9gFaYckS7vActOZet.jpg" style="cursor: pointer; float: left; height: 240px; margin: 0px 10px 10px 0px; text-align: justify; width: 320px;" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Começando pelo Bar do Momo, esquina da Rua Uruguai com Espírito Santo Cardoso, um ambiente muito familiar e com um clima de amizade entre os freqüentadores. Passar uma tarde de domingo &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&lt;/span&gt;por ali se assemelha a passar uma tarde na casa da sua avó. É um lugar que se pode ir de camisa, bermuda e chinelo de dedo, o que importa ali não é o que você veste e sim se o seu copo está cheio. Com as mesas na calçada o bar, é só parar por umas 2 horas e começar a conversar que você ganha um novo amigo de infância. O garçom Saddan é uma das figuras marcadas do bar, há mais de 10 anos trabalhando no local ele já adotou o apelido como nome, apelido ganho pelos fregueses do local. O Bar do Momo tem um ilustre freqüentador, Aldir Blanc, um dos maiores compositores da musica popular brasileira, frequenta o local com toda sua família. Mas a grande referencia do bar é o dono Antonio Carlos, conhecido por todos ali como Toninho, se alterna em servir, beber um copo de cerveja com os amigos, jogar uma conversa fora com alguém que passa na rua, com muita simpatia ele é uma das virtudes do bar.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;O Bar do Pinto na Rua Conde Bonfim, depois da Rua Uruguai já tem um clima diferente, um lugar um pouco mais refinado, com um clima mais formal. Em frente a Candido Mendes o bar já é quase que um anexo da faculdade. Por terem muitos freqüentadores da faculdade o bar tem muitos jovens entre seus clientes. O Bar ainda é novo, tem apenas três anos, mas já é bem conhecido pelas redondezas. Os funcionários trabalhando de uniforme é outra coisa que deixa o lugar um pouco mais de sofisticação. Quem me chamou muita atenção foi o garçom Claudio, muito simpático e comunicativo é sempre cumprimentado quando chegam ao local. Não tem um estilo que me agrade muito já que um bar tem que ter a simplicidade como característica básica, mas é um bom lugar pra se parar numa quinta a noite.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Por ultimo o Cotidiano, na esquina da Rua Espírito Santo Cardoso com Garibaldi, depois da 19° DP. Consegue misturar sofisticação e simplicidade, ali se encontram famílias, grupos de amigos, gente que quer só tomar uma cerveja de chinelo, mas em nenhum momento um “agride” o outro. Fui servido por Cláudio, com muita simpatia ele servia a mesa, chegou até a ser aplaudido em um momento tirando risada de todos no bar.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&lt;/span&gt;Mas o ponto em comum de todos eles é sem duvidas o futebol, em todos os bares que eu parei pra fazer essa matéria não tinha outro assunto que dominasse tanto uma roda. Os frequentadores são conhecidos por seus times, e na hora do jogo os bares lotam de fregueses e curiosos pra acompanhar as partidas. &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2033866584952083513-564386873022992460?l=otld.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://otld.blogspot.com/feeds/564386873022992460/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2033866584952083513&amp;postID=564386873022992460&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2033866584952083513/posts/default/564386873022992460'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2033866584952083513/posts/default/564386873022992460'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://otld.blogspot.com/2011/12/bares-tijucanos.html' title='Bares Tijucanos'/><author><name>Marcia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14493789075600266849</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-ZfY4LW_ty28/TtQjI3edyEI/AAAAAAAAARc/abzOP6ijhxI/s72-c/PQAAAK0YJ1pDtEG1oIYDe6uTWo9ZScv8hsVYzqz350AHeA15OinNflq-sBTYwmEgSwviN9pMe6Cfonj3-Bpbnd8k_JYAm1T1UPpAC507dWa9gFaYckS7vActOZet.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2033866584952083513.post-8373002075114746803</id><published>2011-12-04T20:37:00.000-02:00</published><updated>2011-12-04T20:37:33.869-02:00</updated><title type='text'>Estudar longe de casa. Como é sair de casa atrás de um diploma.</title><content type='html'>Por Yuri Felipe&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Como é a vida de um estudante que mora em outra cidade, outro estado, outro país? Ir em busca de um diploma pode levar as pessoas a abrir mão de família, amigos e da própria casa em busca de um sonho. Milhares e milhares de estudantes passam por isso, mas como eles se sentem sem ter uma base familiar por perto?&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Marcio Stamato, 22 anos estuda Historia na Rural, em Seropédica, está no 8° período, e mora no Rio de Janeiro. Passa a semana inteira na faculdade e volta nos finais de semana pra casa. Divide apartamento com mais 5 amigos.&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt; &lt;/span&gt;E todos na casa trabalham pra deixa la arrumada.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;“Cada um aqui tem uma tarefa, um lava, outro cozinha, outro varre a sala. Cada um faz uma função pra que todos possam ter um ambiente limpo.”&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Marcio parece gostar dessa vida independente, apesar de não estar em casa durante a semana, sexta, sábado e domingo ele passa com a família.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #0000ee;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;“Tenho minha liberdade morando aqui e estou sempre com a minha família.&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt; &lt;/span&gt;Não é difícil morar assim, a experiência é ótima pra minha vida. Quando me formar talvez já tenha maturidade o suficiente pra sair de casa e começar e seguir o meu caminho.”&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Mas e quando não podemos ver sempre nossa família? É o caso de Fabio Sabino, estudante de Educação Física da UERJ, 22 anos e mora em Além Paraíba, interior de Minas Gerais. Eu conheci o Fabio em Minas durante o Carnaval e como ele mora aqui no Rio a gente manteve contato. Mas nunca tinha conversado com ele sobre essa situação de viver longe da família. Quando fui fazer a entrevista sobre essa matéria com ele notei que ao comentar sobre viver longe de casa bateu uma tristeza nele, já que não é sempre que pode ir a Minas.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;“É difícil ficar longe de casa. Por mais que eu goste do Rio, da minha vida aqui e dos meus amigos é diferente de estar em casa. Falo com minha mãe e meu pai todos os dias pelo telefone, mas não é a mesma coisa de estar com eles.” &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Mas quando perguntei sobre o que ele pretende fazer quando se formar eu me espantei com a resposta.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #0000ee;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;“Vou continuar aqui no Rio. Eu tenho um estagio no Botafogo e pretendo continuar no Rio. As oportunidades aqui são muito maiores e pra minha carreira é melhor continuar no Rio do que voltar pra minha cidade.”&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Um tempo atrás eu conheci uma garota aqui no Rio, bem antes de pensar em fazer essa matéria. Ela é de Cuiabá, mas estuda e mora em Curitiba. Natalia x, 23 anos, formada em Administração estava fazendo a pós em Curitiba. Mantive o contato com ela e resolvi entrevista la. Fiz a entrevista pela internet mesmo, já que por telefone sairia muito caro. Quando fui perguntar como era a vida dela estudando longe de casa ela logo falou que não estava mais aguentando aquela situação.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-text-decorations-in-effect: underline; color: #0000ee;"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5680207154588071026" src="http://4.bp.blogspot.com/-cNoPRcQj5jA/TtQmT-PatHI/AAAAAAAAASQ/4RO7roXjY1A/s320/PQAAAMQZuViP3MrRUahoTM2yp0Ln4S_AnomPC3zaXnJ0kN67L_yu4UYlY04GPiU2lfcysxPlanu2GdGUlMmYjvg4UmcAm1T1UNiSl-vNyTVsmDmW7zqDrgp9cteM.jpg" style="cursor: pointer; float: right; height: 240px; margin: 0px 0px 10px 10px; text-align: justify; width: 320px;" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;“É horrível, eu não aguento mais isso aqui. É muito frio, as pessoas são sérias, não tem um lugar simples pra sair, se eu for no bar embaixo do meu prédio eu tenho que me arrumar toda por que se não vão ficar me olhando. Não vejo a hora de terminar isso e ir embora pra minha casa.”&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Quando eu perguntei do que mais ela sentia falta a resposta foi “De ter minha mãe e meu pai fazendo tudo por mim, aqui sou eu que faço tudo pra mim. É diferente de morar em casa e ter sempre a sua mãe fazendo comida e lavando sua roupa. A gente começa a dar valor a coisas mínimas que antes nem percebia.”&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Todo mundo sempre reclama quando a mãe manda arrumar o quarto, mas o que é arrumar o quarto perto de tudo o que uma mãe faz?&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2033866584952083513-8373002075114746803?l=otld.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://otld.blogspot.com/feeds/8373002075114746803/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2033866584952083513&amp;postID=8373002075114746803&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2033866584952083513/posts/default/8373002075114746803'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2033866584952083513/posts/default/8373002075114746803'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://otld.blogspot.com/2011/12/estudar-longe-de-casa-como-e-sair-de.html' title='Estudar longe de casa. Como é sair de casa atrás de um diploma.'/><author><name>Marcia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14493789075600266849</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-cNoPRcQj5jA/TtQmT-PatHI/AAAAAAAAASQ/4RO7roXjY1A/s72-c/PQAAAMQZuViP3MrRUahoTM2yp0Ln4S_AnomPC3zaXnJ0kN67L_yu4UYlY04GPiU2lfcysxPlanu2GdGUlMmYjvg4UmcAm1T1UNiSl-vNyTVsmDmW7zqDrgp9cteM.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2033866584952083513.post-2187191305028927185</id><published>2011-12-04T20:14:00.000-02:00</published><updated>2011-12-04T20:14:16.710-02:00</updated><title type='text'>Ai, que preguiça!</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Ai, que preguiça!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;(Por: Gabrielle Teixeira Montagnini)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Visitando a Wikipédia (fonte primeira de todo estudante preguiçoso) encontramos a seguinte descrição: “O preguiçoso, conforme o senso comum, é aquele indivíduo avesso a atividades que mobilizem esforço físico ou mental. De modo que lhe é conveniente direcionar a sua vida a fins que não envolvam maiores esforços.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Aurélio: Aversão ao trabalho; indolência; moleza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diante dessas palavras sentimos até remorso por todas as vezes que nos esticamos na cama e deixamos tudo pra lá. Afinal, que espírito de vagabundagem é esse? Nós negamos, tentamos empurrar a preguiça pra lá, um café aqui, um estimulante acolá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, para preguiça, parece que não há remédio que baste. E, nessas horas, quem há de negar que baixa um Macunaíma dentro da gente que fica nos dizendo: “Ai, que preguiça!”. É só ter uma tarefa a executar, um trabalho para escrever, um horário a cumprir ou uma obrigação qualquer para fazer que lá vem a tal da preguiça perturbar a execução do ofício.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando não temos nada para fazer, nos perturbamos com isso, e tentamos arrumar qualquer ocupação para driblar o ócio. E para piorar a fama da tal preguiça (bem como nosso ódio por ela), a danada nunca aparece nessa hora. Só aparece, mesmo, quando não deve.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Ter preguiça está no prazer em procrastinar (risos). Não fazer nada quando não se tem nada pra fazer, não é preguiça, é falta de opção – sentenciou o bancário, Leone de Araújo, preguiçoso assumido e em eterna luta contra o aconchego do sofá da sala.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para a igreja, pecado capital. Para os economistas, pecado contra o capital. Fato é que a preguiça em excesso atrapalha a produtividade e o desenvolvimento de qualquer tarefa. E com isso, o preguiçoso, carrega a culpa (justa ou não). Dia após dia são taxados de incompetentes, vagabundos, improdutivos, indolentes, pecadores e sabe-se lá mais o quê.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, às vezes, ainda é mais fácil carregar um piano desses nas costas do que levantar do sofá. Vida que segue e preguiça também.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“&lt;em&gt;A preguiça sempre foi o meu forte. Não é nenhuma glória, é um dom. Um dom raro. É certo que existem muitos farniente, mas um autêntico preguiçoso é exceção. Isso nada tem a ver com alguém que anda com as mãos nos bolsos. Ao contrário, o que melhor caracteriza um preguiçoso é o fato de ele estar sempre intensamente ocupado”&lt;/em&gt;Jerome K.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2033866584952083513-2187191305028927185?l=otld.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://otld.blogspot.com/feeds/2187191305028927185/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2033866584952083513&amp;postID=2187191305028927185&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2033866584952083513/posts/default/2187191305028927185'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2033866584952083513/posts/default/2187191305028927185'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://otld.blogspot.com/2011/12/ai-que-preguica.html' title='Ai, que preguiça!'/><author><name>Gabrielle Teixeira Montagnini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16712117590653622040</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2033866584952083513.post-2853214932810326685</id><published>2011-11-28T10:36:00.004-02:00</published><updated>2011-12-04T20:49:42.586-02:00</updated><title type='text'>Bike Rio</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-F87kKdIbi3A/TtKc1Btp3lI/AAAAAAAAACs/FTwD-3iFh68/s1600/bike%2Brio.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5679774514874539602" src="http://2.bp.blogspot.com/-F87kKdIbi3A/TtKc1Btp3lI/AAAAAAAAACs/FTwD-3iFh68/s200/bike%2Brio.jpg" style="cursor: hand; display: block; height: 132px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 200px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div color="white" face="'Times New Roman'" size="medium" style="background-: 0px auto; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-right-style: none; border-top-style: none; padding-bottom: 0px !important; padding-left: 0px !important; padding-right: 0px !important; padding-top: 0px !important;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="line-height: 20px; margin: 0px; padding-bottom: 0px !important; padding-left: 0px !important; padding-right: 0px !important; padding-top: 0px !important;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Garamond;"&gt;Bicicletas laranjas estão enfeitando a cidade do Rio de Janeiro. Com buzina, marcha, cadeado e até cestinha, as simpáticas magrelas do Bike Rio, o novo programa de aluguel de bicicletas compartilhadas da cidade, chamam a atenção por onde passam e atraem olhares curiosos de quem nunca experimentou o passeio. Já são 28 estações, todas na zona sul. Para entender como funciona na prática, e descobrir se é fácil utilizar o sistema, fui fazer o teste.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="line-height: 20px; margin: 0px; padding-bottom: 0px !important; padding-left: 0px !important; padding-right: 0px !important; padding-top: 0px !important;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Garamond;"&gt;Ao chegar à estação do Leme, de onde é possível seguir direto pela orla até o Forte de Copacabana, encontrei curiosos como eu, disputando espaço para reconhecer o terreno. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="line-height: 20px; margin: 0px; padding-bottom: 0px !important; padding-left: 0px !important; padding-right: 0px !important; padding-top: 0px !important;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Garamond;"&gt;Andreia, que mora no Leblon, percorreu três pontos de retirada até conseguir uma bicicleta. Foram cerca de 40 minutos de busca e espera, até sair pedalando pela Avenida Atlântica.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="line-height: 20px; margin: 0px; padding-bottom: 0px !important; padding-left: 0px !important; padding-right: 0px !important; padding-top: 0px !important;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Garamond;"&gt;Para ter direito a uma voltinha, é preciso falar com um atendente através de uma central telefônica(&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: normal;"&gt;apesar de o barulho da rua e a qualidade da gravação dificultarem o entendimento das instruções)&lt;/span&gt; e escolher uma opção de aluguel, 5 reias durante 24 horas ou 20 reias pelo passe de um mês. Levei cerca de 10 minutos para finalizar o processo. Foi preciso fornecer o número da estação em que a bike seria retirada e em seguida indicar o número da posição da bicicleta que eu desejava liberar. O pagamento é feito ali mesmo, só é preciso fornecer alguns dados do cartão de crédito.O serviço funciona das 6h às 22h, todos os dias. Como em todas as outras estações, uma placa revela um mapa contendo todos os pontos de aluguel da cidade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="line-height: 20px; margin: 0px; padding-bottom: 0px !important; padding-left: 0px !important; padding-right: 0px !important; padding-top: 0px !important;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Garamond;"&gt;Liberada a "laranjinha", hora de apreciar o passeio com a paisagem mais bonita da cidade. O aluguel dá direito ao uso por no máximo 60min.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="line-height: 20px; margin: 0px; padding-bottom: 0px !important; padding-left: 0px !important; padding-right: 0px !important; padding-top: 0px !important;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Garamond;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="line-height: 20px; margin: 0px; padding-bottom: 0px !important; padding-left: 0px !important; padding-right: 0px !important; padding-top: 0px !important;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Garamond;"&gt;Os moradores de São Paulo, André, de 24 anos, e Danilo, de 25, que estão na cidade para as festas de fim de ano, também estavam experimentando a novidade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div color="white" face="'Times New Roman'" size="medium" style="background-: 0px; line-height: 20px; padding-bottom: 0px !important; padding-left: 0px !important; padding-right: 0px !important; padding-top: 0px !important;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Garamond;"&gt;— Eu vim no sábado e paguei pelo sistema mensal. Compensa mais do que alugar a bicicleta particular — disse Danilo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="background-color: white; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-size: medium; line-height: 20px; margin: 0px; padding-bottom: 0px !important; padding-left: 0px !important; padding-right: 0px !important; padding-top: 0px !important;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Garamond;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div color="white" face="'Times New Roman'" size="medium" style="background-: 0px auto; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-right-style: none; border-top-style: none; padding-bottom: 0px !important; padding-left: 0px !important; padding-right: 0px !important; padding-top: 0px !important;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Garamond;"&gt;A devolução da bicicleta pode ser feita em qualquer ponto do Bike Rio. É só escolher uma posição livre, encaixar a bicicleta e verificar se ela está devidamente travada.Caso a bicicleta quebre, esteja com defeito ou até mesmo seja roubada, é só ligar para Central de atendimento e eles dirão o que fazer. Através do celular, é possível ainda consultar a situação de bikes disponíveis e de vagas livres nas estações. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div color="white" face="'Times New Roman'" size="medium" style="background-: 0px auto; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-right-style: none; border-top-style: none; padding-bottom: 0px !important; padding-left: 0px !important; padding-right: 0px !important; padding-top: 0px !important;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Garamond;"&gt;-Não preciso me preocupar com roubo, nem em prender com cadeado a minha bicicleta. E, se mudar de planos no meio do caminho, é só deixar a bicicleta em alguma estação. - disse Alice, moradora de Copacabana.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div color="white" face="'Times New Roman'" size="medium" style="background-: 0px auto; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-right-style: none; border-top-style: none; padding-bottom: 0px !important; padding-left: 0px !important; padding-right: 0px !important; padding-top: 0px !important;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Garamond;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div color="white" face="'Times New Roman'" size="medium" style="background-: 0px auto; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-right-style: none; border-top-style: none; padding-bottom: 0px !important; padding-left: 0px !important; padding-right: 0px !important; padding-top: 0px !important;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Garamond;"&gt;Essa é sem dúvida uma opção de lazer barata, legal, e que além de poder desfrutar do que há de melhor em nossa cidade, o visual, ainda colaboramos com o meio ambiente. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div color="white" face="'Times New Roman'" size="medium" style="background-: 0px auto; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-right-style: none; border-top-style: none; padding-bottom: 0px !important; padding-left: 0px !important; padding-right: 0px !important; padding-top: 0px !important;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Garamond;"&gt;Se estiver em casa num fim de semana e quiser fazer um passeio diferente, vá ao ponto mais próximo e pegue sua magrela, eu recomendo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div color="white" face="'Trebuchet MS', Tahoma, Verdana, Arial" size="14px" style="background-: 0px auto; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-right-style: none; border-top-style: none; padding-bottom: 0px !important; padding-left: 0px !important; padding-right: 0px !important; padding-top: 0px !important;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="background-color: white; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-right-style: none; border-top-style: none; font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, Tahoma, Verdana, Arial; font-size: 14px; margin: 0px auto; padding-bottom: 0px !important; padding-left: 0px !important; padding-right: 0px !important; padding-top: 0px !important;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="background-color: white; border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-right-style: none; border-top-style: none; font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, Tahoma, Verdana, Arial; font-size: 14px; margin: 0px auto; padding-bottom: 0px !important; padding-left: 0px !important; padding-right: 0px !important; padding-top: 0px !important;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2033866584952083513-2853214932810326685?l=otld.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://otld.blogspot.com/feeds/2853214932810326685/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2033866584952083513&amp;postID=2853214932810326685&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2033866584952083513/posts/default/2853214932810326685'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2033866584952083513/posts/default/2853214932810326685'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://otld.blogspot.com/2011/11/bike-rio.html' title='Bike Rio'/><author><name>Juliana Tullii</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08551822928944057446</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-F87kKdIbi3A/TtKc1Btp3lI/AAAAAAAAACs/FTwD-3iFh68/s72-c/bike%2Brio.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2033866584952083513.post-5927473168143454724</id><published>2011-11-28T10:27:00.001-02:00</published><updated>2011-12-04T21:16:43.574-02:00</updated><title type='text'>Quando um sonho torna-se realidade não é apenas em contos que se tem um final feliz</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-qjmkayeLrz4/Tsqg8RYNaNI/AAAAAAAAAD8/mWYoABncb9U/s1600/SAM_0704.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="300" src="http://1.bp.blogspot.com/-qjmkayeLrz4/Tsqg8RYNaNI/AAAAAAAAAD8/mWYoABncb9U/s400/SAM_0704.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;"&gt;Ao lados dos atores da peça "O Inspetor Geral".&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 18px;"&gt;Por Carolina Alves&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Era uma vez um menino chamado Daniel. Durante toda a sua infância, a sua irmã mais velha lia para ele vários tipos de contos. Com o passar dos anos, esse menino que sonhava acordado conheceu uma nova maneira de ser um dos personagens da sua própria história. O teatro foi um tipo de mágica que apareceu por volta dos seus 17 anos. O seu desejo inicial não era esse, mas como surgiu por acaso, resolveu arriscar e se profissionalizar. Atualmente tornou-se ator. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Daniel é o primeiro artista da sua família. Pois é, seus pais logo de imediato se assustaram com a ideia. “Isso não dá dinheiro... artista não é profissão”. Daniel não se deu por vencido e conforme o tempo foi passando correu atrás de&amp;nbsp; novos projetos como peças de rua entre outros. Seus pais então percebem que ser ator era o que seu filho queria. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Daniel passou a cursar a faculdade de artes cênicas e fez várias montagens e apresentações teatrais. Agora, além de ator, diretor é também professor, o seu dever é ensinar a amar a arte, principalmente nos palcos. Este ano terão dois espetáculos para estrearem, um é um clássico chamado “O Inspetor Geral”, o outro é” “A Caravana da Ilusão”. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Quando se formou em 2002 fez participações em espetáculos como “Arlequim Servidor de Dois Patrões”, texto de Carlos Goldoni.&lt;span style="color: red;"&gt; &lt;/span&gt;Foi a partir daí que seu sonho virou realidade. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: right; margin-left: 1em; text-align: right;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-g2nOmNKQP4o/Tsqhx-nNI2I/AAAAAAAAAEE/RQFEQLhtKXw/s1600/SAM_0709.JPG" imageanchor="1" style="clear: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://4.bp.blogspot.com/-g2nOmNKQP4o/Tsqhx-nNI2I/AAAAAAAAAEE/RQFEQLhtKXw/s320/SAM_0709.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;"&gt;Daniel Terra diretor da peça "O Inspetor Geral".&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;- Fiz muitas participações que nunca assisti, mas nada grande, gostaria de fazer mais.&amp;nbsp; Lembro o longa “Quase um Tango Argentino”, de Sérgio Silva, o seriado do Multshow “Sensacionalistas”. Já fiz comercial de tv no sul, vídeos universitários, participação no longa documentário de Jaime Lerner “Porto Alegre, meu Canto, meu Mundo”...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Os anos foram passando e Daniel se tornou um ator experiente vivendo de personagens marcantes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Difícil escolher um... me marcaram muito os personagens Gilberto, de “Perdoa-me por me traíres”, Edgar de “Bonitinha, mas Ordinária”, ambos textos de Nelson Rodrigues.Tenho sorte de trabalhar com pessoas incríveis, famosos ou não. A lista é enorme&lt;span style="color: red;"&gt;.&lt;/span&gt; Alguns trabalhei por anos, outros breves encontros, mas ao longo da carreira, conheci muitos artistas interessantes que admiro. Camilo de Lélis, Lady Francisco, Marcos Breda, Fernando Kike Barbosa, Camila Pitanga, Cico Caseira, Marcos Palmeira, Viviane Pasmanter, Lara de Bettencourt, Guilherme Piva, Leonardo Vieira, Emilio Gahma, Sérgio Etchichury, Flávio Bica, Carolina Virgüez, Priscila Genara Padilha, Janaína Melo, Tânia Khalil,&amp;nbsp; Mariana Velhinho, Ernani Moraes, Daniela Tibau, Mário Borges, Leonardo Roat, Carol Machado, Rafael Sieg, Michele Zaltron, ..., enfim muitas pessoas interessantes... Injusto com quem não citei.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&amp;nbsp;Representar personagens é viver, todos os dias, vários tipos de situações diferentes. Mas, quando se torna diretor, sua visão é abrangente pelo fato dele ser o responsável pela representação desse universo particular para o publico(É, basicamente, um filme na visão geral do diretor contada em cenas ou histórias), logo sua leitura sobre a peça deve ser ampliada e contemplar todos os ângulos possíveis de interpretação. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;- São ofícios completamente diferentes, apesar de interligados para que o teatro aconteça.&amp;nbsp; O Trabalho do ator é artístico, físico e imaginativo. Já o produtor faz parte do sistema concreto, do telefone, do e-mail, diz Daniel.&lt;span style="color: red;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Até aqui a sua trajetória deu um grande enredo para um livro, mas a saga ainda continua, porque Daniel também é professor que ensina em escolas e dá aulas em oficinas. Prova disso é o aluno Fábio Henrique, da peça “O Inspetor Geral” .&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-mrZBSe41C8c/TsqjHydLyLI/AAAAAAAAAEM/HMbQ4_11V4w/s1600/F%25C3%25A1bio+Henrique%2528ATOR%2529.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://2.bp.blogspot.com/-mrZBSe41C8c/TsqjHydLyLI/AAAAAAAAAEM/HMbQ4_11V4w/s200/F%25C3%25A1bio+Henrique%2528ATOR%2529.jpg" width="153" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;"&gt;Fábio aluno de Daniel.&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&amp;nbsp; - Daniel Terra é um excelente mestre.&lt;span style="color: red;"&gt; &lt;/span&gt;Sabe exatamente entender cada um dos seus alunos, didática fantástica. Respeita o processo individual de cada ator.Todas as experiências que tive em teatro foram muito boas. Mas estou evoluindo muito mais nessa oficina.&lt;span style="color: red;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Uma peça tantas vezes representada é um perigo à repetitividade.E Daniel soube adaptar um clássico a uma nova realidade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2033866584952083513-5927473168143454724?l=otld.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://otld.blogspot.com/feeds/5927473168143454724/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2033866584952083513&amp;postID=5927473168143454724&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2033866584952083513/posts/default/5927473168143454724'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2033866584952083513/posts/default/5927473168143454724'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://otld.blogspot.com/2011/11/quando-um-sonho-torna-se-realidade-nao.html' title='Quando um sonho torna-se realidade não é apenas em contos que se tem um final feliz'/><author><name>Carolina Alves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06450744302280111071</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-hHhah8djhAM/TW7rNWN_VhI/AAAAAAAAAAU/PLJjUYMDwfM/s220/CaroL.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-qjmkayeLrz4/Tsqg8RYNaNI/AAAAAAAAAD8/mWYoABncb9U/s72-c/SAM_0704.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2033866584952083513.post-484194856567458238</id><published>2011-11-28T01:10:00.002-02:00</published><updated>2011-11-28T10:33:29.819-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Política'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Música'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Skinheads'/><title type='text'>Skinheads: mais que um fenômeno social</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-iq5iU0bSVQc/TtL3-r7Ek2I/AAAAAAAABNk/dZC9BmMc0_s/s1600/PB270016.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://3.bp.blogspot.com/-iq5iU0bSVQc/TtL3-r7Ek2I/AAAAAAAABNk/dZC9BmMc0_s/s320/PB270016.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;Nem sempre lá, nem sempre cá&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sempre que skinheads se envolvem em algum caso policial, instala-se uma grande confusão nos meios de comunicação. Pela falta de entendimento sobre a história e o significado do movimento, são publicadas generalizações absurdas que não ajudam ao leitor compreender esse fenômeno das sociedades urbanas no pós-guerra.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Após a Segunda Guerra Mundial, em países como os EUA e Inglaterra, os jovens, pela primeira vez, não precisavam trabalhar desde cedo. A renda das famílias havia crescido o suficiente para permitir o surgimento de uma nova classe de consumidores com dinheiro e tempo livre para gastar. Com isso, nas décadas de 50 e 60, surgiram diversos grupos de jovens - como os teddy boys, rockers, rude-boys e mods - unidos em torno de características próprias e de seu estilo de música preferido.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nesse cenário, particularmente após a Copa da Inglaterra, em 1966, surgem os primeiros skinheads. Fanáticos por futebol e ligados à classe operária, adotavam os suspensórios, botas, jaquetas e cabeça raspada como visual, tudo isso buscando uma ruptura com os demais jovens, que eles abominavam. O repúdio aos outros grupos se expressava também na posição dos skinheads contra o uso de drogas. Além disso, em uma época conturbada na qual vários países caminhavam em direção ao socialismo ou à sua vertente mais "light", o trabalhismo, os skinheads, em oposição, adotavam uma postura extremamente nacionalista, em meio ao sentimento generalizado de que uma guerra nuclear parecia estar próxima.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eram violentos, assim como a maioria dos fanáticos por futebol daquela época (e de muitas outras depois), mas não se pode dizer que eram racistas. O seu envolvimento com o racismo (e o nazismo) viria mais adiante. As suas influências, seriam os rude-boys (oriundos da comunidade jamaicana na Inglaterra, fãs de ska - antecessor do reggae) e a classe operária. Consideravam-se marginalizados pela sociedade inglesa, e como, todos os outros movimentos no país, andavam em grandes grupos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Porém, no final da década de 60, a economia inglesa começou a desandar, entrando em uma crise que duraria vários anos e que culminaria na onda de greves da década de 70. Com esse cenário e a grande quantidade de imigrantes que viviam na Inglaterra, ficou fácil para a extrema-direita aparecer novamente.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com isso, o "National Front" (partido nacionalista inglês de extrema-direita, criado a partir da fusão de três outros partidos em 1967) atrai muitos membros do movimento, sejam velhos skinheads ou novos.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Musicalmente, o ska dá lugar ao reggae que, por sua vez, está muito distante da realidade social dos operários britânicos. O rock a essa altura já tinha se consolidado no gênero progressivo, com músicas longas e temas de fadas, duendes e viagens interplanetárias. Enfim, não existia nada para os skinheads acreditarem e se unirem, fazendo o movimento minguar.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No meio da década de 70 surge o Punk. Atacando os excessos da rainha (que comemorava o seu jubileu de prata com desfiles luxuosos) e das bandas de rock, o Punk rapidamente se torna a regra para a juventude inglesa. Após anos de espera, os jovens voltam a ter uma música rápida, direta, cheia de energia e que espelhasse a sua vida. Com todos esses atributos, o novo movimento também atrai os skinheads, apesar de seu repúdio ao discurso dos punks que falava de união entre todos, além de forte repúdio ao estado.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os skinheads, a essa altura, graças à terrível crise inglesa e ao seu envolvimento anterior com o "National Front", já possui um grande número de membros racistas. Embora os tradicionais, apenas ligados ao futebol e à classe operária, sejam de maior número.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sendo assim, faltava um som que os unisse, já que a banda preferida deles, o Sham 69, não era skinhead e seu líder Jimmy Pursey tinha criado a ANL (Anti-Nazi League). Porém, cada vez mais os skinheads de todos os tipos vinham se identificando com a chamada "Segunda Geração do Punk" com músicas mais rápidas, letras ainda políticas e de integrantes ainda mais ligados ao subúrbio e fora do circuito das escolas de arte - uma característica que marcou bastante os punks.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com isso, em 1980, quando o Cockney Rejects gravou a música "Oi! Oi! Oi!", a imprensa logo rotulou aquele movimento de "oi!". Sonoramente idêntico ao Punk, tinha um discurso muito mais "das ruas" e com algumas pitadas de nacionalismo, o que agradou em cheio os skinheads. Vale lembrar que o Cockney Rejects e a maioria dessas bandas sempre rejeitou o rótulo de "Oi!" e o racismo, mas a imprensa já tinha colocado todos no mesmo saco.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A partir daí, a vertente do "Oi!" ligada ao movimento skinhead racista (já intitulada de "White Power") cresceu bastante, graças ao esforço de Ian Stuart, líder da banda Skrewdriver. Vale ressaltar que o Supla descaradamente plagiou a música "&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=zSjgQxRQrjg" target="_blank"&gt;White Power&lt;/a&gt;" na sua "&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=d2O_TLPpmBo&amp;amp;feature=player_detailpage" target="_blank"&gt;Charada Brasileiro&lt;/a&gt;". Ian Stuart é uma lenda do movimento skinhead nazista, tendo participado de dezenas de bandas e projetos, influenciando milhares de nazi skins no mundo inteiro. Sua morte, em um acidente de carro em 1993, pôs fim às pretensões políticas dos skinheads, que já tinham planos de se organizarem melhor para concorrerem a alguns cargos políticos utilizando o carisma de Ian Stuart.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Aqui no Brasil, o movimento skinhead nasceu junto com o Punk em São Paulo no final dos anos 70 e início da década de 80, mais precisamente no ABC Paulista com as montadoras de carros. Viveu épocas de guerra com os punks, mas também teve as suas tréguas.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os skinheads se dividem em vários grupos e as nomenclaturas variam dependendo do interlocutor. Aqui no Brasil (também chamados de carecas), existem os nazi, concentrados principalmente no Sul e em São Paulo, os redskins (comunistas), os Sharps (skinheads against prejudice - skinheads contra o preconceito) e há ainda os anarquistas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;D.W., um redskin,&amp;nbsp;disse que o movimento se dividiu em diversos grupos para irem marcando as diferenças que foram surgindo e, principalmente, se diferenciarem dos nazistas, ou melhor, dos boneheads [termo pejorativo que significa "cabeça-dura"].&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Já Leandro Leão, advogado e mais próximo do punk, explica ainda que as diferentes correntes podem ser diferenciadas pelas cores dos cadarços dos coturnos. "Os white power com cadarços brancos, os redskins, obviamente, com vermelho e os anarquistas com amarelo. Embora exista uma polêmica em relação ao uso do branco, pois muito skins tradicionais não aceitam perder a cor para os nazistas. Além disso, há, ainda, o ponto comum a todos eles: os suspensórios".&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;À parte os nazistas, o movimento skinhead é mais uma prova da rica tradição cultural britânica surgida no pós-guerra. Cada um com o seu som característico, os rockers, mods, skins, rude boys, teddy boys e punks dividiam as ruas e as rádios na que foi, provavelmente, a mesma rica era da música pop, dos anos 50 até o fim da década de 70. Talvez, o &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=W8r-tXRLazs&amp;amp;ob=av2e" target="_blank"&gt;Buggles&lt;/a&gt; tivesse mesmo razão quando afirmou que o "Video[clip] matou as estrelas do rádio" e, consequentemente, a música pop. Mas esse é outro assunto, certo?&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2033866584952083513-484194856567458238?l=otld.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://otld.blogspot.com/feeds/484194856567458238/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2033866584952083513&amp;postID=484194856567458238&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2033866584952083513/posts/default/484194856567458238'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2033866584952083513/posts/default/484194856567458238'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://otld.blogspot.com/2011/11/skinheads-mais-que-um-fenomeno-social.html' title='Skinheads: mais que um fenômeno social'/><author><name>Thiago Pinheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17968998026459542792</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://1.bp.blogspot.com/_aXLBWSO1gew/S7ZWXBj8sXI/AAAAAAAAA0g/f9wAbvDLgW8/S220/ATgAAABEr4fYcxe4m99mM4Bw32Ekt8jROcRyFtx0mT7Gy1vOfV4izSJaELTznYmMYV569x0q82mYC8i126Eck2Kcv_AQAJtU9VCYiXtFR7TfwVDlj5WGzlQZIH8AnA.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-iq5iU0bSVQc/TtL3-r7Ek2I/AAAAAAAABNk/dZC9BmMc0_s/s72-c/PB270016.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2033866584952083513.post-6787015176139185434</id><published>2011-11-21T11:56:00.000-02:00</published><updated>2011-11-21T11:56:45.939-02:00</updated><title type='text'>Obesidade em animais de estimação</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-_SxAhFIv3tE/TrLWMnoOfdI/AAAAAAAAACM/Y03I4hxbYM8/s1600/Animais%2Bobesos-%2BFoto%2B%2B-%2BRenata%2BFeital.png"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5670830393097354706" src="http://1.bp.blogspot.com/-_SxAhFIv3tE/TrLWMnoOfdI/AAAAAAAAACM/Y03I4hxbYM8/s320/Animais%2Bobesos-%2BFoto%2B%2B-%2BRenata%2BFeital.png" style="cursor: hand; float: right; height: 222px; margin: 0px 0px 10px 10px; width: 320px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Cada vez mais, cães e gatos estão adotando os hábitos dos seus donos. Depois de alguns concursos de beleza que analisam a semelhança entre proprietários e animais de estimação, agora os comportamentos estão ainda mais parecidos. O que antes era uma característica dos humanos apenas,&amp;nbsp; passou a ser também dos bichinhos de estimação, sendo talvez a principal influências pelos hábitos alimentares. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O convívio tem resultado em freqüentes lanchinhos fora de hora ou aquela “beliscada” na refeição do dono. Alguns têm orgulho de ver seu bichinho de estimação “gordinho” ou “fofinho”, porque estão recebendo milhares de elogios quando saem para passear, mas na verdade estão prejudicando a saúde do seu cão ou do seu gato. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O fato de não oferecer um alimento adequado para o animal de estimação significa uma saúde fraca, com duvidosa longevidade e sem nenhuma qualidade de vida, sem falar nas características como fisionomia, comportamento e hábitos de convivência. Além de problemas articulares, de coluna, dificuldades respiratórias, problemas cardíacos, diabetes, colesterol, triglicerídeos altos e hipertensão.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os principais motivos para o aumento da obesidade em cães e gatos são os mesmos que causam aumento de peso em humanos: sedentarismo e alimentação inadequada.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Segundo uma pesquisa realizada pela Associação dos revendedores de produtos, prestadores de serviço e defesa destinados ao animal, revela que 43% dos proprietários de animais alimentam seus bichinhos de estimação com comida caseira, 23% com alimento industrializados e 34% Misturam ambas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O gato mais pesado do mundo viveu em Cairns, Queensland, com absurdos 21.3kg, mas acabou falecendo com 10 anos de idade com problemas respiratórios devido a obesidade. Ele era chamado de Himmy e chegou a ser reconhecido no Guinness Book of Records. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em Fevereiro de 2003 o Guinness Book of Records deixou de aceitar nominações nesta categoria para não encorajar os donos dos felinos a super-alimentar seus animais.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Brasil ocupa a 2º posição no mundo em consumo de alimentos industrializados para cães e gatos, ficando atrás somente dos Estados Unidos. E, se considerarmos pet food de maneira geral, não somente cães e gatos, o Brasil ocupa a 4º posição, atrás de França, Alemanha e os Estados Unidos. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O consumo de alimentos industrializados em 2010 no Brasil chegou a 1.831mil toneladas e a expectativa do setor para 2011 é um crescimento de 6%. Somente no Rio Grande do Sul o consumo de alimentação canina foi de 84.000 toneladas, segundo a Associação Nacional dos Fabricantes de Alimentos para Animais de Estimação. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Segundo o veterinário Ricardo Pacheco ,“os cães grandes e com tendência à obesidade, como o Labrador e Rottweiler têm muitos problemas articulares, que podem ser prevenidos a partir de uma dieta alimentar balanceada para controle do peso”. O Cocker e o Poodle são duas raças pré-dispostas à problemas de catarata, portanto os seus alimentos devem ser ricos em vitaminas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O fato de deixar o bichinho de estimação com aparente fome (na verdade é somente uma questão de adequar os hábitos), mas com a alimentação adequada e na medida certa não significa maus tratos e sim uma atitude de amor. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Medidas preventivas para evitar a obesidade em animais de estimação.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• A reeducação alimentar é o primeiro passo para se evitar uma futura obesidade. Exercícios físicos também precisam ser praticados pelos animais diariamente.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• Fazer exercícios de no mínimo 30 minutos por dia – corrida ou caminhada -, ajuda na queima de uma boa quantidade de gordura. Feito isso, o animal melhora a circulação periférica e minimiza as chances de que venha a ter problemas crônicos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• Deve-se evitar que o animal faça essa caminhada nos horários de sol forte, porque a incidência do raio solar nos animais de pequeno porte é maior e podem atingir o coração e o fígado. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• Evitar dar alimentos do nosso dia a dia como: nossa comida, pão, doces, biscoitos; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• Nunca alimente o animal apenas uma vez ao dia, pois o animal que come uma vez só come uma quantidade maior, não digere bem o alimento e ainda corre o risco de os animais de grande porte e gigantes terem a doença torção gástrica (torção no estômago), já que a comida fermenta e o abdômen cresce, matando o animal em 30 minutos;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2033866584952083513-6787015176139185434?l=otld.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://otld.blogspot.com/feeds/6787015176139185434/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2033866584952083513&amp;postID=6787015176139185434&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2033866584952083513/posts/default/6787015176139185434'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2033866584952083513/posts/default/6787015176139185434'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://otld.blogspot.com/2011/11/obesidade-em-animais-de-estimacao.html' title='Obesidade em animais de estimação'/><author><name>Anderson Gaieski</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08347248569483410255</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_s4DHlhsBk_k/S4_HTWgr4mI/AAAAAAAAAAw/Z7pOgGpZN_c/S220/OgAAADis8q9rYRvRAG3NMxqLf22lyTMa1V7o4MR-1r0i9IsGxBVOZGkQPU9ci6qoNXvnj2gJyqrgZ2dZSETPHLRt36UAm1T1UICyQFSVUTdrDYYHheUexR16SQHL.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-_SxAhFIv3tE/TrLWMnoOfdI/AAAAAAAAACM/Y03I4hxbYM8/s72-c/Animais%2Bobesos-%2BFoto%2B%2B-%2BRenata%2BFeital.png' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2033866584952083513.post-1097446704007281801</id><published>2011-11-21T11:21:00.002-02:00</published><updated>2011-12-04T20:17:13.467-02:00</updated><title type='text'>Ocupar pra quê?</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-crh-z0eA_1E/TrhtxuIDo5I/AAAAAAAAAAQ/RSVMhGt3_60/s1600/ocupa.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5672404431635981202" src="http://4.bp.blogspot.com/-crh-z0eA_1E/TrhtxuIDo5I/AAAAAAAAAAQ/RSVMhGt3_60/s320/ocupa.jpg" style="cursor: hand; display: block; height: 240px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 320px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;Foto: Centro de Mídia Independente&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Ocupar pra quê?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Por Gabrielle Teixeira &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Quem passou pela Cinelândia nas últimas semanas teve a atenção tragada por algo além de estranha convivência entre moradores de rua e vereadores. Há pouco menos de um mês o transeunte, ao circular pela Praça Floriano, se depara com uma peculiaridade: um pequeno amontoado de barracas coloridas que, destoando da imponência dos prédios tombados da região, faz pessoas diminuírem os passos para espiar do que se trata. Olhos atentos, sobrancelhas erguidas, boca aberta, sorrisos irônicos. Uns coçam a cabeça, outros a barba, enquanto analisam cada cartaz ali exposto.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;“Desculpe o transtorno estamos trabalhando por um mundo melhor”&lt;br /&gt;“Acredite na vida após o capitalismo”&lt;br /&gt;“Ipanema não é condomínio”&lt;br /&gt;“Riqueza já temos, só falta distribuir”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Pouco tempo nas esquinas e já podemos ouvir algumas poucas aprovações e muitas, muitas reprovações. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;Há quem diga que a causa é nobre e o dobro dessas pessoas diz que é pura ‘falta do que fazer’.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Tô dando uma olhada aqui nessa babaquice. Esse monte de moleque sem ter mais o que fazer – vociferou um funcionário da Câmara Municipal (o crachá denunciou) que olhava o movimento de longe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pequena multidão de manifestantes discorda. A maioria (estudantes universitários) cumpre com suas obrigações e retorna à ocupação. Uma cozinha improvisada e a Cinelândia como palco encoraja os manifestantes a manter uma agenda intensa de atividades diárias. Debates, música, filmes e até uma pequena biblioteca para as horas vagas. Isso sem falar nas performances que, diga-se de passagem, têm sido no mínimo peculiares. Televisões sendo quebradas, dezenas de pessoas enfileiradas e deitadas no chão, sem nenhum propósito aparente, e até mulheres tirando a roupa e entrelaçando-se em arame farpado. A palavra de ordem é irreverência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, uma polêmica interna tem tomado conta da ocupação: a predominância de jovens classe média e a ausência brutal de manifestantes pertencentes às camadas menos favorecidas da sociedade. O que, para muitos, torna o movimento mais vulnerável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— São jovens de classe média com potencial revolucionario, mas quando o bicho pegar, voltam pra debaixo da asa dos pais. É facil ser libertário com geladeira cheia e chuveiro quente. Mas tem uma galera boa também, que ja está na luta há algum tempo, sempre participando de ações coletivas – ponderou o músico Marcos Azulay.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;&lt;strong&gt;A ocupação carioca na mídia:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;&lt;br /&gt;Apesar de reunir uma quantidade expressiva de pessoas o Ocupa Rio pouco apareceu na mídia durante esses dias de manifestação.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;&lt;br /&gt;— A mídia não pode, nem quer noticiar isso.Eles são o inimigo. Por que eles iriam noticiar que estamos nos organizando contra 1% do qual eles fazem parte e apoiam? Essa revolução não será televisionada, como dizem os amigos da espanha – comentou o manifestante e músico Felipe Duarte, ao ser perguntado sobre como os jornais cariocas têm ignorado o movimento.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;&lt;br /&gt;Mas essa falta de espaço na mídia não parece preocupar os manifestantes, que consideram a eficácia do movimento enquanto agitador cultural e político.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;&lt;br /&gt;— Eu acho que o impacto se dá na formação de uma célula dentro das 1800 cidades ocupadas ao redor do mundo. E na formação de quadros de pessoas que estariam em outros espaços em vez de discutindo política e ocupando uma praça por isso – comentou o Felipe Duarte.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;&lt;strong&gt;Mas... e os objetivos?&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;&lt;br /&gt;Ao perguntar sobre o principal objetivo ou reivindicação da ocupação percebe-se que cada um possui uma resposta. Os que ali estão não levantam uma bandeira única. Não lutam especificamente contra algo. Lutam por um sistema mais democrático, livre e igualitário, por meio de ideais múltiplos, que são discutidos no dia-a-dia do acampamento.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;&lt;br /&gt;Mas, essa falta de objetividade nas reivindicações, aumenta a desconfiança dos que observam o movimento:&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;&lt;br /&gt;— Pô cara, pra mim é uma galera que não tem o que fazer. Vão lá, acampam, protestam contra tudo! Quem tá revoltado com tudo não ta tá revoltado com nada. Acho sem propósito – declarou o estudante de Letras da UFRJ, Leonardo Gomes Guimarães.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;&lt;strong&gt;A origem:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;&lt;br /&gt;O indignados (como se auto-intitulam) que deram início às atividades e manifestações em praças públicas inspiraram-se nas ocupações realizadas em outras praças ao redor do mundo. Em wall street (Nova York) uma multidão de manifestantes protestou contra a intervenção empresarial no governo e na sociedade, alem de que levantarem a voz para que sejam punidos os responsáveis pela crise financeira atual.&lt;br /&gt;Já na Praça Tahir (Cairo) os protesto, que desencadearam uma onde de violência por quase todo o Egito, exigiam a renúncia do ditador Hosni Mubarak e o início do processo de democratização no país.&lt;br /&gt;Em pouco tempo essa onda de protestos se espalhou pelo mundo e assistimos mais de 1.500 cidades tornarem-se palco de manifestações. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2033866584952083513-1097446704007281801?l=otld.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://otld.blogspot.com/feeds/1097446704007281801/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2033866584952083513&amp;postID=1097446704007281801&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2033866584952083513/posts/default/1097446704007281801'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2033866584952083513/posts/default/1097446704007281801'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://otld.blogspot.com/2011/11/ocupar-pra-que.html' title='Ocupar pra quê?'/><author><name>Gabrielle Teixeira Montagnini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16712117590653622040</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-crh-z0eA_1E/TrhtxuIDo5I/AAAAAAAAAAQ/RSVMhGt3_60/s72-c/ocupa.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2033866584952083513.post-7402587322339370582</id><published>2011-11-21T11:11:00.005-02:00</published><updated>2011-11-21T11:46:29.399-02:00</updated><title type='text'>Boates GLS</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-AaTmh06gPK4/TspPq2SmudI/AAAAAAAAAAc/TQzt_gWrmcw/s1600/Balada-rio-de-janeiro3.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 214px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-AaTmh06gPK4/TspPq2SmudI/AAAAAAAAAAc/TQzt_gWrmcw/s320/Balada-rio-de-janeiro3.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5677437877800581586" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable  {mso-style-name:"Tabela normal";  mso-tstyle-rowband-size:0;  mso-tstyle-colband-size:0;  mso-style-noshow:yes;  mso-style-parent:"";  mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;  mso-para-margin:0cm;  mso-para-margin-bottom:.0001pt;  mso-pagination:widow-orphan;  font-size:10.0pt;  font-family:"Times New Roman";  mso-ansi-language:#0400;  mso-fareast-language:#0400;  mso-bidi-language:#0400;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Arial;font-size:8pt;"  &gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Por Bruno Delfim&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:8.0pt;mso-bidi- font-family:Arial;mso-bidi-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"  &gt;Todo mundo diz que nunca entraria numa boate GLS, mas na Lapa tudo pode mudar. Essas &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:8.0pt;mso-bidi-font-family:Arial;mso-bidi-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:12.0pt;"  &gt;quatro letras&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:8.0pt;mso-bidi-font-family:Arial; mso-bidi-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:12.0pt;"  &gt; denominam um dos lugares mais freqüentados do Rio de Janeiro. E o que a Lapa oferece para ser um dos Points da Cidade maravilhosa? A resposta é simples: mais fácil seria dizer o que a Lapa não oferece!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:8.0pt;mso-bidi- font-family:Arial;mso-bidi-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"  &gt;No ultimo feriado, resolvi ir pra Lapa com um amigo tomar uma cerveja. Chegando lá, sentamos num barzinho ali perto dos arcos e começamos a beber. Cerveja vai, cerveja vem,começamos a falar de futebol na mesa, já meio “alterado”, meu amigo pediu a conta enquanto eu tinha ido ao banheiro, quando ela chegou tomei um susto.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:8.0pt;mso-bidi- font-family:Arial;mso-bidi-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"  &gt;&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;- Rapa você ta bebendo muito hein.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:8.0pt;mso-bidi- font-family:Arial;mso-bidi-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"  &gt;- Só eu né?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:8.0pt;mso-bidi- font-family:Arial;mso-bidi-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"  &gt; &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;&lt;/span&gt;Pagamos a conta e meu amigo perguntou a garçonete qual era a boa, logo ela respondeu meio assustada:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:8.0pt;mso-bidi- font-family:Arial;mso-bidi-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"  &gt;- Tem aquela boate ali que eu vou sempre!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:8.0pt;mso-bidi- font-family:Arial;mso-bidi-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"  &gt;- Já é!&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:8.0pt;mso-bidi- font-family:Arial;mso-bidi-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"  &gt;Chegando na frente da boate, logo percebi que era uma boate GLS pelas as figuras que ali estavam, meu amigo que já estava doido nem ligou e saiu entrando na fila. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:8.0pt;mso-bidi- font-family:Arial;mso-bidi-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"  &gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:8.0pt;mso-bidi- font-family:Arial;mso-bidi-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"  &gt;- Cara tu vai entrar nessa boate mesmo?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:8.0pt;mso-bidi- font-family:Arial;mso-bidi-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"  &gt;- Vou, já to bêbado mesmo!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:8.0pt;mso-bidi- font-family:Arial;mso-bidi-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"  &gt;- Então calma que eu já volto, vou ali na barraquinha tentar ficar nessa tua “onda” .&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:8.0pt;mso-bidi- font-family:Arial;mso-bidi-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"  &gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:8.0pt;mso-bidi- font-family:Arial;mso-bidi-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"  &gt;E lá fui eu atrás da bebida:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:8.0pt;mso-bidi- font-family:Arial;mso-bidi-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"  &gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:8.0pt;mso-bidi- font-family:Arial;mso-bidi-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"  &gt;- Moça, me ver qualquer coisa que me faça entrar naquela boate por favor.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:8.0pt;mso-bidi- font-family:Arial;mso-bidi-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"  &gt;- Claro, meu filho é pra já.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:8.0pt;mso-bidi- font-family:Arial;mso-bidi-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"  &gt;- Com isso aqui, você entra em qualquer lugar!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:8.0pt;mso-bidi- font-family:Arial;mso-bidi-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"  &gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:8.0pt;mso-bidi- font-family:Arial;mso-bidi-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"  &gt;Logo que bebi, voltei pra fila muito bêbado e comecei a trocar idéia com uma mulher e o marido que estavam na fila e meu amigo não entendendo nada.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:8.0pt;mso-bidi- font-family:Arial;mso-bidi-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"  &gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:8.0pt;mso-bidi- font-family:Arial;mso-bidi-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"  &gt;- Desculpa perguntar , mais o que vocês fazem aqui?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:8.0pt;mso-bidi- font-family:Arial;mso-bidi-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"  &gt;- Ueh, você nunca entrou numa boate GLS?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:8.0pt;mso-bidi- font-family:Arial;mso-bidi-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"  &gt;-Não!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:8.0pt;mso-bidi- font-family:Arial;mso-bidi-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"  &gt;- Então ta fazendo o que aqui?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:8.0pt;mso-bidi- font-family:Arial;mso-bidi-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"  &gt;- Meu amigo e eu estamos bêbados e resolvemos entrar pra ver como é.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:8.0pt;mso-bidi- font-family:Arial;mso-bidi-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"  &gt;-Po vocês vão gostar, não tem brigas , muita gente se beijando , homem com homem , mulher com mulher...&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:8.0pt;mso-bidi- font-family:Arial;mso-bidi-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"  &gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:8.0pt;mso-bidi- font-family:Arial;mso-bidi-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"  &gt;Meu amigo olhou pra mim desesperado:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:8.0pt;mso-bidi- font-family:Arial;mso-bidi-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"  &gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:8.0pt;mso-bidi- font-family:Arial;mso-bidi-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"  &gt;- Cara tamo f.........&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:8.0pt;mso-bidi- font-family:Arial;mso-bidi-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"  &gt;- Po cara agora já estamos aqui , vamos entrar.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:8.0pt;mso-bidi- font-family:Arial;mso-bidi-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"  &gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:8.0pt;mso-bidi- font-family:Arial;mso-bidi-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"  &gt;Entramos na boate, tudo escuro, gente sem camisa, todo mundo se pegando, chegamos perto do balcão e ficamos ali bebendo, observando as pessoas mais mantendo uma distancia , ate porque era primeira vez que a gente freqüentava&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;uma boate GLS e não sabíamos o que de verdade tinha lá dentro.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:8.0pt;mso-bidi- font-family:Arial;mso-bidi-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"  &gt;2 horas da manha já de saída da boate percebi que não era tão ruim, &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;obvio que a gente só entrou na porque estávamos totalmente bebados, já meu amigo tomou uma cantanda de um gay dentro da boate e saiu falando que nunca mais voltaria pra um lugar daqueles.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:8.0pt;mso-bidi- font-family:Arial;mso-bidi-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"  &gt; Tenho que admitir que sóbrio eu nunca entraria numa boate dessa, mas as vezes é bom conhecer o lugar pra saber que aquilo que as pessoas falam não tem nada a ver , mesmo estando um pouquinho “ chapado “ !!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:8.0pt;mso-bidi- font-family:Arial;mso-bidi-Times New Roman&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"  &gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2033866584952083513-7402587322339370582?l=otld.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://otld.blogspot.com/feeds/7402587322339370582/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2033866584952083513&amp;postID=7402587322339370582&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2033866584952083513/posts/default/7402587322339370582'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2033866584952083513/posts/default/7402587322339370582'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://otld.blogspot.com/2011/11/boates-gls.html' title='Boates GLS'/><author><name>Bruno Delfim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05735295672722843108</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-AaTmh06gPK4/TspPq2SmudI/AAAAAAAAAAc/TQzt_gWrmcw/s72-c/Balada-rio-de-janeiro3.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2033866584952083513.post-5581957776741530696</id><published>2011-11-21T10:24:00.015-02:00</published><updated>2011-11-21T11:09:16.424-02:00</updated><title type='text'>O Outro Lado de O Gato de Botas</title><content type='html'>&lt;div align="right"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-4yYA_oP6d40/TspGZbvq1QI/AAAAAAAAACQ/ZCZcdDpGqBM/s1600/DSC02045.JPG"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5677427683012302082" src="http://4.bp.blogspot.com/-4yYA_oP6d40/TspGZbvq1QI/AAAAAAAAACQ/ZCZcdDpGqBM/s320/DSC02045.JPG" style="cursor: hand; float: left; height: 320px; margin: 0px 10px 10px 0px; width: 240px;" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;Por Jéssica Pires&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;“Era uma vez um moleiro muito pobre, que tinha três filhos. Os dois mais velhos eram preguiçosos e o caçula era muito trabalhador.&lt;br /&gt;Quando o moleiro morreu, só deixou como herança o moinho, um burrinho e um gato. O moinho ficou para o filho mais velho, o burrinho para o filho do meio e o gato para o caçula. Este último ficou muito descontente com a parte que lhe coube da herança, mas o gato lhe disse:&lt;br /&gt;__Meu querido amo, compra-me um par de botas e um saco e, em breve, te provarei que sou de mais utilidade que um moinho ou um asno.”&lt;/span&gt; &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman; font-size: 78%;"&gt;Foto: Jéssica Pires &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: times new roman; font-size: 85%;"&gt;&lt;span style="font-size: 100%;"&gt;Assim começa a estória do famoso Gato de Botas. O gato da literatura infantil conhecido por seu jeito sedutor, perspicaz e astuto que esse ano ganha um longa metragem só seu. Além de sua participação nos três números do Shrek, o gato já se fez presente em séries e seriados por todo o mundo. Novidades e apresentações à parte, vamos ao outro lado de O Gato de Botas, um filme dirigido por Chris Miller, que estréia no próximo dia 9 de dezembro no Brasil.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 100%;"&gt;O longa conta a trama do gato que depois de ficar um tempo foragido por ter sido acusado injustamente por roubo em sua cidade, reencontra o amigo de infância, Humpty Dumpty (Zach Galifianakis), o garoto em formato de ovo. Os dois se juntam a esperta gata Kitty Softpaws e os três vivem uma grande aventura em busca da gansa que bota ovos de ouro. O gato é dublado, nada mais nada menos pelo também sedutor Antônio Bandeiras (e não poderia ser diferente) e a gata por Salma Hayek. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nada de novidade até ai não é? Para mim também não. A surpresa foi quando em uma sexta-feira como outra qualquer (a última, dia 18), recebi um diferente convite: ganhar R$ 30,00 para fingir ser fã dos astros de O Gato de Botas na pré-estréia do filme aqui no Brasil. De primeira, foi mais que uma surpresa. Sabemos que produções como essas envolvem muitos detalhes, mas a tal ponto? Tive que participar: para que contratariam fãs para bajularem Antonio Bandeiras?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao chegar ao Cinepólis Lagoon, local do evento, a concentração de pessoas já era grande. Sábado (19), às 8h da manhã, já havia um número próximo de cinqüenta pessoas na porta do cinema. Inocente imaginei: já tem tantos fãs aqui, para que contratarem mais pessoas... Com Beth, a responsável pelo grupo que eu fazia parte (que já era de dezoito pessoas), mais quatro pessoas entregaram listas com nomes para uma das organizadoras do evento, Aline.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Eles sempre fazem isso. É para não tumultuar. Se eles abrem para todos os fãs, divulgam para fã-clube vira bagunça. Já fiz essa seleção para o A Lenda, com Will Smith, mas como foi no Centro acabou enchendo de curiosos do mesmo jeito”, explicou Beth. Todas as pessoas presentes, que às 9h, quando entramos no cinema, já chegavam a cem, eram contratadas para ficarem ali, do “outro lado” da grade, fora do tapete vermelho, tirando foto, gritando, e bajulando os famosos, mas claro com bom senso que fãs “de verdade” não teriam como foi dito por uma das pessoas que vieram nos instruir assim que entramos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lisandra levou até seu bebê, pois não tinha com quem deixar, mas disse não poder perder a oportunidade, afinal o dinheiro que arrecadaria somado a de seu marido que também estava lá já era uma ajuda para o final de semana. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;&lt;br /&gt;Mas me arrisco a dizer que cai mais uma máscara de superproduções como essa. E a mídia, mais uma vez está lá para afirmar todo o “cenário” montado: “Salma e Banderas esbanjaram simpatia e agradaram os fãs que foram prestigiar o evento.” Em nota publicada sobre o evento no site de entretenimento R7. “Salma e Antonio foram atenciosos e posaram para fotos com os fãs.” No site da QUEM.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;E assim termina&lt;br /&gt;a estória desse gato&lt;br /&gt;que foi de fato&lt;br /&gt;o mais esperto que houve.&lt;br /&gt;Gato de Botas&lt;br /&gt;que levou sua estória a tão&lt;br /&gt;bom fim.&lt;br /&gt;Feliz de quem tiver&lt;br /&gt;um gato assim!&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-6bGn_qJjLzo/TspHWeCg-QI/AAAAAAAAACc/L8P4p6BhqMs/s1600/DSC02056.JPG"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5677428731600238850" src="http://2.bp.blogspot.com/-6bGn_qJjLzo/TspHWeCg-QI/AAAAAAAAACc/L8P4p6BhqMs/s400/DSC02056.JPG" style="cursor: hand; float: left; height: 300px; margin: 0px 10px 10px 0px; width: 400px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Conversei com uma senhora que sabia o nome de quase todos que passavam por aquele tapete. Há aqueles que participam por gostarem de estar próximo desse mundo de estrelas; há aqueles que vêem nessa nova estratégia uma forma de ganhar um trocadinho; há ainda aqueles que unem o útil ao agradável. Confesso que tietiei! Afinal era Antônio Bandeiras. Simpático e brincalhão como sempre ouvi falar. Estavam lá também Thiago Lacerda, Luigi Baricelli, e até nosso colega de profissão, Tadeu Schmidt, também simpaticíssimo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Sentada no chão, cansada pela espera, eu e Sr. Antônio, pai de Beth, conversávamos com Marcelo, segurança que nos monitorava para que ficássemos no devido local indicado “estou acostumado a ver essa gente, não sei por que as pessoas ficam assim... tem gente até que chora.” Apesar de fazer parte da empresa produtora do evento Marcelo, não sabia da verdade. Sr. Antônio, perspicaz como o gato logo respondeu “nós todos temos que chorar, rapaz”. Ri e concordei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2033866584952083513-5581957776741530696?l=otld.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://otld.blogspot.com/feeds/5581957776741530696/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2033866584952083513&amp;postID=5581957776741530696&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2033866584952083513/posts/default/5581957776741530696'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2033866584952083513/posts/default/5581957776741530696'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://otld.blogspot.com/2011/11/o-outro-lado-de-o-gato-de-botas.html' title='O Outro Lado de O Gato de Botas'/><author><name>Jéssica Pires</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10125592817398786043</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-4yYA_oP6d40/TspGZbvq1QI/AAAAAAAAACQ/ZCZcdDpGqBM/s72-c/DSC02045.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2033866584952083513.post-6983066495883923407</id><published>2011-11-07T11:21:00.000-02:00</published><updated>2011-11-07T11:21:14.545-02:00</updated><title type='text'>HQs , animes e muita curtição</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" dir="ltr" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: left;" trbidi="on"&gt;﻿﻿﻿﻿﻿ &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" dir="ltr" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-cehQ4dQsrCI/Tq6gE5hfNcI/AAAAAAAAADM/4Jv0VCVzeH4/s1600/SAM_0680.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;img border="0" height="300" ida="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-cehQ4dQsrCI/Tq6gE5hfNcI/AAAAAAAAADM/4Jv0VCVzeH4/s400/SAM_0680.JPG" width="400" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;"&gt;Cléo Araújo&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" dir="ltr" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;" trbidi="on"&gt;Por Carolina Alves﻿﻿﻿﻿﻿&amp;nbsp;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 115%;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" dir="ltr" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;" trbidi="on"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 115%;"&gt;Cléo Araújo tem um emprego que muitos amantes de quadrinhos gostariam de ter. Ela trabalha no Point HQ Tijuca. Lugar onde os jovens e adultos se divertem com os animes e mangás.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" dir="ltr" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;" trbidi="on"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" dir="ltr" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;" trbidi="on"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 115%;"&gt;&amp;nbsp;Sua relação com as histórias em quadrinhos começou com o Tio Patinhas, dá pra acreditar? Pouco tempo depois, ela se apaixonou por RPG (Role Play Game)&amp;nbsp; um tipo de jogo em que os jogadores assumem os papéis dos personagens e criam narrativas que fazem parte da brincadeira. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" dir="ltr" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;" trbidi="on"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 115%;"&gt;&amp;nbsp;Ainda quando trabalhava no salão e andava toda linda, não abandonava de jeito nenhum os HQs. Sempre que podia arrumava um jeitinho de dar uma passadinha pelas lojas.&amp;nbsp;Frequentava o&amp;nbsp;Point HQ, loja conceituada do ramo de HQs, cultura pop japonesa, jogos,bottons e camisas. Então os donos da loja a convidaram para trabalhar em uma das filiais. Era a realização de um sonho. Sem pensar duas vezes, trocou de emprego. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" dir="ltr" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;" trbidi="on"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 115%;"&gt;E já faz 7 anos que ela trabalha no Point HQ. Na época o seu namorado morreu de inveja porque ele queria estar no lugar dela. Atualmente são casados e ambos compartilham coleções de jogos, HQs, mangás. Ele tem muitos outros tipos de coleções. Acreditem!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" dir="ltr" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;" trbidi="on"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 115%;"&gt;- O meu relacionamento com os clientes é ótimo. Como estou aqui há 7 anos , vi as crianças crescerem alguns agora &amp;nbsp;estão na faculdade, os&amp;nbsp; adolescentes&amp;nbsp;tornaram-se homens casados e com filhos e a maioria deles já traz os seus filhos para visitar a loja, comprar as revistinhas etc...&amp;nbsp; A parte que mais gosto de trabalhar na loja são os quadrinhos e os jogos de RPG, pra mim são os melhores. E o que mais acho legal no trabalho é poder ver como a cultura japonesa como os mangás e animes crescem cada vez mais. O publico fica casa vez maior. Há outro fator importante todo sábado tem eventos de Pokémon e Yu Gi Oh. Vêm pessoas de todas as idades. Pode se dizer que é um trabalho divertido.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" dir="ltr" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;" trbidi="on"&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: right; margin-left: 1em; text-align: right;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-Q-c1Cy1mvkM/Tq6f3JK0LpI/AAAAAAAAADE/sf-l8sVot0w/s1600/SAM_0686.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;img border="0" height="240" ida="true" src="http://4.bp.blogspot.com/-Q-c1Cy1mvkM/Tq6f3JK0LpI/AAAAAAAAADE/sf-l8sVot0w/s320/SAM_0686.JPG" width="320" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;"&gt;Os Mangás&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" dir="ltr" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;" trbidi="on"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 115%;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp;No pouco tempo que estive na loja HQ Tijuca, percebi que Cléo conhece muito bem os seus clientes, é amiga da maioria e sabe muito bem o gosto de cada um. Assim que os clientes entram na loja se cumprimentam como amigos de longa data, e &lt;personname productid="em seguida Cléo" w:st="on"&gt;em seguida Cléo&lt;/personname&gt; mostra as novas edições dos games, mangás ou quadrinhos. É boa uma relação com os clientes, particularmente quase não vejo mais esse tipo de interação de ambas às partes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" dir="ltr" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;" trbidi="on"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 115%;"&gt;&amp;nbsp; Cléo é feliz no seu trabalho, ela faz o que gosta e quando fazemos o que gostamos no trabalho é claro que trabalhamos feliz. Poucas vezes vi essa felicidade no rosto de algum conhecido, mas vi de imediato a felicidade no rosto dela.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 115%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" dir="ltr" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2033866584952083513-6983066495883923407?l=otld.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://otld.blogspot.com/feeds/6983066495883923407/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2033866584952083513&amp;postID=6983066495883923407&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2033866584952083513/posts/default/6983066495883923407'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2033866584952083513/posts/default/6983066495883923407'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://otld.blogspot.com/2011/11/hqs-animes-e-muita-curticao.html' title='HQs , animes e muita curtição'/><author><name>Carolina Alves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06450744302280111071</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-hHhah8djhAM/TW7rNWN_VhI/AAAAAAAAAAU/PLJjUYMDwfM/s220/CaroL.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-cehQ4dQsrCI/Tq6gE5hfNcI/AAAAAAAAADM/4Jv0VCVzeH4/s72-c/SAM_0680.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2033866584952083513.post-1280724113093628544</id><published>2011-11-07T10:59:00.001-02:00</published><updated>2011-11-07T11:00:45.256-02:00</updated><title type='text'>Por trás da caneta preta</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-Q2O8Bgy0LeA/TrfQVsj9bhI/AAAAAAAAAB4/gZ8HrGGWqt4/s1600/DSC01893.JPG"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5672231326854245906" src="http://1.bp.blogspot.com/-Q2O8Bgy0LeA/TrfQVsj9bhI/AAAAAAAAAB4/gZ8HrGGWqt4/s320/DSC01893.JPG" style="cursor: hand; display: block; height: 240px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 320px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt; Foto: Jéssica Pires&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family: arial; font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;Por Jéssica Pires&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Aprendi no Enem 2011: que café era coisa do demônio, que sou irmão do mosquito e primo da borboleta, que agora eu posso futucar um vaso sanitário, pois eu domino a arte de saber os componentes da privada, que vão vasculhar o Titanic novamente e fazer umas imagens em 3D “boladas”, que tomar refrigerante todo dia faz mal para os dentes, que morar em São Paulo reduz a expectativa de vida, que os escravos eram super fashions, e aprendi também que nunca... JAMAIS devo correr atrás de um vagalume porque pode ser a fêmea e ela pode me devorar.&lt;br /&gt;Entre os diversos posts de &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.facebook.com/#!/profile.php?id=682346859"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Lucas &lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;(meu irmão e motivo pelo qual escolhi essa pauta) sobre a prova, esse foi o das 21h do primeiro dia de aplicação do Enem desse ano, 22 (vinte e dois, o número do louco mesmo) de outubro, que falava sobre suas conclusões sobre o exame. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Quem já fez uma prova qualquer, sabe o quanto de nervosismo rola por trás dos mais simples preparativos. A polêmica e os debates sobre o recente modelo de aplicação do Enem, que está em vigor há dois anos, foi um dos principais assuntos seja em sala de aula, seja nas rodinhas de bate-papo e até mesmo nas redes sociais nos dias antes, durante e após os dias de prova. Quase sem querer, fiz parte dessas discussões, tive irmão, prima, vizinha, cachorro e papagaio candidatos do Enem esse ano. Entre os assuntos dicas e superstições se faziam presentes. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Dica: quando estiver fazendo a prova pede pra ir no banheiro umas duas vezes e se alonga, estica os braços, as pernas e respira fundo, e se quiser fuma até um cigarrinho - essa foi a dica do professor de Física, Artur, do cursinho pré-vestibular Miguel Couto, de Duque de Caxias.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;É fato que dois dias de prova com 180 questões mais uma redação é cansativo. Foi comum ouvir que essa forma de aplicação era mais psicológica do que qualquer outra coisa. A opinião do Lucas comprova: &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- É um pouco injusta com os participantes, pois passa a ser não só um teste conhecimentos, e sim, físico e psicológico. Há todo um mito por trás da prova do Enem que nós alunos criamos. Mas em contra partida, todas essas dificuldades são bem explícitas antes da nossa inscrição, portanto não adianta questionar isso na hora da prova até porque só faz a prova quem quer. A aplicação poderia melhorar no aspecto de carga de questões, tempo e estilo de prova - disse&amp;nbsp;(PS: Naturalmente ele não escreve assim, mas sei lá, acho que o fato de a irmã dele ser um projeto de jornalista o fez caprichar na resposta).&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Além da forma de aplicação, o Enem também mudou sua forma pontuação. Parece que o Ministério da Educação está querendo revolucionar mesmo um dos mais tradicionais processos seletivos de acesso à universidade. As questões que há mais acerto são as que menos valem, e as que há menos acerto são as que mais valem. Isso também gera um nervosismo pós prova. Mesmo que os candidatos saibam quantas questões acertaram não podem ter noção de sua pontuação. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Fui a única a não querer levar a prova. Todo mundo ficou olhando pra mim, porque a maioria das pessoas esperou ate às cinco horas só para poder levar. Eu? Ia ficar louca de saber quantas acertei, mas se foi suficiente ou não - contou Mayara, colega de turma do Lucas. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O nervosismo antes da avaliação deixou os candidatos literalmente cegos, surdos e mudos: &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Foi o&amp;nbsp;caso de uma menina que chegou às 12:45h e ficou procurando a sala, mas não achava. Ela disse que o fiscal da sala que supostamente seria a dela, não encontrou seu nome e que era pra ela procurar a coordenação. Ao olhar o cartão de confirmação, vi que o endereço da prova dela era outro, na UniverCidade, sendo que ela estava no prédio da Estácio. Mostrei a ela que ela tinha se enganado como endereço e falei pra ela correr - disse Mayara Lopes, que foi fiscal nos dois dias de prova.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O&amp;nbsp;ambiente dos pré-vestibulares é bacana. Foi fácil perceber o companheirismo dos alunos pelas redes sociais. Entre os posts do Lucas, muitos foram motivacionais. Quase que de auto-ajuda para seus amigos candidatos...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- A gente tem que se sentir orgulhoso mesmo se não consegue atingir&amp;nbsp;as metas. Chegamos até aqui, não é à toa, até porque uma prova&amp;nbsp;depende muito do seu ânimo no dia; é possível estudar o ano todo e no dia ter piriri e não conseguir fazer. Também pode não estudar nada durante o ano todo e no dia da prova ter uma luz e você se dar bem. Como uma prova não é uma boa maneira de avaliar, façamos nós mesmos nossa avaliação. Essa é a hora de olhar para trás e ver se o que fizemos foi produtivo ou não e se demos o máximo ou até proximo disso ou não... e se tudo der certo você vai se sentir bem de qualquer forma - &amp;nbsp;disse Lucas Pires.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2033866584952083513-1280724113093628544?l=otld.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://otld.blogspot.com/feeds/1280724113093628544/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2033866584952083513&amp;postID=1280724113093628544&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2033866584952083513/posts/default/1280724113093628544'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2033866584952083513/posts/default/1280724113093628544'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://otld.blogspot.com/2011/11/por-tras-da-caneta-preta.html' title='Por trás da caneta preta'/><author><name>Jéssica Pires</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10125592817398786043</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-Q2O8Bgy0LeA/TrfQVsj9bhI/AAAAAAAAAB4/gZ8HrGGWqt4/s72-c/DSC01893.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2033866584952083513.post-8777345335098354441</id><published>2011-11-07T10:38:00.002-02:00</published><updated>2011-11-07T11:08:35.335-02:00</updated><title type='text'>No banheiro tudo pode acontecer</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-tmFK__EgD3M/Tq6p8RidgwI/AAAAAAAAACI/oXXm4kO9H4M/s1600/banheiro.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5669655833871221506" src="http://3.bp.blogspot.com/-tmFK__EgD3M/Tq6p8RidgwI/AAAAAAAAACI/oXXm4kO9H4M/s320/banheiro.jpg" style="cursor: pointer; display: block; height: 147px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 273px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Uma festa. Boite fechada só para convidados. A aniversariante estava felicíssima. Os amigos iam chegando aos poucos. Bebida rolava solta. Lá pela meia noite não cabia mais ninguém. A música alta, as luzes acompanhando o som e fazendo malabarismo de cor e movimento sobre os corpos dançantes, o efeito de fumaça de gelo seco embaçando a visão, e muita, muita pegação. Eu e minha amigas estávamos na maior animaçaõ, e a Clarinha bebendo demais. De repente, começou a passar mal. Arrastamos ela para o banheiro. Foi na hora H. Mal a porta se abriu e Clarinha despejou toda a bebida, o café da manhã, o almoço e o jantar, ali, no chão do banheiro da boite. A moça que tomava conta do banheiro se prontificou a ajudar. Pegou papel toalha, colocou Clarinha sentada em uma cadeira, e fez ela respirar devagar para melhorar.&lt;/div&gt;Enquanto a moça limpava, ficou conversando com a gente:&lt;br /&gt;- Todo dia é isso. Já estou acostumada.&lt;br /&gt;E eu agradecia e pedia desculpas. E ela:&lt;br /&gt;- Vocês precisam aprender a ter limites. Precisam saber até onde podem ir.&lt;br /&gt;A Clarinha começou a melhorar e eu fiquei pensando: aquela senhora estava acostumada. O que mais ela via nos banheiros das festas?&lt;br /&gt;Banheiro é um lugar muito especial. Os homens costumam se perguntar por que as mulheres nunca vão sozinhas ao banheiro. Ora, a gente vai retocar a maquiagem, trocar ideias que não podem ser compartilhadas pelos nossos acompanhantes, combinar os próximos passos da noite. Além disso, precisamos umas das outras pra segurar a porta sem fechadura de alguns banheiros.&lt;br /&gt;E tem também os banheiros bonitos, como o do Bar do Copa, no Copacabana Palace, que merece uma foto.&lt;br /&gt;Além de tudo, a estratégia da ida ao banheiro na hora da conta é um macete da mulher para não ter despesas na hora de pagar.&lt;br /&gt;Lá pelas 3h da madrugada, voltamos ao banheiro. A funcionária continuava lá, sempre atenciosa:&lt;br /&gt;- Melhorou, Clarinha?&lt;br /&gt;- Sim, já estou bem, obrigada.&lt;br /&gt;-Vocês sabem, aqui acontece de tudo. Semana passada teve uma briga grande aqui dentro mesmo.&lt;br /&gt;- Sério? Como foi?&lt;br /&gt;- Duas moças se atracaram por causa de um rapaz. Começaram se xingando e depois rolaram pelo chão, puxando cabelo, rasgando vestido, uma baixaria.&lt;br /&gt;- E o malandro na boa...&lt;br /&gt;- É verdade. Ele acabou largando as duas aqui e foi embora em os amigos.&lt;br /&gt;-Não acredito!&lt;br /&gt;- Sério. Depois de tudo elas voltaram, se arrumaram, compraram uma balinha (apontando para sua mesinha cheia de guloseimas) e voltaram para a pista.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2033866584952083513-8777345335098354441?l=otld.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://otld.blogspot.com/feeds/8777345335098354441/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2033866584952083513&amp;postID=8777345335098354441&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2033866584952083513/posts/default/8777345335098354441'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2033866584952083513/posts/default/8777345335098354441'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://otld.blogspot.com/2011/11/no-banheiro-tudo-pode-acontecer.html' title='No banheiro tudo pode acontecer'/><author><name>Bruna Iannelli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16123912220866719610</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-tmFK__EgD3M/Tq6p8RidgwI/AAAAAAAAACI/oXXm4kO9H4M/s72-c/banheiro.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2033866584952083513.post-1300002491639470960</id><published>2011-10-31T12:07:00.002-02:00</published><updated>2011-11-01T11:25:00.795-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='http://3.bp.blogspot.com/-kX3A5ry-ePc/Tq6XR6R3cqI/AAAAAAAAAII/mY3Bptj22ig/s1600/briga2.jpeg'/><title type='text'>Paixão sem freio</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-WKkPC_oyqLo/Tq6YxF9dmGI/AAAAAAAAAIg/3bqyDzlQwj0/s1600/briga1.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;por Márcia Santos&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:Arial;color:#ffffff;"&gt;Várias vezes, como boa vascaína que sou, fui ao Maracanã ou a São Januário, assistir aos jogos do meu time. Em algumas dessas vezes tive a oportunidade de ver torcedores, se é assim que podemos chamá-los, encaminhando-se para o estádio, munidos de porretes, barras de ferro, corrente, garrafas quebradas e diversas outras armas. Sem contar os medonhos gritos de guerra.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-ZkHXGI9A6LQ/Tq6XzrzMyfI/AAAAAAAAAIU/84DrojJOuEs/s1600/briga2.jpeg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="TEXT-JUSTIFY: inter-ideograph; TEXT-ALIGN: justify" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;color:#ffffff;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 292px; FLOAT: left; HEIGHT: 280px; CURSOR: pointer" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5669636950087014498" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-WKkPC_oyqLo/Tq6YxF9dmGI/AAAAAAAAAIg/3bqyDzlQwj0/s320/briga1.jpg" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify" class="MsoNormal" align="center"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify" class="MsoNormal" align="center"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;♪♪&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt; “Domingo quente!!! Ai que emoção!!&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;♪♪&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify" class="MsoNormal" align="center"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;♪♪&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt; Eu mato um mancha e enterro um gavião!!!! &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;♪♪&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify" class="MsoNormal" align="center"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="TEXT-JUSTIFY: inter-ideograph; TEXT-ALIGN: justify" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;color:#ffffff;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="TEXT-JUSTIFY: inter-ideograph; TEXT-ALIGN: justify" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;color:#ffffff;"&gt;Sempre que via essas cenas me perguntava, o que essas pessoas iam fazer nos estádios? Quem eram eles? E logo a resposta vinha, vagabundos, desocupados, sem família e que só vão para o estádio brigar e que usam o time como desculpa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="TEXT-JUSTIFY: inter-ideograph; TEXT-ALIGN: justify" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:Arial;color:#ffffff;"&gt;_ Quem sou eu? Sou engenheiro formado, tenho 43 anos, já fui casado e trabalho numa grande construtora. Ahhh, e corintiano de corpo e alma. Atualmente moro no Rio de Janeiro, tive que sair de São Paulo por causa dos meus problemas com a polícia e o futebol. Que problemas? Tenho que falar mesmo? Fui preso três vezes, todas elas por brigas. Brigas por causa do “Timão” é claro. Em uma das vezes, cheguei a ser acusado de homicídio, um dos “malucos” que nós pegamos morreu, e fomos flagrados por uma câmera de segurança. Só escapei por que, na verdade, bati pouco no que morreu, meti a porrada mesmo num outro, foi sorte. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;&lt;span style="-webkit-text-decorations-in-effect: underline" class="Apple-style-span"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 320px; FLOAT: right; HEIGHT: 214px; CURSOR: pointer" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5669635895092627954" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-ZkHXGI9A6LQ/Tq6XzrzMyfI/AAAAAAAAAIU/84DrojJOuEs/s320/briga2.jpeg" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="TEXT-JUSTIFY: inter-ideograph; TEXT-ALIGN: justify" class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:Arial;color:#ffffff;"&gt;Surpreendentemente esses grupos não são formados só por estudantes ou desocupados, para minha surpresa, existem diversos diplomados, pais de família, pessoas que no dia a dia nunca imaginaríamos serem capazes de atitudes tão selvagens. O engenheiro corintiano, que aqui vamos chamar de A.S., conta o quanto foi difícil para ele perceber que aquilo que fazia era errado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="TEXT-JUSTIFY: inter-ideograph; TEXT-ALIGN: justify" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:Arial;color:#ffffff;"&gt;_ Como você pode ver o seu erro, se dentro das torcidas você encontra inúmeras pessoas iguais a você? Só te colocam para fora quando você põem em risco a Organização (Torcida Organizada), quando você, nas atitudes, chama a polícia lá pra dentro. Fora isso a maioria, e falo também dos diretores, te apoiam e te parabenizam pelas coisas que você faz. Dentro das torcidas organizadas não tem só vagabundos, estudantes que não querem nada, filhinho de papai, tem muito trabalhador bem sucedido. Veja meu exemplo. – declara A.S.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="TEXT-JUSTIFY: inter-ideograph; TEXT-ALIGN: justify" class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:Arial;color:#ffffff;"&gt;Alguns já conseguiram descobrir que o mal que os afeta é uma doença, para outros, surpreendentemente, suas atitudes são normais. O “amor” pelo time é algo que não tem limites. Confesso que fiquei assustada com parte do que ouvi.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="TEXT-JUSTIFY: inter-ideograph; TEXT-ALIGN: justify" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:Arial;color:#ffffff;"&gt;_ Pra mim se não é flamenguista, é inimigo, e claro, inimigo tem que morrer. Quando vejo uma camisa adversária, sei lá, fico cego. O gosto de sangue sobe a minha boca. Não vejo mais nada. Quando me dou conta tudo já aconteceu. Já perdi as contas de quantas vezes fui preso, desde os 13 anos (ele tem atualmente 39). Flamengo pra mim é tudo, não me importa mais nada. Minha família é de classe média alta, sempre estudei em boas escolas. Nunca fui e não sou vagabundo. Me formei em administração, sempre trabalhei em boas empresas, mas sempre que precisei escolher entre minha paixão pelo Flamengo e minha carreira, claro escolhi o “Mengão”. – declara M.F.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="TEXT-JUSTIFY: inter-ideograph; TEXT-ALIGN: justify" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:Arial;color:#ffffff;"&gt;O momento de tensão acontece, quando ouço a seguinte pergunta:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="TEXT-JUSTIFY: inter-ideograph; TEXT-ALIGN: justify" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:Arial;color:#ffffff;"&gt;_ Qual o seu time?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="TEXT-JUSTIFY: inter-ideograph; TEXT-ALIGN: justify" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:Arial;color:#ffffff;"&gt;Delicadamente respondo:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="TEXT-JUSTIFY: inter-ideograph; TEXT-ALIGN: justify" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:Arial;color:#ffffff;"&gt;_ Aqui não sou torcedora, sou uma estudante de jornalismo, cumprindo mais um trabalho. Mas meu time de coração é Vasco. – respondo, claro, morrendo de medo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="TEXT-JUSTIFY: inter-ideograph; TEXT-ALIGN: justify" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:Arial;color:#ffffff;"&gt;_ Sou guerreiro, sou lutador, defendo meu time com a vida se for preciso, mas sou tranquilo, não sou de briga, sou da paz. Não brigo por aí o tempo todo, é que o Flamengo é tudo pra mim, pode até perguntar minha esposa se você quiser, sou muito tranquilo. Nunca bati na minha filha, e olha que ela é fogo. Tenho vários amigos que torcem por outros times, isso não me incomoda, mas já sei que não podemos falar de futebol, se não sai briga – declara M.F.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="TEXT-JUSTIFY: inter-ideograph; TEXT-ALIGN: justify" class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:Arial;color:#ffffff;"&gt;Minhas entrevistas terminam e a certeza que tinha de que esses grupos são formados por torcedores desocupados, ou jovens sem estrutura familiar cai por água abaixo, afinal na minha frente estiveram homens bem formados, cultos, que vieram de boas famílias. Porém, no lugar da certeza que tinha surge uma dúvida, que nenhum deles conseguiu responder. O que leva essas pessoas a saírem de casa e ir para um estádio para brigar? Loucura, maldade ou um amor doentio pelo seu time de coração?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="TEXT-JUSTIFY: inter-ideograph; TEXT-ALIGN: justify" class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:Arial;color:#ffffff;"&gt;_ Quando eu saio para ir aos jogos eu já vou pronto, sei que se não matar vou morrer.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2033866584952083513-1300002491639470960?l=otld.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://otld.blogspot.com/feeds/1300002491639470960/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2033866584952083513&amp;postID=1300002491639470960&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2033866584952083513/posts/default/1300002491639470960'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2033866584952083513/posts/default/1300002491639470960'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://otld.blogspot.com/2011/10/paixao-sem-freio.html' title='Paixão sem freio'/><author><name>Marcia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14493789075600266849</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-WKkPC_oyqLo/Tq6YxF9dmGI/AAAAAAAAAIg/3bqyDzlQwj0/s72-c/briga1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2033866584952083513.post-6304767089101425992</id><published>2011-10-31T11:41:00.003-02:00</published><updated>2011-11-07T11:13:34.932-02:00</updated><title type='text'>Feiras livres – uma bagunça organizada</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-UpczCGFVVbc/TqVpHalxs2I/AAAAAAAAABw/LAvplRahzd8/s1600/feira%2Blivre%2B2.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 205px" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5667051282233406306" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-UpczCGFVVbc/TqVpHalxs2I/AAAAAAAAABw/LAvplRahzd8/s320/feira%2Blivre%2B2.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#ffffff;"&gt;Foto de Arquivo de Marco Antônio Teixeira - O Globo&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#ffffff;"&gt;Por Bruna Iannelli&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;Todo dia é dia de feira – segunda-feira, terça-feira, quarta-feira, quinta-feira, sexta-feira e... sábado e domingo, que também deveriam ser chamados de sábado- feira e domingo-feira, pois têm feira em tudo que é lugar. Eu adoro feira! Desde criança bem pequena, ia à feira com meu bisavô. E agora retomo essa tradição de família. Chego cedo – às 6 da manhã – e já encontro todas as barraquinhas prontas. Imagino que os feirantes chegaram, no mínimo, às 4 da manhã para arrumar aquilo tudo.&lt;br /&gt;Seu Manuel, cheio de disposição, me oferece seu produto:&lt;br /&gt;– Olha o abacaxi! Uma delícia!&lt;br /&gt;Confesso que não estava me sentindo muito a vontade naquele ambiente. Estou acostumada a ir ao supermercado, onde os produtos já estão embalados, pesados, nomeados e etiquetados.&lt;br /&gt;Ali era tudo diferente. Eu não sabia diferenciar um rabanete de uma beterraba. Pedi um alho-poró apontando para o aipo. E isso foi só o começo. Eu adoro alface. Sempre comi alface. Mas na feira, comprar alface é uma dificuldade. Vocês sabem quantos tipos de alface existem? O verdureiro queria que eu escolhesse.&lt;br /&gt;– Qual alface a senhora quer?&lt;br /&gt;– Fiquei sem palavras.&lt;br /&gt;– Temos alface roxa, mimosa, crespa, romana, americana, lisa... É só escolher!&lt;br /&gt;Examinei com toda a atenção e me pareceu que a mais familiar era a lisa. Mas para não ficar na mesmice, decidi:&lt;br /&gt;– A mimosa, por favor.&lt;br /&gt;Segui em frente e cheguei na barraca de frutas. O feirante estava animadíssimo:&lt;br /&gt;– Aqui moça bonita não paga... mas também não leva! Olha a promoção!&lt;br /&gt;Laranja seleta, lima, baía, pera...&lt;br /&gt;– Pera, moço? Mas aqui não é a barraca das laranjas?&lt;br /&gt;– Isso mesmo. Vai querer laranja-pera?&lt;br /&gt;A essa altura eu já estava quase desistindo, mas fui salva por uma senhorinha cheia de experiência.&lt;br /&gt;– Moça, estou vendo que você está com dificuldade para escolher as frutas...&lt;br /&gt;O nome dela é Ilídia. Mora no Grajaú há 60 anos, desde que se casou. Ela nasceu em Portugal e se casou com um italiano, que ela conheceu quando trabalhava em uma loja de tecidos nesse mesmo bairro. Dona Ilídia vai à feira das quartas e sábados. Compra legumes e verduras, mas o que ela mais gosta de comprar na feira é o peixe, sempre bem fresquinho.&lt;br /&gt;– O peixe deve estar com os olhos brilhando e as brânquias rosadas.&lt;br /&gt;Continuando, ali, na barraca das laranjas, Dona Ilídia me ensinou que a laranja mais doce é a lima, mas que a melhor para se fazer suco é a seleta. Já a laranja-pera é mais azeda. Enquanto isso, o feirante descascou uma laranja seleta e ofereceu um pedaço para cada uma de nós, como “provinha”. Maravilha! Na feira, a gente compra experimentando. Isso é muito bom! Saí da barraca com duas dúzias de laranja seleta e uma dúzia da lima. Fui atrás da Dona Ilídia para escolher o peixe. Dentre tantas opções, todos estavam fresquinhos. Minha “guia”, no entanto, me deu uma dica importante: preferir os peixes que estão por baixo dos outros na banca, para evitar aqueles mais afastados da refrigeração. Acho que fiz uma bela escolha quando pedi um quilo de filé de salmão (é que eu odeio comer peixe com espinha, e elas não são tiradas no corte das postas, só no filé).&lt;br /&gt;Despedi-me da Dona Ilídia e segui meu caminho. Achei uma barraca de frutas variadas: uvas, caju, acerola, ameixa, carambola, cereja, figo, goiaba, jabuticaba, pêssego, mamão, melão, maçã e banana. O vendedor me explicou que o preço das frutas depende da época do ano. Agora em outubro, por exemplo, é época de melão, mamão, goiaba, uva e manga. Por isso essas frutas estão mais em conta. Quando compramos as frutas fora da estação, o preço fica absurdo, pois é preciso muita despesa do produtor para cultivá-la durante o ano inteiro. Nesse caso, aproveitei para me abastecer com uvas e goiabas, que eu adoro e lembram minha infância na casa da minha avó. Tive ainda muitas surpresas quando descobri a banana-maçã, a manga-espada e o melão-pele-de-sapo.&lt;br /&gt;Mas a maior alegria para mim foi chegar no final da feira e encontrar uma grande barraca de pastel. Descobri que o Pastel do Bigode é famoso. Vem gente de longe só para saborear um delicioso pastel frito na hora, acompanhado de um autêntico caldo de cana. A barraca tem uma parafernália que espreme a cana na hora. Sem qualquer aditivo, sai da máquina uma deliciosa bebida que acompanha de forma brilhante o pastel. Para variar, eu fiquei na dúvida sobre o sabor. Tinha de queijo, carne, frango, carne-seca, presunto, bacalhau ou camarão. E eles são servidos queimando. O bigode não cansa de orientar os novos clientes:&lt;br /&gt;– Cuidado com o vapor!&lt;br /&gt;Como não podia deixar de ser, eu experimentei o tal vapor... na primeira mordida, aquele bafo quente me ardeu os olhos... Não era um pastel de vento, mas o vento quente que saiu de dentro dele me ensinou uma lição: quando comprar um pastel, “cuidado com o vapor”.&lt;br /&gt;Na semana seguinte, lá estava eu de novo para conferir “os produtos mais fresquinhos do Brasil”, conforme anunciava o dono da barraquinha de legumes e verduras ralados. Sim! Ali na feira encontrei produtos selecionados e prontos para ir para a panela! A Zileide, que trabalha na feira há mais de 30 anos diz que a procura é muito grande:&lt;br /&gt;-- As donas de casa muitas vezes não têm tempo pra cortar, picar ou ralar os legumes. Se não for assim, elas nem compram, disse Zileide.&lt;br /&gt;-- A senhora já cortou couve mineira bem fininha? Perguntou a vendedora.&lt;br /&gt;-- ?...&lt;br /&gt;Bom, eu não saberia escolher uma couve mineira, nem cortá-la e muito menos, prepará-la.&lt;br /&gt;Zileide me mostrou seus produtos. São saquinhos fechados contendo batatas cortadas em cubinhos; couve; legumes misturados em cubinhos e uma grande variedade de legumes e verduras já prontos para irem para a panela.&lt;br /&gt;Uma fregueza pediu um saquinho de aipim descascado e outro de legumes cortadinhos:&lt;br /&gt;-- Esse é para a salada de maionese.&lt;br /&gt;Mais adiante, fui abordada por um vendedor itinerante.. Sim, é isso mesmo. Na feira, além dos feirantes das barraquinhas, há aqueles que ficam circulando de uma ponta à outra da feira oferecendo suas mercadorias.&lt;br /&gt;-- Olha o alho! A senhora está precisando de alho?&lt;br /&gt;-- Não, obrigada.&lt;br /&gt;-- R$5 o lote.&lt;br /&gt;-- Não, obrigada.&lt;br /&gt;-- Eu deixo por R$4 prá senhora.&lt;br /&gt;-- Obrigada, eu não.&lt;br /&gt;-- Vamos fazer um negócio; dois lotes do melhor alho da feira por R$3.&lt;br /&gt;Não resisti. Parecia uma pechincha aquele alho todo por R$3. Levei!&lt;br /&gt;Outro vendedor andarilho me ofereceu meia dúuzia de belos limões embalados em uma rede verde. Parecia uma obra de arte aqueles limões enfileirados e ensacados por “apenas” R$2. Comprei!&lt;br /&gt;Confesso que fiquei encantada com tudo o que aprendi na feira, mas acho que preciso fazer um curso de culinária porque depois da feira fui ao shopping e comprei uma bela fruteira. Com meus dotes de decoração, fiz um belo arranjo com as frutas e os legumes para enfeitar a mesa.&lt;br /&gt;Quando àquele alho todo...até hoje estou me perguntando o que me deu na cabeça para comprá-lo. Acho mesmo que o vendedor era especialista em Publicidade pela Universidade Candido Mendes.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2033866584952083513-6304767089101425992?l=otld.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://otld.blogspot.com/feeds/6304767089101425992/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2033866584952083513&amp;postID=6304767089101425992&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2033866584952083513/posts/default/6304767089101425992'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2033866584952083513/posts/default/6304767089101425992'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://otld.blogspot.com/2011/10/feiras-livres-uma-bagunca-organizada.html' title='Feiras livres – uma bagunça organizada'/><author><name>Bruna Iannelli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16123912220866719610</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-UpczCGFVVbc/TqVpHalxs2I/AAAAAAAAABw/LAvplRahzd8/s72-c/feira%2Blivre%2B2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2033866584952083513.post-7468690115593040933</id><published>2011-10-30T19:14:00.000-02:00</published><updated>2011-10-30T19:14:06.769-02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;Animais também fazem fisioterapia&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Há quase uma década a fisioterapia em animais foi regulamentada mas este segmento do mercado veterinário ainda sofre preconceito da sociedade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Era um começo de final de semana e todos estavam combinando de ir à praia para aproveitar aquela manhã de um sábado ensolarado. Todos estavam prontos e alegres para aproveitar aquele momento de descontração, mas quando o promotor de eventos, Norberto Vianna Junior, foi até o canil para alimentar o seu bichinho de estimação - um belo cão da raça teckel, conhecido também como salsichinha - foi surpreendido com uma cena desagradável. “O Bethoven, como eu&amp;nbsp; o chamo, estava deitado, não andava mais e não demonstrava a felicidade que fazia quando eu chegava todos os dias”, afirmou.&lt;br /&gt;O cão foi levado a um médico veterinário, em Niterói, região metropolitana do Rio de Janeiro, para uma consulta e foi constatado uma grave lesão na coluna. Dentre os tratamentos oferecidos, o veterinário indicou sessões de fisioterapia, um tratamento menos agressivo para o organismo dos animais. Depois da sexta sessão de fisioterapia, Bethoven, começou a andar. “ Eu não acreditava que seria possível porque desconhecia esta forma de tratamento em animais de estimação. Só conhecia em seres humanos; mas depois do que eu vi, não tinha como não acreditar e continuei levando-o para as sessões de fisioterapia”, disse Norberto Vianna Junior, emocionado. &lt;br /&gt;Segundo o Doutor Ricardo Pacheco, nos últimos anos, a fisioterapia veterinária vem comprovando cada vez mais sua importância e os benefícios de suas técnicas. Os profissionais especializados na área tentam quebrar tabus antigos de que certas lesões obrigatoriamente necessitam de intervenções cirúrgicas, ou que o animal não tem chance de melhora e o sacrifício seria uma alternativa para aplacar a dor. Com a fisioterapia, muitos animais hoje levam uma vida normal mesmo após terem sido desenganados e recebido indicação de sacrifício pois não teria mais solução. “80% dos animais com lesões de coluna que apresentam sinais clínicos de dor, dificuldades de locomoção e déficit neurológico, possuem uma recuperação parcial ou completa deste quadro quando são submetidos ao tratamento fisioterápico associado à acupuntura” afirmou o veterinário. &lt;br /&gt;Ricardo explica que a fisioterapia pode ser feita em cães, gatos e até mesmo em animais exóticos e selvagens. O tratamento é feito com a ajuda de aparelhos modernos como os que utilizam feixes de raio-laser e/ou infravermelho, equipamentos de ultrassom, esteira aquática entre outros que ajudam na reabilitação do animal. &lt;br /&gt;A fisioterapia também pode ser feita na água (hidroterapia) associada a sessões de banhos terapêuticos. “A indicação dos exercícios é estabelecida para cada paciente mediante avaliação da patologia”, disse Ricardo. &lt;br /&gt;O veterinário afirma: “A cura completa depende da patologia que o animal possui e em começar o tratamento o mais rápido possível. É preciso que todos os proprietários de animais tenham consciência de que o sacrifício tem que ser a última opção para o animal que deixou de andar, que sente dor, que perdeu alguma função física ou tem/teve cinomose. Sempre há caminhos a serem usados para aumentar o bem-estar do animal e para buscar a cura. &lt;br /&gt;E termina dizendo: “Animais de estimação são como seres humanos. Se você chegar ao hospital com uma lesão grave de coluna os médicos procurarão de todas as formas (muitas vezes buscando recursos até mesmo fora do país) artifícios para curá-lo ou o desenganarão como se você fosse um doente terminal de câncer que tem 03 meses de vida?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2033866584952083513-7468690115593040933?l=otld.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://otld.blogspot.com/feeds/7468690115593040933/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2033866584952083513&amp;postID=7468690115593040933&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2033866584952083513/posts/default/7468690115593040933'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2033866584952083513/posts/default/7468690115593040933'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://otld.blogspot.com/2011/10/animais-tambem-fazem-fisioterapia-ha.html' title=''/><author><name>Anderson Gaieski</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08347248569483410255</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/_s4DHlhsBk_k/S4_HTWgr4mI/AAAAAAAAAAw/Z7pOgGpZN_c/S220/OgAAADis8q9rYRvRAG3NMxqLf22lyTMa1V7o4MR-1r0i9IsGxBVOZGkQPU9ci6qoNXvnj2gJyqrgZ2dZSETPHLRt36UAm1T1UICyQFSVUTdrDYYHheUexR16SQHL.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2033866584952083513.post-7140988918391491903</id><published>2011-10-24T23:59:00.031-02:00</published><updated>2011-10-30T19:35:09.490-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='OcupaRio'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Primavera Árabe'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='OcuppyWallStreet'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Bitcoin'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Banco Central'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ouro'/><title type='text'>O passado é guia para o futuro</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-EswSPBux0LM/TqTSkpcxaGI/AAAAAAAABJU/78TZpToAS8o/s1600/img1134o.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="213" src="http://2.bp.blogspot.com/-EswSPBux0LM/TqTSkpcxaGI/AAAAAAAABJU/78TZpToAS8o/s320/img1134o.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;Ele também está indignado&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;A atual crise financeira tem mudado a forma das pessoas expressarem a sua insatisfação com o governo. Se, no passado, era comum ver multidões nas ruas com faixas, bandeiras e palavras de ordem, as últimas décadas, mesmo com as seguidas crises nos anos 90, foram relativamente calmas. Entretanto, a chamada "Primavera Árabe" pode ter trazido de volta a tradição de se protestar nas ruas.&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para a maior parte do Ocidente, os jovens árabes organizaram-se&amp;nbsp;por meio&amp;nbsp;do Facebook e do Twitter. Porém, para Peter Klein, professor de Ciências Sociais Aplicadas da Universidade de Missouri, houve um componente esquecido: "a rede de TV Al-Jazeera. Repare que os países onde as revoltas tiveram mais força (Líbia, Tunísia e Egito) foram países também próximos do Ocidente e que estão sendo substituídos por governos mais ligados ao Islã. E a TV ajudou demais na propagação da revolta”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É certo, também, que a queda do Muro de Berlim e o fim da União Soviética deixaram, por um período, uma parte do espectro político sem, digamos, bandeira. Com isso, a esquerda assumiu as causas das minorias e assumiu como inimigo não mais apenas os EUA, mas todo o sistema financeiro mundial e as Grandes Corporações.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Enquanto tudo isso ocorria, nos EUA havia um movimento descentralizado e completamente heterogêneo que dominava o noticiário e a pauta política durante os debates da dívida americana: o Tea Party. Dependendo da fonte de informação do leitor, eles poderiam ser um bando de fanáticos religiosos ou um grupo que prega o respeito à tradição dos "Founding Fathers" (os que assinaram a Declaração de Independência Americana e a Constituição) e que, assim, condena veementemente a escalada de gastos e a intervenção militar em outros países. Porém, para nós, &amp;nbsp;o que importa é que os seus protestos tinham cobertura do mundo todo, inclusive no Brasil.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A crise continuou, a Grécia está cada vez mais afundada em dívidas, levando junto a Espanha e a Itália, e a economia dos EUA continua a patinar. Com isso, uma parcela dos americanos elegeu os seus culpados: Wall Street. Segundo aqueles que por semanas ocupam a rua do coração financeiro dos Estados Unidos, a crise é culpa da ganância dos ricos; ou melhor, do 1% da população que, segundo os manifestantes, detém 40% da riqueza do país.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O certo é que o movimento se espalhou pelo mundo, ávido por ter uma bandeira para chamar de sua e, assim, poder gritar contra o que consideram o mal do mundo. Sem pautas definidas, seja aqui no Rio de Janeiro (na Cinelândia), em Roma ou em Nova York, o objetivo é agrupar o máximo de pessoas possíveis e protestar contra o que consideram errado no mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-JwA_-Iodu7Y/TqTTZmGyACI/AAAAAAAABJc/cGENeonVe5w/s1600/498979.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="236" src="http://2.bp.blogspot.com/-JwA_-Iodu7Y/TqTTZmGyACI/AAAAAAAABJc/cGENeonVe5w/s320/498979.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Porém, há mais gente que também não concorda com o governo ou, como se dizia antes no movimento estudantil, "contra tudo isso que está aí". Sem protestos virulentos, buscam soluções para viverem a sua vida longe dos tentáculos do governo e suas regulações. Com esse espírito, surgiu em 2009, o Bitcoin, a primeira moeda virtual, livre das impressoras governamentais e do Banco Central.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com um programa instalado na sua máquina que funciona como uma carteira, você pode realizar transações com o mundo todo. Após, claro, adquirir as moedas através da bolsa de bitcoins ou comprando diretamente de outras pessoas. Há, também, um jeito de garimpar moedas, embora em menor quantidade, realizando alguns trabalhos. E, com o bitcoin, é possível adquirir toda a sorte de serviço como guitarras, jogos... e até drogas!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;object class="BLOGGER-youtube-video" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" data-thumbnail-src="http://2.gvt0.com/vi/Um63OQz3bjo/0.jpg" height="266" width="320"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Um63OQz3bjo&amp;fs=1&amp;source=uds" /&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /&gt;&lt;embed width="320" height="266"  src="http://www.youtube.com/v/Um63OQz3bjo&amp;fs=1&amp;source=uds" type="application/x-shockwave-flash"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O bitcoin cresceu tanto que, segundo o programador paulista Ney Fonseca, "saiu anúncio na revista Forbes e o preço da moeda disparou. Porém, para os brasileiros, é ainda complicado comprar por causa das taxas. Entretanto, é possível adquiri-las mais barato através de sites em países como Hong Kong e operar normalmente".&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O objetivo do Bitcoin é fugir das garras do governo. Com os Bancos Centrais do mundo inteiro imprimindo dinheiro compulsivamente para pagar as suas dívidas – o que faz com a moeda se desvalorize – alguns se voltam para o meio de troca mais antigo do mundo: o ouro. Cristiano Chiocca, economista e praxeologista também de São Paulo, compra ouro, pois, segundo ele, "é a forma mais segura de formar uma poupança". Ele explica melhor o temor das ações do governo: "O ouro é um ativo que não está sujeito à manipulação de oferta por interferências governamentais e é aceito e reconhecido mundialmente, encontrando liquidez em qualquer parte do mundo, podendo ser transformado em bens e serviços em qualquer lugar do globo."&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ouro, protestos nas ruas e novas moedas. Nunca o mundo foi tão antigo. A modernidade replica velhos métodos. A explicação é uma só: os anos passam e os problemas continuam os mesmos: corrupção, governos gastando demais, guerras e gente sentindo-se excluída. Porém, felizmente, o novo século trouxe novas soluções. É esperar que elas sejam bem usadas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Crédito da foto: Junior Ervin (Ron Paul's Forum -&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.ronpaulforums.com/"&gt;http://www.ronpaulforums.com/&lt;/a&gt;)&lt;br /&gt;Imagem #OcupaRio - divulgação&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2033866584952083513-7140988918391491903?l=otld.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://otld.blogspot.com/feeds/7140988918391491903/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2033866584952083513&amp;postID=7140988918391491903&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2033866584952083513/posts/default/7140988918391491903'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2033866584952083513/posts/default/7140988918391491903'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://otld.blogspot.com/2011/10/o-passado-e-guia-para-o-futuro.html' title='O passado é guia para o futuro'/><author><name>Thiago Pinheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17968998026459542792</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://1.bp.blogspot.com/_aXLBWSO1gew/S7ZWXBj8sXI/AAAAAAAAA0g/f9wAbvDLgW8/S220/ATgAAABEr4fYcxe4m99mM4Bw32Ekt8jROcRyFtx0mT7Gy1vOfV4izSJaELTznYmMYV569x0q82mYC8i126Eck2Kcv_AQAJtU9VCYiXtFR7TfwVDlj5WGzlQZIH8AnA.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-EswSPBux0LM/TqTSkpcxaGI/AAAAAAAABJU/78TZpToAS8o/s72-c/img1134o.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2033866584952083513.post-4897534716334084729</id><published>2011-10-24T13:30:00.005-02:00</published><updated>2011-10-30T18:34:14.741-02:00</updated><title type='text'>Cambistas, um mal para sociedade?</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-HOR7pcU1LCc/TqWHLdMckrI/AAAAAAAAAAQ/Kwmm_UiNy6c/s1600/images.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5667084337000780466" src="http://1.bp.blogspot.com/-HOR7pcU1LCc/TqWHLdMckrI/AAAAAAAAAAQ/Kwmm_UiNy6c/s320/images.jpg" style="cursor: hand; float: left; height: 190px; margin: 0px 10px 10px 0px; width: 266px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;por Bruno Delfim&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Hoje em dia, o termo ‘cambista’ é conhecido como pessoas que compram antecipadamente ingressos de shows ou partidas de futebol e revendem por um preço muito mais elevado para as pessoas que não puderam comprar a tempo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;As ações desses cambistas nas portas de shows ou em estádios de futebol acontecem sempre porque não temos organização e nem respeito com as pessoas que vão comprar esses ingressos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;No ultimo feriado, fui tentar assistir o jogo entre Botafogo x Ceará no estádio Engenhão pelo campeonato brasileiro. Como não tinha comprado o ingresso antecipadamente, cheguei lá por volta de 1 hora antes do jogo para poder comprar, logo que entrei na fila, vi os torcedores irritados e uma confusão, descobri que os ingressos já tinham sido esgotados nas bilheterias. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;- Mal cheguei&amp;nbsp;à fila e ja veio um senhor com mais de 100 ingressos nas maos. " Qual setor voce quer ?", " me manda 70 reais que eu desenrolo um ingresso pra você ".&lt;/span&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;A confusão era porque os ingressos estavam todos nas mãos dos cambistas que agiam livremente na fila. Cada cambista devia ter uns 100 ingressos para vender e os torcedores que ali estavam não conseguiam comprar. Como os ingressos acabam nas bilheterias e na fila tem cambista com 100 ingressos para vender? Sem contar o preço, o ingresso que normalmente é 20 reais, é vendido pelo cambista a 80 reais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-weight: normal;"&gt;Fui até a atendente da bilheteria perguntar porque um cara conseguiu ter 100 ingressos para vender e eu nao consiguia um ingresso para poder ver o jogo. Recebi uma fechada de porta na cara e nada mais que isso. Realmente, vi que depois da confusão era melhor pegar um ônibus e voltar para casa e tentar na próxima.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-weight: normal;"&gt;Alguns cambistas acham que é um meio de ganhar a vida e não violam o bem-estar de ninguém. Não violam? Compram ingressos por 20 reais e revendem a 80 reais, compram a 50 reais vendem a 150,180,200 reais.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-weight: normal;"&gt;O Brasil é o país do futebol e o povo brasileiro é apaixonado por futebol. E nós torcedores que tentamos ir ao estádio comprar os ingressos só queremos ser bem tratados e conseguir assistir ao jogo.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;E´ um desrespeito com os torcedores que vão ate o estádio para ver seu time e não conseguem sequer entrar lá.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2033866584952083513-4897534716334084729?l=otld.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://otld.blogspot.com/feeds/4897534716334084729/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2033866584952083513&amp;postID=4897534716334084729&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2033866584952083513/posts/default/4897534716334084729'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2033866584952083513/posts/default/4897534716334084729'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://otld.blogspot.com/2011/10/cambistas-um-mal-para-sociedade.html' title='Cambistas, um mal para sociedade?'/><author><name>Bruno Delfim</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05735295672722843108</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-HOR7pcU1LCc/TqWHLdMckrI/AAAAAAAAAAQ/Kwmm_UiNy6c/s72-c/images.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2033866584952083513.post-1921405489305131060</id><published>2011-10-24T11:53:00.000-02:00</published><updated>2011-10-24T11:53:34.912-02:00</updated><title type='text'>A versátil internet</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;strong&gt;A versátil internet: como a tecnologia está mudando a comunicação popular&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;Por: Gabrielle Montagnini&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Brasil afora milhares de lutas são travadas diariamente. Bandeira é o que não falta: direitos das mulheres, dos negros, dos homossexuais, dos trabalhadores das mais diversas áreas. Lutam todos pelos mesmos direitos, os direitos humanos. E na última década conquistaram uma importante aliada para esta batalha: a internet.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A internet inicia uma nova etapa no direito à comunicação, até então, o único canal entre os movimentos sociais e a população eram os “boletins” e “informativos”, velhos conhecidos dos movimentos sociais e sindicatos, mas que sempre foram distribuídos de forma extremamente setorializada.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Isso sem citar os jornalões que preferem tratar o assunto como caso de polícia, empregando um discurso repressivo e mistificador que só contribui para a sua criminalização de movimentos legítimos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O direito à comunicação, que muito pouco discutimos, levando em consideração sua importância social é a porta de entrada para uma realidade mais democrática. Através da livre expressão o sujeito não é mais prisioneiro do que lhe permitem saber, mas constrói dia-a-dia o que, pra ele, é informação relevante.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;Vivemos, especialmente no Brasil, em meio a um verdadeiro mar de diversidade, que exige de nós o acompanhamento e legitimação de suas diversas formas de expressão. A comunicação é para o indivíduo uma forma de se posicionar enquanto ator social, construtor de sua própria realidade e não expectador passivo do destino de sua vida.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um sistema de comunicação mais democrático (como a internet) possibilita ao indivíduo expressar-se sem o controle, discriminação ou censura, seja por parte do Estado ou da grande mídia. A comunicação além de um direito em si é também a ponte para o conhecimento e a exigência do cumprimento de outros direitos fundamentais. Fato é que a comunicação é a ferramenta mais eficaz para que a população tenha ciência de seus direitos e a internet está desempenhando um papel decisivo no rumo dessa história.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas, nem tudo são flores. Essa nova forma de fazer comunicação também exige uma atenção especial de quem pretende utiliza-la, para que não cair no erro de publicar algo que não chegará aos ouvidos ou olhos de quem se espera, seu receptor.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- A comunicação da luta por outras conquistas populares (reformas estruturais, políticas, etc.) tem crescido&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;nos meios digitais, mas existe uma grande dispersão pela própria natureza do espaço web e que exige uma organização desses movimentos. Enquanto os veículos da grande mídia, que se propõem a fazer oposição aos governos, quando se propõem a isso, atuam mais comprometidas com os setores conservadores e neoliberais. Crítica de verdade mesmo só fazem os jovens movimentos questionadores, que infelizmente ainda são deficientes em sua organização - &amp;nbsp;ponderou o estudante de história da UFRJ, Paul Aguiar.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Porém, utilizando a atenção e organização devida, podemos iniciar uma nova etapa na construção da comunicação popular, alternativa e de lutas. Adquirindo mais liberdade em relação ao contudo que consumimos e vislumbrando um horizonte menos hegemônico.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- A maior parte da mídia consumida no pais é monopolizada por algumas companhias que controlam um grande número de canais de comunicação simultaneamente. Jornais revistas e televisão operam dando maior ou menor ênfase às noticias e exercendo um controle absurdo na população, na opinião pública - lembrou Paul.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;A Primavera Árabe:&lt;/strong&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A internet, principalmente com o auxilio das redes sociais, foi uma das ferramentas mais eficazes utilizadas contra a ditadura nos países árabes e desempenhou um importante papel no processo de transição para a democracia. Não fossem as centenas de vídeos e noticiais veiculados a cada minuto, estaríamos fadados a ouvir aquilo que nos permitissem sobre esses movimentos. Enquanto sendo estabelecida essa comunicação direta (movimentos árabes – população mundial), enxergamos o lado cru desses eventos e seus atores sociais.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- A internet teve um papel de propagação e divulgação do que ocorreu com uma rapidez incrível. O mundo está conectado. Com isso, ocorreu a possibilidade de mundos distantes estarem mais perto do que nunca, graças à tecnologia e seus avanços. O que mostra também que a maior parte dos manifestantes, jovens, percebeu que a ferramenta mais eficaz para que o mundo tenha a informação em tempo real é de fato a internet. E através dela, a população desses países puderam se unir contra a política centralizadora e autoritária, dando origem à Primavera Árabe -&amp;nbsp;comentou a historiadora e especialista em história da África e do negro no Brasil, Angélica Ventura. &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2033866584952083513-1921405489305131060?l=otld.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://otld.blogspot.com/feeds/1921405489305131060/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2033866584952083513&amp;postID=1921405489305131060&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2033866584952083513/posts/default/1921405489305131060'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2033866584952083513/posts/default/1921405489305131060'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://otld.blogspot.com/2011/10/versatil-internet.html' title='A versátil internet'/><author><name>Gabrielle Teixeira Montagnini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16712117590653622040</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2033866584952083513.post-3535476702700015314</id><published>2011-10-24T11:39:00.000-02:00</published><updated>2011-10-24T11:39:06.879-02:00</updated><title type='text'>Caras e bocas e muito ti, ti, ti...</title><content type='html'>Por Márcia Santos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Brigas, cenas de ciúmes, polícia, cenas de amor, festas, pessoas dos mais diversos tipos e classes sociais, todas num mesmo local. Muitas histórias. Não! Não estamos falando de uma novela, estamos falando da vida real. O local? Os diversos motéis que existem pelas cidades, dos mais chiques e elegantes aos mais simplórios.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Alguma vez você já parou para imaginar o que acontece nesses lugares? Sexo, é claro, você responderia. Mas estou me referindo às histórias que acontecem nesses lugares. Você já imaginou o que as pessoas que trabalham ali veem e escutam?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- (ele solta uma grande gargalhada o amigo de trabalho também ri muito) xiiiiii, já vi muita coisa engraçada, esquisita, coisa que a gente pode chamar de “coisa de outro mundo” (fala ainda rindo). Já vi muita mulher pelada, muito homem pelado, tem gente que não tem vergonha não, abre a porta sem roupa. Depois de 27 anos nesse trabalho, você nem imagina o que já presenciei.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Esse é João Guimarães, um senhor já de meia idade, simpático, sempre com um sorriso no rosto, amigo de todos, mas muito discreto. Entre idas e vindas de muitos motéis, Seu&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-0B9yOQXZNhQ/TqVgcPkU4qI/AAAAAAAAAHM/sHZ6Gv8GSy8/s1600/mot%25C3%25A9is6.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5667041744447136418" src="http://4.bp.blogspot.com/-0B9yOQXZNhQ/TqVgcPkU4qI/AAAAAAAAAHM/sHZ6Gv8GSy8/s320/mot%25C3%25A9is6.jpg" style="cursor: hand; float: left; height: 206px; margin: 0px 10px 10px 0px; width: 140px;" /&gt;&lt;/a&gt; Guimarães como é chamado pelos colegas, é um colecionador de histórias. Algumas como mero espectador, outras como personagem principal. Como quando foi traído pela primeira esposa, ela flagrada por um amigo quando entrava num motel com outro homem. Triste sina, a mulher num motel com outro.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;_ Vi mulher bater em homem. Uma vez já aqui na Tijuca. Estávamos trabalhando normalmente, quando escutamos um homem gritando socorro. A experiência nos ensina nesses casos é só prestar atenção, pode ser aqueles negócio de “festicha”(sic) né? Mas depois de alguns minutos de silêncio, o homem começou a gritar socorro de novo. Chegamos perto da porta, escutamos o homem chorando e implorando para que a mulher parasse, “para, você vai me matar, eu não fiz nada, você tá maluca” e a mulher só xingava e dizia “é para você deixar de ser sem vergonha”. Ligamos para o quarto, ninguém atendeu. Aí veio a gritaria mesmo, coisa caindo, sei lá, muito barulho. Chamamos o segurança e entramos no quarto. O homem, um daqueles grandão, fortão, estava todo encolhido num canto, já todo machucado, e a mulher, pequeninha, um tipinho bem esquisito, batendo no cara. O segurança segurou ela, que se sacudia toda e dizia que ía matar o homem, e ele ainda no cantinho todo encolhido e chorando, morrendo de medo da mulher. Levamos ela pra outro quarto e claro, chamamos a polícia que levou os dois. Vai entender né, como um homem daquele tamanho apanhou daquela mulher, ele é muito bobo mesmo. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;_ Polícia, como assim polícia? É comum isso aqui? – pergunto assustada.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;_ Aqui tem polícia todo dia, mas não é só aqui não, nos outros hotéis que trabalhei também. É mulher atrás de marido traidor. É namorado batendo em namorada. É homem brigando com homem. É gente que bebe e come e no fim não quer pagar a conta, garotão, então&lt;span style="color: black;"&gt;,&lt;/span&gt; adora fazer isso. Chega aqui com o maior mulherão, pede o quarto mais caro, pede as coisas e depois cria caso para pagar a conta.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas não é só Seu Guimarães que tem histórias para contar, Letícia, recepcionista do mesmo motel, também gosta de falar, e entre gargalhadas conta diversas situações. Depois de alguns pequenos casos, ela é pressionada pelas colegas para contar uma situação pela qual passou, meio que envergonhada, com um sorrisinho começa:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Aqui me chamam de “anjo das cornas” (e dá umas gargalhadas), porque toda mulher traída que chega eu fico com pena, mas dessa vez eu fui o anjo do traidor (dá mais gargalhadas antes de continuar), isso sim. E arrumei uma “sarda”(sic) pra me coçar. Chegou no final da tarde um cara lindo, mas lindo mesmo, com uma garota até que mais ou menos. Na hora chegamos até comentar, lindo e pobre (elas acham graça, ela e as outras duas meninas que estão trabalhando). Pobre, é ele chegou a pé, nem de taxi o cara veio, pediu um quarto barato. É pobreza demais (todas elas riem).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com uma cara de espanto pergunto, “vocês comentam sobre os clientes?”&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;_ Claro! (muitos risos) A gente também se diverte! Tem uns que a gente até liga lá pra cima pra saber. – responde uma das meninas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;_ Um tempo depois chegou uma mulher, com a maior cara de barraqueira. Olha que eu sou da favela e conheço bem o tipo (dá uma risada). Ela só falava que quando pegasse o safado ela ía “arrancar as bolas dele”, assim mesmo. E ficou de guarda na porta. Quando o cara saiu, fiquei com pena. Cara, ele era muito bonitinho “praquela” mulher estragar ele (todas dão uma risada). Aí avisei, “olha tem uma mulher estressada te esperando. Ela falou que vai te quebrar.” Ele ficou logo desesperado, nem precisei falar como era a mulher, ele já sabia. Aí pediu pelo amor de Deus para eu ajudar ele, que ele precisava sair sem que ela visse. Falou que ela era maluca. Fiquei com pena, o cara era uma gatinho. Perguntei se ele tinha dinheiro pro taxi, ele disse que sim. &lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-0JCkJCqk1Xs/TqVg0S3dLYI/AAAAAAAAAHY/Syze61hQcps/s1600/mot%25C3%25A9is2.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5667042157649538434" src="http://2.bp.blogspot.com/-0JCkJCqk1Xs/TqVg0S3dLYI/AAAAAAAAAHY/Syze61hQcps/s320/mot%25C3%25A9is2.jpg" style="cursor: hand; float: right; height: 231px; margin: 0px 0px 10px 10px; width: 180px;" /&gt;&lt;/a&gt;Chamei um, ele entrou e saiu abaixado. No dia seguinte recebi flores, feinhas (balança a cabeça negativamente), com um cartão agradecendo a ajuda. Depois disso recebi flores vários dias, sempre com bilhetinhos me convidando pra sair. Ele chegou aqui perguntando a hora que eu ía embora, sempre enrolava, mas o cara insistia. Um dia fiquei “puta” (põe a mão na boca), desculpa o palavrão (eu digo que tudo bem), fiquei “puta” mesmo. Pô, o cara chega na maior cara dura e fala pra mim que é tarado por mulher feia! E eu lá sou feia? Qualé!!! Dei um forão nele, mas o cara não desistiu. Um dia quando cheguei pra trabalhar minha colega da noite falou que tinha um maluca procurando a “piranha” que tava roubando o homem, que ela sabia que ele mandava flores pra “vadia”. Morri de medo, a mulher era doida gente! Aí, no final da tarde, ela apareceu tocando o maior rebú. Como no dia que ela foi lá, eu tratei ela (sic)&amp;nbsp;bem, ela veio desabafar comigo. Falou que o namorado tava mandando flores para uma piranha de lá e que eu precisava ajudar ela (sic), que eu era legal. Daí, quando ela falou que o namorado gostava de trair ela (sic) com cada mulher feia, eu quiquei: “peraí não vem você também com essa história que eu sou feia”. Nem te conto, foi o maior barraco, ainda bem que tem a janela, se não ela tinha me quebrado todinha. Tivemos que chamar a polícia e o patrão me deu férias antes do tempo (dá umas boas gargalhadas).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E você? Já foi protagonista de alguma história de motel? Pense bem... você pode se lembrar de algumas histórias bem engraçadas! &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2033866584952083513-3535476702700015314?l=otld.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://otld.blogspot.com/feeds/3535476702700015314/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2033866584952083513&amp;postID=3535476702700015314&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2033866584952083513/posts/default/3535476702700015314'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2033866584952083513/posts/default/3535476702700015314'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://otld.blogspot.com/2011/10/caras-e-bocas-e-muito-ti-ti-ti.html' title='Caras e bocas e muito ti, ti, ti...'/><author><name>Marcia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14493789075600266849</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-0B9yOQXZNhQ/TqVgcPkU4qI/AAAAAAAAAHM/sHZ6Gv8GSy8/s72-c/mot%25C3%25A9is6.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2033866584952083513.post-900951032721363884</id><published>2011-10-24T10:43:00.576-02:00</published><updated>2011-11-02T14:29:42.444-02:00</updated><title type='text'>Terror na Tijuca</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-4RUvRSXnKQY/TqVcTOh9GTI/AAAAAAAAAC0/yoKAmGcIKfE/s1600/PA210295.JPG" imageanchor="1" style="clear: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;img border="0" height="400" rda="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-4RUvRSXnKQY/TqVcTOh9GTI/AAAAAAAAAC0/yoKAmGcIKfE/s400/PA210295.JPG" width="300" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;"&gt;Bombas jogadas na vila&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 115%;"&gt;&amp;nbsp; Uma pequena vila da Rua Pinto Guedes, ou melhor, na Tijuca tem sido atacada por bombas durante a madrugada. Se não fosse pelo simples detalhe de Bin Laden está morto, poderíamos até por a culpa no próprio, mas diante desse fato, o principal suspeito é mesmo um antigo morador da área. Os ataques têm dias marcados, pois ocorrem nas madrugadas das terças, quintas e sábados. Por quê? Sei lá, vai entender... Pra mim, isso não passa de uma estratégia para amedrontar os moradores.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;O medo tem alterado até a rotina dentro das&amp;nbsp; próprias casas. A moradora Maria Ângela sofre com os ataques do "maluco".&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: right; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-UUJZnd42GGM/TqVceRo-p_I/AAAAAAAAAC8/qbXquPxX-3M/s1600/PA220312.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;img border="0" height="200" rda="true" src="http://4.bp.blogspot.com/-UUJZnd42GGM/TqVceRo-p_I/AAAAAAAAAC8/qbXquPxX-3M/s200/PA220312.JPG" width="150" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;"&gt;Maria&amp;nbsp;Ângela&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 115%;"&gt;_ Eu não consigo dormir direito. Quando dá meia-noite, já fecho minha porta e minha janela, tenho até medo de sair para fumar na varanda. Vivo trancada na minha própria casa. A minha revolta é tão grande que já pedi para os proprietários colocarem uma câmera de vigilância, mas nem isso eles querem fazer. A polícia não fez nada e como sempre só enrola a gente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 115%;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Esse antigo morador se tornou o principal suspeito pelo fato dele ter roubado várias vezes os próprios vizinhos e constantemente estava sendo ameaçado de morte por parte das pessoas que emprestavam dinheiro para ele e nunca foram pagos. Esse também não seria o primeiro caso de confusão em que ele estaria sendo envolvido. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 115%;"&gt;Já que a polícia não resolveu nada, os próprios moradores começaram a fazer reuniões e a promoverem rondas noturnas nas ruas e em prédios, todo este esforço para evitar que o pior aconteça.&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 115%;"&gt;Os proprietários se prontificaram de instalar uma câmera de vigilância. Mas por incrível que pareça, acredito que este equipamento deva estar em falta no mercado, pois até o momento não se teve notícias dele. Parece que se depender da vontade deles vai ser muito difícil. Ou seja, os moradores da vila terão que tomar as suas próprias providências. Triste, mas é uma grande verdade!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 115%;"&gt;&amp;nbsp;A pergunta que fica sem reposta é até quando isso vai durar e por quê? Tudo bem que já sabemos que não foi o Bin Laden, mas bem que poderíamos contar com o Capitão Nascimento e os seus caveiras para poder dá uma ajudinha aqui! &amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 115%;"&gt;Por Carolina Alves&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2033866584952083513-900951032721363884?l=otld.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://otld.blogspot.com/feeds/900951032721363884/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2033866584952083513&amp;postID=900951032721363884&amp;isPopup=true' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2033866584952083513/posts/default/900951032721363884'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2033866584952083513/posts/default/900951032721363884'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://otld.blogspot.com/2011/10/banalizacao-da-violencia.html' title='Terror na Tijuca'/><author><name>Carolina Alves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06450744302280111071</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-hHhah8djhAM/TW7rNWN_VhI/AAAAAAAAAAU/PLJjUYMDwfM/s220/CaroL.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-4RUvRSXnKQY/TqVcTOh9GTI/AAAAAAAAAC0/yoKAmGcIKfE/s72-c/PA210295.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2033866584952083513.post-6562863667509017768</id><published>2011-10-24T10:24:00.000-02:00</published><updated>2011-10-24T10:24:40.601-02:00</updated><title type='text'>Pela justiça da cagada</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-l6dWh_UfEu8/TpybpUawFOI/AAAAAAAAABA/c1mMMMyyQug/s1600/DSC01863.JPG"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5664573565483095266" src="http://4.bp.blogspot.com/-l6dWh_UfEu8/TpybpUawFOI/AAAAAAAAABA/c1mMMMyyQug/s320/DSC01863.JPG" style="cursor: pointer; display: block; height: 320px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 240px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: left;"&gt;&lt;object classid="clsid:38481807-CA0E-42D2-BF39-B33AF135CC4D" id="ieooui"&gt;&lt;/object&gt; &lt;style&gt; st1\:*{behavior:url(#ieooui) } &lt;/style&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"&gt;Por Jéssica Pires&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Marcílio não teve opção. Não “cagou&lt;b&gt;”. &lt;/b&gt;Tenho que admitir, cheguei desatualizada no campo para apurar sobre a polêmica sobre a nova regra de pontuação do campeonato organizado pelo dono do bar do campo dos estudantes na Cidade Universitária (Fundão). Para alegria da galera (sem exceção), Marcílio voltou atrás e o campeonato às regras claras e tradicionais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;O 10º Campeonato da Cidade Universitária esse ano tem 10 times, e tentando inovar, o organizador Marcílio Araújo resolveu implantar um novo tipo de regra para os jogos. Sinceramente, de primeira, eu não en&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;tendi muito bem, mas a polêmica foi tanta que me chamou atenção. Agradeço a meu craque preferido pela excelente explicação não só nesse caso, como a tudo que envolva futebol, obrigada amor.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Então meninas, prestem atenção para entender a injustiça que rolou xingamento e tudo! A convencional forma de pontuação que é praticada nos campeonatos, inclusive no Brasileirão é a seguinte: partida vencida = 3 pontos para o time vencedor, empate = 1 ponto para cada time. Na Cidade Universitária, a ideia era a seguinte: partida vencida = 3 pontos, empate= partida vai para pênaltis e o vencedor ganha 1 ponto. Ou seja, o time que mandou bem, mas não tão bem a ponto de ganhar o jogo e fatalmente perde nos pênaltis, obtém a mesma quantidade de pontos do que um time que leva uma goleada. &lt;/span&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-ahnJNWpOC3Y/TpyaV9XfxuI/AAAAAAAAAAc/R-aDkqk2gQg/s1600/DSC01855.JPG"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5664572133366286050" src="http://1.bp.blogspot.com/-ahnJNWpOC3Y/TpyaV9XfxuI/AAAAAAAAAAc/R-aDkqk2gQg/s320/DSC01855.JPG" style="cursor: pointer; float: left; height: 240px; margin: 0pt 10px 10px 0pt; width: 320px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Fácil de entender que é injusto, né? Agora o porquê: “Gente, assim era melhor, é assim no Campeonato Sub 17 do Rio. Vocês iriam se acostumar e iriam ver que é bom, fica mais disputado.” Essa a justificativa do inovador Marcílio. Mas gente desculpa a ignorância, afinal quem assiste campeonato Sub 17 do Rio? &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;As fieis torcedoras do time União Futebol Clube, que estavam jogando na tarde em que fui ao campo, foram ativas participantes da corrente contra Marcílio. Raimunda é esposa do técnico do time e sempre vai assistir aos jogos mas... “Imagina se todo jogo for empate? Eles já não têm hora de chegar em casa domingo!.” Formou-se uma verdadeira corrente contra Marcílio. Raimunda me contou que no último jogo do União rolou xingamento pesado. O time foi às penais e o juiz desatento não considerou um dos gols. Ela é muito conhecida no local, uma querida, e um pingo de gente. Dizem que mulher pequena é que é brava, né ? E como!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;- Não existe isso. Ainda bem que esse babaca acabou com essa história. Como pode um regulamento que depois do empate obriga apenas um time ser pontuado? E pênalti? Virou bagunça. Alguém iria chegar aqui numa final e num ia nem saber o que estava acontecendo – Isso ouvi de um dos meninos do União depois do jogo, confesso que de longe, porque o clima estava tenso. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;“Não é bater de frente, é falar o que alguns, às vezes, não têm coragem de falar mas que é a pura verdade, a realidade (...) alguém tem que se posicionar pelo menos o mínimo contrário”. O discurso era mais ou menos esse na torcida e nos bastidores da partida. Mas essa fala foi de um outro baixinho abusado. Foi um dos depoimentos de Romário, que hoje é uma das figuras públicas que é escancaradamente contra Ricardo Teixeira, atual presidente da CBF. Romário já disse ter tentado falar com a presidente Dilma sobre o fato. Na Cidade Universitária não chegou a tal ponto. “Já que a maioria quis mudar, ta beleza. Queria inovar, mas futebol é simplicidade e esse regulamento realmente era complicado, muitos não entenderam.” Me confidenciou O Presidente, Marcílio.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Romário está decidido a se tornar a voz mais ativa dos críticos à preparação do Brasil para a Copa do Mundo de 2014. Seu discurso vai contra a falta de vigor do Governo Federal nas negociações com a Fifa às denúncias de irregularidade contra o presidente da CBF e do Comitê Organizador Local, Ricardo Teixeira. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;- Eu não sabia que seria assim, nunca pensei que ele (Marcílio) conseguiria inventar uma coisa doida dessas. Poderíamos nos acostumar, mas nunca que daria certo, é injusto – disse Nilo, o técnico do União e esposo de Raimunda. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;O bom é que no final, tudo acaba em churrasco no campo. Ainda bem que tive essa surpresa ao ir cobrir o fato, pois além do churrasco, a galera ficou feliz. Marcílio não "cagou', não "cagou de montão" (como disse Ricardo Teixeira sobre as acusações que recebeu) para os comentários da pontuação, e antes mesmo do bafafá acabar no Jornal Nacional, antecipou antecipou-se e alterou o esquema de pontuação para o convencional. O que espero agora, é que os times façam bonito, e em especial que o União faça valer toda essa polêmica, agora transformada em matéria ALTERNATIVA jornalística para esse blog.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;img alt="" src="file:///I:/MatUniao/DSC01863.JPG" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2033866584952083513-6562863667509017768?l=otld.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://otld.blogspot.com/feeds/6562863667509017768/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2033866584952083513&amp;postID=6562863667509017768&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2033866584952083513/posts/default/6562863667509017768'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2033866584952083513/posts/default/6562863667509017768'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://otld.blogspot.com/2011/10/pela-justica-da-cagada.html' title='Pela justiça da cagada'/><author><name>Jéssica Pires</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10125592817398786043</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-l6dWh_UfEu8/TpybpUawFOI/AAAAAAAAABA/c1mMMMyyQug/s72-c/DSC01863.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2033866584952083513.post-2852086442643111429</id><published>2010-11-24T10:11:00.008-02:00</published><updated>2010-12-01T09:35:49.853-02:00</updated><title type='text'>Paul McCartney - Noite mágica no Morumbi</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color: #999999; font-family: arial; font-size: 85%;"&gt;Por Daniel Fellows, da UCAM, na Tijuca&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_vQ78dNaBlnw/TO0EHt-099I/AAAAAAAAAFs/6Px1BxdYagg/s1600/paulmccartney.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5543091247011657682" src="http://2.bp.blogspot.com/_vQ78dNaBlnw/TO0EHt-099I/AAAAAAAAAFs/6Px1BxdYagg/s400/paulmccartney.jpg" style="cursor: hand; height: 264px; width: 400px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Lá estava eu, depois de mais de 20 anos... Sim, eu fui ao show do Paul em 1990 e também tenho essa noção: já to ficando velho! Mas não é sobre isso que eu quero falar agora. Quero lhes contar sobre minha experiência no último show de meu maior ídolo, Sir James Paul McCartney, que rolou no bairro do Morumbi, em Sampa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Tudo bem que alguns das gerações mais jovens de hoje o acham “um velho”, mas pô, o cara foi um Beatle, né? Um BEATLE! Só isso já deveria contar como medalha para uma figura tão querida como o nosso &lt;em&gt;baby-face&lt;/em&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Com quase 70 anos de idade, lá estava ele, canhotinho, agitando o estádio do Morumbi, em sua lotação máxima, com sucessos de seus 50 anos de carreira. Beatles, Wings, carreira solo... Tudo foi lembrado da melhor maneira. E a plateia não conseguia parar de ovacionar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O show&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Depois de algumas horas de espera, finalmente chegou o momento. As luzes do estádio se apagaram e Paul McCartney apareceu no palco tocando um dos maiores sucessos dos Wings nos anos 1970, “Venus &amp;amp; Mars/Rock Show”, o que já fez muita gente ao meu lado se debulhar em lágrimas. Logo depois, quase que emendada no primeiro &lt;em&gt;medley&lt;/em&gt;, veio “Jet”. Comecei a sentir minhas perninhas querendo pular sem que meu cérebro mandasse. Foi aí que eu tive a noção: “Estou aqui! CARA, EU TÔ AQUI!”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A apresentação foi se desenrolando e cada vez mais os sucessos do cavalheiro da Rainha da Inglaterra foram impressionando as pessoas que estavam presentes. Quando “All My Loving” começou, foi muito fácil achar que estava chovendo. Lá de cima da arquibancada, eu conseguia ver TODO MUNDO CHORANDO. Quase me contagiei, mas pensei: “Peraí, estamos no show pra nos divertir, não para chorar”. Logo depois eu entenderia na carne que o choro era por causa do mais puro sentimento de felicidade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Mais algumas músicas se passaram e a emoção foi cada vez mais tomando conta do meu cerne, que já estava quase cedendo a momentos de alcance ao NIRVANA da alma.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Minhas lágrimas&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Aconteceu, finalmente, quando Sir Paul, em um dos breves intervalos entre uma música e outra quase chorou também. Ele se esforçou para falar em português com a plateia, que não acreditou no que estava ouvindo: “Eu escrevi essa música para o meu amigo, John!”, disse, em um sotaque macarrônico. A comemoração ensandecida dos fãs foi ensurdecedora. E Paul começou a dedilhar as cordas de seu violão...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Durante a canção, imagens emocionantes de Lennon passavam por detrás do palco, em um telão gigante que até quem estava do lado de fora do evento conseguiria enxergar. Os Beatles abraçados, John e Paul se cumprimentando, shows ao vivo dos &lt;em&gt;fab-four&lt;/em&gt; de Liverpool... Daí me veio à cabeça novamente: “CARA, EU TÔ NO SHOW DO PAUL! UM BEATLE! OS BEATLES!”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Nesse exato momento, fui totalmente incapaz de camuflar meus sentimentos e as lágrimas rolaram soltas. Me redimi. “Estou chorando, mesmo! Qual é o problema!”, gritei dentro de minha cabeça.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A música terminou e logo ele emendou mais uma homenagem, desta vez a outro grande amigo, também já falecido, o outro beatle, George Harrison, que Paul começou a homenagear tocando um Ukulele, instrumento havaiano bastante similar ao nosso popular cavaquinho.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A música ia rolando só na voz e no instrumento até que, de repente, toda a banda entrava junto com o astro principal, como se fosse em sua versão original! Eram os Beatles na minha frente, mais uma vez! E lá veio minha segunda leva de lágrimas para os quatro rapazes de Merseyside.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Chegando ao fim&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Depois do momento “difícil” que foram as minhas lágrimas, mais alguns sucessos foram relembrados e a plateia não parava de comemorar: “PAUL, PAUL, PAUL, PAUL, PAUL”, entoava a galera, a todo instante em que o silêncio tomava conta do ambiente. Até o Paul quase veio às lágrimas quando percebeu as palavaras que escutava. Momento indescritível.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;McCartney se aproximou do fim de sua apresentação fazendo dois &lt;em&gt;bis&lt;/em&gt; para o seu público, que comemorou como se fosse o Brasil ganhando pela sexta vez o título mundial em uma Copa do Mundo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O susto&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Ao terminar tocando “The End”, Paul hasteou a bandeira do Brasil e a abanou de um lado para outro, para o delírio de todo o país, que também assistia à apresentação ao vivo, pela TV. Uma chuva de confetes tomou conta do palco. Diante daquela confusão visual que se formou por causa dos flocos de papel colorido suspensos no ar, Paul, que estava pulando de alegria, não percebeu uma das caixas de retorno de som ao seu lado e levou o maior estabaco!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A palteia ficou totalmente estática, preocupada com o que poderia ter acontecido. Foram alguns segundos que pareceram uma eternidade. Ele caiu de cara no amplificador! “Deve ter machucado”, diziam alguns. Outros comentavam mias baixinho: "Será que ele vai ficar com alguma sequela?". Eu fiquei apreensivo. O tempo parecia ter congelado... Mas logo depois, para o meu alívio e o de todos, Sir Paul, como se nada tivesse acontecido, levantou com mais um pulo e continuou agradecendo à galera. UFA! ELE ESTÁ ÓTIMO!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O grande ídolo voltou ao microfone, se desculpou pela queda, e terminou com uma frase que arrepiou os fãs até os dedões de seus pés: “OBRIGADO, BRASIL! EU AMO VOCÊS! VALEU! THANK YOU!”. Que noite maravilhosa no Morumbi...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2033866584952083513-2852086442643111429?l=otld.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://otld.blogspot.com/feeds/2852086442643111429/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2033866584952083513&amp;postID=2852086442643111429&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2033866584952083513/posts/default/2852086442643111429'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2033866584952083513/posts/default/2852086442643111429'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://otld.blogspot.com/2010/11/paul-mccartney-uma-noite-magica-no.html' title='Paul McCartney - Noite mágica no Morumbi'/><author><name>Swollef Leinad</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_vQ78dNaBlnw/TO0EHt-099I/AAAAAAAAAFs/6Px1BxdYagg/s72-c/paulmccartney.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2033866584952083513.post-6035030319176205426</id><published>2010-11-24T09:29:00.016-02:00</published><updated>2010-11-24T11:01:02.911-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Simone Vidal'/><title type='text'>Meu amor, minha paquera</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 130%;"&gt;&lt;span style="color: #333333;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: 130%;"&gt;&lt;span style="color: #333333;"&gt;Final de semana e o amor estar no ar, as formas de procurar são muitas, mas a intenção é única...&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-size: 130%;"&gt;O dia... O local... Os alvos.&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;Por Simone Vidal&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5543078377889098706" src="http://3.bp.blogspot.com/_3tpT6UWS_v4/TOz4aow6a9I/AAAAAAAAAGo/j65faV2Sh4M/s400/paquera_gay9.jpg" style="cursor: hand; display: block; height: 249px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 360px;" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Sexta! Dia de esquecer! Mesmo não estando mais presa ao estilo “burrocrático” de 40 horas semanais no trabalho de segunda à sexta, horário comercial, ainda fico idiota quando chega a sexta-feira. Não sei, como se o ‘findi’ prometesse mais, como se a atmosfera mudasse, acho que muda mesmo. Talvez não seja só eu quem sinta muitos poemas e músicas sobre a sexta, o sábado e o domingo foram criados. Coincidência? Bom, existem as músicas alternativas sobre a terça-feira, mas não são alternativas por acaso. A terça-feira bacana é uma alternativa, não uma probabilidade… Né? Prioridade é paquerar numa sexta.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Mas ser hetero no Rio de Janeiro em uma bela sexta feira e paquerar é fácil, mas eu, que sou curiosa por natureza resolvi saber como é a paquera no mundo gay. Como eles se comportam, olham, cheiram, piscam e todos os caminhos da paquera.&amp;nbsp;Juntei uns amigos na Lapa, meus ótimos amigos gays (que já deixaram claro que não queriam ser fotografados, não por vergonha, mas nesse mundinho ainda machista e homofóbico é melhor ficar na sua). E não tem lua melhor para “as lobas” uivarem, bar, cervejinha, pastelzinho de camarão (bichas refinadas) e muitos papos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O modelo heterossexual da etiqueta do namoro não se aplica muito bem ao namoro das pessoas do mesmo sexo. Quem pede quem em namoro? Quem abre a porta do carro, etc., quais são as expectativas de gênero? “Gay é igual a todo mundo, a gente olha e vê se a outra pessoa tá dando sopa, tá correspondendo”, falou Carlos que tem um relacionamento de sete anos com seu companheiro. “É a mesma coisa de homem paquerando mulher e mulher paquerando homem”, afirmou.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Por volta de todo preconceito e medo, os gays não deixam de levar uma vida normal, saudável como qualquer outra pessoa, o que é de todo o direito. Lógico que existem sempre o medo de ser atacado por um grupo preconceituoso. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Por anos, tivemos a batalha internalizada da homofobia. Precisamos aprender a aceitar e amarmos a nós mesmos. Visto que a sociedade, ainda, não aprova nosso amor uns pelos outros, devemos providenciar nosso próprio suporte positivo para nossa comunidade. Quando decidimos nos engajar na "dança" do namoro somos desafiados a estender esse amor ao outro” - &amp;nbsp;disse Carlos. É uma explosão de alegria dividir essa mesa, esses amigos, essas novas idéias, e eu hetero que sou, vou aprendendo e descobrindo cada vez mais que as diferenças, quando aceitas, se transformam em amor.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- O maior cuidado é você não cantar um hetero, ainda mais se ele for homofóbico, por isso freqüentamos lugares gays. Lógico que paqueramos em todos os lugares, mas tem certos lugares que a gente sabe que não vai ter saia justa - disse Pedro, o único solteiro do grupo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Como em toda tribo existem lugares específicos para os encontros, esse nosso encontro propositalmente foi em um lugar hetero, queria sentir o clima deles e como eles agem. O lugar estava calmo, era cedo ainda por volta das 21horas. Pessoas iam chegando e se acomodando, alguns espichavam seus olhos até a nossa mesa, não sei se já era paquera, só sei que se a intenção do publico feminino foi essa, elas perderam tempo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;As únicas mulheres gays no lugar eram Bete e Ana. Elas se conheceram numa boate Gay.&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Fui apenas acompanhar uns amigos, saímos do teatro e como a maioria preferiu uma boate gay, fui voto vencido. Assim que Bete se aproximou, me encanou com um papo bobo sobre garotos -&amp;nbsp;riu Ana- e complementa:&amp;nbsp;- Ela é que não entendeu que eu só estava sondando o terreno -&amp;nbsp;completou Bete. Pra muitos parece ser assustador e assim foi para Ana, que se considerava uma pegadora de rapazes, só que o amor brotou e aprendeu com Bete que o muitos bissexuais, como ela se denomina, apaixona se pela pessoa e não pelo sexo. Parece bonito falando, mais ela me contou que mesmo sendo uma mulher independente e com 30 anos esconde esse relacionamento dos pais há pouco mais de dois anos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Como o papo é paquera, Pedro resolveu atacar e me pediu para observar. Eu olho o andar da figura é claro, espero um pouco para ver se está acompanhado, caso não esteja olho rapidamente e tiro em imediato o olhar dele. Espero um pouco e volto a olhar se e ele olhar nos meus olhos, já era. Lembrei a ele que a paquera pra ele ia terminar ali, porque nesta noite você é meu.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2033866584952083513-6035030319176205426?l=otld.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://otld.blogspot.com/feeds/6035030319176205426/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2033866584952083513&amp;postID=6035030319176205426&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2033866584952083513/posts/default/6035030319176205426'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2033866584952083513/posts/default/6035030319176205426'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://otld.blogspot.com/2010/11/meu-amor-minha-paquera.html' title='Meu amor, minha paquera'/><author><name>Simone Vidal</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_3tpT6UWS_v4/S_soj6uiqqI/AAAAAAAAAFQ/iDXOrFREnIs/S220/GEDC0823.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_3tpT6UWS_v4/TOz4aow6a9I/AAAAAAAAAGo/j65faV2Sh4M/s72-c/paquera_gay9.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2033866584952083513.post-7468315964441374522</id><published>2010-11-24T09:12:00.002-02:00</published><updated>2010-12-01T09:46:04.801-02:00</updated><title type='text'>ELES QUEREM CRESCER LOGO</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_zTvkx4VpGug/TOz0_KGBDjI/AAAAAAAAAD8/N93xczuMl4I/s1600/paris-katherine-jackson.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_zTvkx4VpGug/TOz1c1rTXzI/AAAAAAAAAEA/yaxa5gNDTvQ/s1600/Maisa-SBT.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="206" ox="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_zTvkx4VpGug/TOz1c1rTXzI/AAAAAAAAAEA/yaxa5gNDTvQ/s320/Maisa-SBT.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Enquanto as crianças desse tempo estão com pressa de crescer, muitos adultos deliram em breves momentos de nostalgia.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;Por Gabriela Bernardes&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Estava voltando da faculdade para casa, quando me deparei com um casal de namoradinhos que tinham, aparentemente, 12 anos cada um. Os dois, que estavam com uniforme de uma escola pública, caminhavam de mãos dadas como dois&amp;nbsp;adultos. No auge da minha “solteirice”, pensei: “a infância está acabando”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Um flashback passou em minha cabeça e tive algumas recordações dessa saudosa época da minha vida. Eu, que vivi a infância na década de 90, saboreei por alguns instantes aqueles (maravilhosos) momentos. Acordar ouvindo os latidos da Priscila, da TV Colosso, correr para dançar “Chorando se foi”, cantar Chiclete com Banana (quando a micareta nem sonhava em existir), se divertir brincando na rua, onde meninas e meninos pareciam ser uma coisa só... Ah, quantas saudades!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Voltando para este tempo, vemos que nem proteção de exposição em público as crianças têm mais. Algumas nem querem, Maísa que o diga. Trabalha no SBT como um adulto. Nem quando brigou com Sílvio, deixou de trabalhar. E muitas outras crianças tambéms estão assim. Há um pouco mais de um ano, o mundo inteiro acompanhou ao vivo Paris Katherine, nesta feita com 11 anos, no funeral de seu pai, Michael Jackson. “Ele foi o melhor pai que se pode imaginar”, disse Paris. Após essa declaração, Paris teve sua imagem demasiadamente explorada, como se não bastasse a vida complicada que já tem. Michael Jackson que lutou a vida inteira para esconder o rosto de sua prole, deveria estar se revirando no caixão.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_zTvkx4VpGug/TOz0_KGBDjI/AAAAAAAAAD8/N93xczuMl4I/s1600/paris-katherine-jackson.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="248" ox="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_zTvkx4VpGug/TOz0_KGBDjI/AAAAAAAAAD8/N93xczuMl4I/s320/paris-katherine-jackson.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;E são eventos como este e daquele casal de namoradinhos que ajudam na conclusão de que a infância está acabando. O americano Neil Postman, em seu livro, “O Desaparecimento da Infância” (Editora Graphia), afirma que “A infância é um artefato social, não uma categoria biológica”. Isto é, em algum lugar do passado, os adultos decidiram que os seres humanos com até 12 anos, teriam uma proteção específica, na qual incluiriam cuidados e direitos únicos, tal como não trabalhar, só estudar. O historiador já previa, no início da década de 80, o fim iminente da puerícia, quando afirmava que o fato de crianças e adultos assistirem os mesmos programas de TV era um erro. Ah, se ele soubesse que a internet iria virar o point da garotada.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Mas a infância sobreviveu um pouco mais e agradeço a Deus pela oportunidade de poder conhecê-la em vida e não apenas em comunidades no Orkut. E, por falar nelas, há tantas comunidades de &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;revival&lt;/i&gt; das décadas nas quais nos divertíamos de verdade, que até entrei em algumas.&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt; “Nostalgia”, “100 coisas da década de &lt;metricconverter productid="90”" w:st="on"&gt;90”&lt;/metricconverter&gt;, “Que saudades da minha infância”&lt;/i&gt;, são exemplos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Mas acordemos e voltemos à (dura) realidade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Mas porque tanta pressa?&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Surgiu na década de &lt;metricconverter productid="50 a" w:st="on"&gt;50 a&lt;/metricconverter&gt; idéia de que a adolescência seria a melhor fase da vida. A teoria de “Forever Young”, ou seja, a aspiração de estar na juventude foi e é algo sustentado pelo marketing. E, para que as crianças desde cedo já vão gerando em si esse desejo, foi criado o conceito de pré adolescência, na qual o comportamento é ligeiramente contido mas o apelo sexual é revelado assim que possível.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Vemos isso quando assistimos as “musas” da Disney. Miley Cirus, Demi Lovato e companhia apesar da pouca idade já estão na frenética busca da sensualidade e do crescimento antes da hora.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&amp;nbsp;Quando vejo essas meninas que já se depilam, se maquilam, fazem chapinha nos cabelos e esses meninos que mal têm sua primeira polução noturna já tendo vida sexual ativa, me pergunto se eles sabem o que é ser adulto. Será que elas têm idéia de como é chato ser adulto?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Ter responsabilidades, estar preso a contas intermináveis, problemas aparentemente insolucionáveis... Estou cansada só de pensar nisso.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Por mim, nunca saberia essa resposta. Viveria eternamente na magia de ser criança.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2033866584952083513-7468315964441374522?l=otld.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://otld.blogspot.com/feeds/7468315964441374522/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2033866584952083513&amp;postID=7468315964441374522&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2033866584952083513/posts/default/7468315964441374522'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2033866584952083513/posts/default/7468315964441374522'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://otld.blogspot.com/2010/11/eles-querem-crescer-logo.html' title='ELES QUEREM CRESCER LOGO'/><author><name>Gabe</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_zTvkx4VpGug/S8NahycLzYI/AAAAAAAAACU/sD5o8-jnmbw/S220/100327_192131.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_zTvkx4VpGug/TOz1c1rTXzI/AAAAAAAAAEA/yaxa5gNDTvQ/s72-c/Maisa-SBT.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2033866584952083513.post-2634821391468670081</id><published>2010-11-23T23:45:00.008-02:00</published><updated>2010-12-01T10:43:42.944-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Simone Vidal'/><title type='text'>Trem do tempo no Rio Comicon</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="color: #595959; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 200%;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Havia um tempo em que eu vivia, eu sonhava, eu acreditava, esse momento voltou em forma de quadrinhos. Quem pode aproveitar em&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" style="line-height: 200%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="color: #595959; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 200%;"&gt;barcou no trem da Leopoldina e voltou a ser criança, ser moleca, ser levado. &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 200%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="color: windowtext; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 200%;"&gt;Por Simone Vidal&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 200%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="color: windowtext; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 200%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5542935200359048386" src="http://1.bp.blogspot.com/_3tpT6UWS_v4/TOx2Mm5o5MI/AAAAAAAAAGg/vqOOUv_byjU/s320/GEDC2288.JPG" style="cursor: hand; display: block; height: 240px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 320px;" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="line-height: 200%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="color: windowtext; line-height: 200%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;"&gt;Estação da Leopoldina&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 200%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="color: windowtext; font-size: 12pt; line-height: 200%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 200%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span style="color: windowtext; line-height: 200%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Sábado cinza no Rio de Janeiro. Cidade co&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: windowtext; line-height: 200%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;m cara de São Paulo, &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;nada de praia, Maracanã fechado para obras da Copa 2014 e nada de ensaio de escolas de samba. Que fazer em um feriadão cinza? Que tal voltar a ser criança? Curtir a feira de quadrinhos &lt;i&gt;“Rio Comicon”&lt;/i&gt;, na antig&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;a estação de trem da Leopoldina?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 200%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span style="color: windowtext; line-height: 200%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;E foi isso que fui fazer. A estação que ficara em ponto de bala daqui a quatro anos para servir as necessidades da Copa e as Olimpíadas, não estava a ponto de bala para servir os milhares de fãs de quadrinhos que vieram curtir os traços de Milo Manara e companhia. Apesar das filas e cotoveladas que enfrentei para ver as exposições e estandes, fiquei maravilhada com os adultos virando crianças diante as cores e &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: windowtext; line-height: 200%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;os desenhos em branco e preto. Em algum momento pensei, poxa posso ser da assessoria&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt; de imprensa desse evento, procurava eles para falar e não os achava. Entã,o por que não olharam para mim? Eu estava lá. À caça de algumas informações sobre o evento, encontrei Ruth, diretora financeira do evento, muito gentil ela falou rapidinho comigo em um simples refeitório construído para os que estavam&amp;nbsp;trabalhando. “&lt;i&gt;Procuramos vários espaços, mas nos apaixonamos pela Estação da Leopoldina, porque &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;ela tem a cara dos quadrinhos”, &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;disse Ruth.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 200%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span style="color: windowtext; line-height: 200%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Pessoas de todas as idades atropelavam-se nas bancas com revistas da turma da Mônica, Luluzinha, Marvel e revistas oferecidas por artistas independentes. &lt;i&gt;“A intenção não é só mostrar quadrinhos de quem é famoso, 70% da amostra são de artista independes”, nos informou a diretora, entre uma mordida e outra na sobremesa. &lt;/i&gt;Fiquei muito impressionada com a quantidad&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;e de artistas vendendo suas obras na feira. Sabendo que &lt;i&gt;90% de quem trabalhar com quadrinhos não vive só da arte, o próprio Mil&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;o Manara que é consagrado no mundo todo, ganha grana com publicidade e cinema, um evento como esse é uma ótima oportunidade para o artista vender sua obra.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 200%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: windowtext; line-height: 200%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Observando o público, peguei-me passeando por várias tribos, do cinema, da publicidade e da música. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="color: windowtext; line-height: 200%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Fui costurando as filas e estandes.&amp;nbsp;A impressão dos personagens estarem andando ao nosso lado é incrível... são cores, sombras, pontos, horizontes e luzes. Rever um quadrinho que a gente folheava quando criança me fez sentir a mu&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;dança, o tempo passando. Voltamos a ter o mesmo olhar infantil, mas a cada página virada percebemo&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: windowtext; line-height: 200%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;s que somos os mesmos e não podemos mais ser como antes. Não sei se é a gente que invade os quadrinhos ou se é eles que entram no nosso mundo&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: #595959; line-height: 200%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 200%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span style="color: windowtext; line-height: 200%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Cada editora tenta mostra a sua cara, mas a que me chamou atenção foi a &lt;i&gt;“O quarto Mundo”, &lt;/i&gt;olhando o estande vi muitas revistas e&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;spalhadas pelo balcão e muitos nomes desconhecidos. Essa sim é diferente. Também era diferente por ter um único quadrinista carioca no meio de paulistas, que estavam se sentindo em casa já que o céu estava cinza. Como cinza fica muitas vezes o céu paulistano.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 200%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: windowtext; line-height: 200%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center" style="line-height: 200%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="color: windowtext; font-size: 12pt; line-height: 200%;"&gt;A invasão do &lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="color: windowtext; font-size: 12pt; line-height: 200%;"&gt;Quart&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="color: windowtext; font-size: 12pt; line-height: 200%;"&gt;o Mundo&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" style="line-height: 200%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="color: windowtext; font-size: 12pt; line-height: 200%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5542931696137708898" src="http://3.bp.blogspot.com/_3tpT6UWS_v4/TOxzAoqKpWI/AAAAAAAAAGY/DJ0X1wza2X8/s200/GEDC2294.JPG" style="cursor: hand; display: block; height: 150px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 200px;" /&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center" style="line-height: 200%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="line-height: 200%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="line-height: 200%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="color: windowtext; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 200%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 200%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="color: windowtext; line-height: 200%;"&gt;&lt;span style="color: windowtext; line-height: 200%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;"&gt;Wil, Lanika e André Caliman, quadrinistas do “O Quarto Mundo”.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 200%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="color: windowtext; font-size: 12pt; line-height: 200%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 200%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span style="color: windowtext; line-height: 200%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Fui ch&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;egando devagar, devagarzinho, um tumulto de gente e de revistinhas. A vontade era me apossar delas e descobrir as historia de cada. Parei antes e lembrei que estava ali a trabalho, um trabalho legal, mas trabalho.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 200%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span style="color: windowtext; line-height: 200%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Consegui chamar a atenção de André Caliman, quadrinista do&lt;b&gt;&lt;i&gt; O Quarto mundo. A&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;ntes, porém,&amp;nbsp;ele fez questão de deixar claro que não é uma editora e sim um coletivo de quadrinistas que&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #666666; line-height: 200%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="color: windowtext; line-height: 200%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;se propõe a ajudar, distribuir, vender, divulgar e trocar experiências de produção de revistas independentes&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: windowtext; line-height: 200%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;. Ufa! Essa trabalha. Ter muita funç&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;ão num trabalho parece coisa rara.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 200%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="color: windowtext; line-height: 200%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;"&gt;Os olhinhos do calimam brilham enquanto relata a historia do “&lt;i&gt;Quarto Mundo”,&lt;/i&gt; ao mesmo tempo observava todos os que se aproximam da pequena banca montada pelo coletivo que ali estava naquele momento representado por apenas três quadrinista. “Foi no FIG – o quinto ano do Festival Internacional de Quadrinhos que o nosso trabalho foi reconhecido. Vários outros quadrinistas se aproximaram e o coletivo hoje já chega a ter mais de 50 exemplares”, contou André.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 200%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span style="color: windowtext; line-height: 200%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Em 20&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;06, alguns quadrinistas se encontraram na terra do caroá, tramaram e executaram a missão de trazerem diversas opões de quadrinhos a preços que não doem no bolso. Puseram a mão na massa e provaram que nem sempre precisamos nos reder a lavagem cerebral que o sistema nos impõe. “Nunca seremos uma editora temos que manter a cara do projeto inicial”, afirmou ele. No momento esse coletivo está fechado para a entrada de novos integrantes, mas isso não significa que pessoas não serão bem recebidas e até orientadas pelo grupo. Existe espaço para todos é o que nos deixa claro o Quadrinista.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 200%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 200%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="color: windowtext; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 200%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" style="line-height: 200%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="color: windowtext; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 200%;"&gt;Genaro e a Valquíria&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" style="line-height: 200%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="color: windowtext; font-size: 12pt; line-height: 200%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5542928955978064290" src="http://3.bp.blogspot.com/_3tpT6UWS_v4/TOxwhIxMoaI/AAAAAAAAAGQ/Id2odYneFMY/s200/GEDC2308.JPG" style="cursor: hand; float: left; height: 200px; margin: 0px 10px 10px 0px; width: 150px;" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 200%; margin-bottom: 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span style="line-height: 200%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;O mais ilustre integrante do coletivo do O Quarto Mundo é com certeza Alex Genaro (foto ao lado), o único &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;representante carioca do coletivo. “Rio de janeiro precisava de um evento desses. Tem uma molecada boa precisando mostrar seu trabalho e aqui é o espaço ideal. Espero que o próximo não seja só daqui a 8 anos”, &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;falou Genaro, que estava radiante &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;com a camisa de sua criação. Valquíria uma heroína criada por &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;ele e Alex Mir. O curioso é que eles nunca se viram, se conheceram pela internet, escrevem juntos há mais ou menos&amp;nbsp; cinco anos. A revista já esta indo para o quinto exemplar e nada. Já tentaram se encontrar algumas vezes, mas o trabalho que eles têm a parte dos quadrinhos não favorece esse encontro e mais uma vez o trabalho adiou esse encontro. “Mir teve que resolver umas coisas em São Paulo, uma pena ele não estar aqui, mas eu trouxe nossa obra no peito”, nos contou Alex.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 200%; margin-bottom: 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Os dois criaram juntos uma das estórias mais lidas do Coletivo. “Valquíria é uma garota tipo Tarzan só que não usa saias e sim um shortinho. Ela cresceu na selva, mas não vou ficar falando muito sobre ela porque o final vai fugir um pouco do contexto inicial, vai ter surpresas”, ri Genaro com um ar de mistério. Além da heroína, Genaro também fez desenhos para a Editora Ediouro e tem vários projetos paralelos. “Desenho é minha vida desde moleque, adoro o que faço. Não importa para quem, já pintei a Luluzinha Teen, mas com certeza projeto pessoal é muito mais prazeroso. Eu escrevo também, só que penso primeiro nos desenho depois vou colocando as estórias, os balões, mas às vezes é preciso deixar a inspiração e pensar um pouco no lado técnico e fazer o que tem que fazer”. Com os olhos passeando por todos os traços a sua volta Alex fala que quadrinho não é só infantil, que não teme que a internet vá acabar com o interesse da molecada. “Quadrinhos não é uma coisa infantil, são formas de ver o mundo isso acontece deste os tempos do faraó. Nunca vai deixar de existir, a internet ajuda muito, só que ainda não se descobriu a forma de colocar isso a favor do autor, para que ele não saia prejudicado tem que haver uma forma para se ganhar com isso”. E com um sorriso simpático, Alex vai costurando como os olhos livro e traços. Deixo-o curtir um mundo que eu adoro, mas com certeza não enxergo como ele, vou descendo na próxima estação, espero a próxima viagem pra esse mundo maravilhoso. Espero que logo, espero que seja no encontro de Mir e Genaro.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 16pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; text-decoration: none;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2033866584952083513-2634821391468670081?l=otld.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://otld.blogspot.com/feeds/2634821391468670081/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2033866584952083513&amp;postID=2634821391468670081&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2033866584952083513/posts/default/2634821391468670081'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2033866584952083513/posts/default/2634821391468670081'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://otld.blogspot.com/2010/11/trem-do-tempo-no-rio-comicon.html' title='Trem do tempo no Rio Comicon'/><author><name>Simone Vidal</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_3tpT6UWS_v4/S_soj6uiqqI/AAAAAAAAAFQ/iDXOrFREnIs/S220/GEDC0823.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_3tpT6UWS_v4/TOx2Mm5o5MI/AAAAAAAAAGg/vqOOUv_byjU/s72-c/GEDC2288.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2033866584952083513.post-5317611109178621441</id><published>2010-11-22T16:32:00.004-02:00</published><updated>2010-11-22T16:34:53.871-02:00</updated><title type='text'>Cadê as "novas" notas de R$10?</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_2PZPL9M1GIs/TOq3ZUrpnyI/AAAAAAAAAAM/dVTQmcZR0ck/s1600/RS10.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 146px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_2PZPL9M1GIs/TOq3ZUrpnyI/AAAAAAAAAAM/dVTQmcZR0ck/s320/RS10.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5542443937109221154" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Nesse final de semana, eu estava jogando “Roletrando” com os meus sobrinhos. Este jogo simula uma das brincadeiras do Silvio Santos que dão dinheiro. Após uma vitória minha recebi algumas notas de 10 reais, obviamente, sem valor. Até então, tudo bem. Era só uma brincadeira, mas ela me chamou a atenção para uma coisa que eu ainda não tinha notado. As notas que recebi eram aquelas de plástico de R$10. Lembram dela? Eu nunca mais vi. Então, ao revê-la, fiquei curiosa e quis saber o que tinha acontecido com as “novas notas de 10 reais”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante algumas pesquisas pela internet, notei que existiam alguns tópicos em fóruns com a mesma indagação. As respostas, na sua maioria, era concordando com o sumiço da nota ou elogiando ou falando mal dela. A internauta Elaine Cristina indagou: “Por onde andam as notas de R$10,00 de plástico? Em alguma região do Brasil alguém ainda vê com frequência estas notas? Elas ainda estão em circulação?”. Elaine obteve diferentes respostas: a usuária Thata estava criticando: “É mesmo, faz tempo que eu não vejo! A última que peguei estava em estado deplorável. Era para durar, mas não dura nada. Acho que estão parando de colocá-las em circulação porque todo mundo prefere a de papel”. Já a bancária Malu trouxe a posição dos bancos: “As notas de R$10,00 de Polímeros (plástico), assim com as notas de R$1,00 (verdinhas), deixaram de ser fabricadas pelo seu alto custo, mas ainda valem. Muitos colecionadores vendem e compram nos sites de leilão por já estarem sumindo de circulação”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gostei de perceber que eu não sou a única com esta indagação. Portanto, vim contar o que aconteceu. Vamos lá!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns países, como o Vietnã, já utilizam as cédulas de polímero (plástico) em todas as notas de sua moeda. É comprovada a maior durabilidade destas notas. Segundo o Instituto de Educação Superior de Brasília (IESB), as cédulas plásticas têm durabilidade média de quatro anos, enquanto as tradicionais, de papel, duram cerca de um ano apenas. Outro fator foi a segurança, as notas de plástico são mais difíceis de serem falsificadas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, apesar do alto custo, algumas nações optaram pela nota de polímero. O Brasil quis testar este novo modelo. Para entrar em experimentação, o Banco Central (BACEN), aproveitou os 500 anos do descobrimento do Brasil para lançar uma nota comemorativa. A escolhida foi a de R$10, que adotou novo layout e material, que muitos conhecem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pesquisas do Ibope apontaram 85% de aceitação da nova cédula, no entanto, não deram continuidade à sua produção. Não se sabe os motivos, mas segundo o Banco de Notas de Polímero do Mundo (Polymer Bank Notes of the World), há uma forte pressão no Brasil para a continuação das cédulas de papel em vigor e por isso ainda é incerta a adoção do novo material.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como não conseguiram ou não puderam adotar as novas notas, ao que parece, foram sumindo com elas até que saíssem completamente de circulação. Pelo menos elas ainda têm valor comercial e, se você ainda tem uma, poderá usá-la. Mas, no seu lugar, eu venderia para colecionadores. O BACEN faz isso e consegue R$12 em cada uma. Mas se você for um colecionador pode ir até o Edifício-Sede do Banco Central em Brasília, no Setor Bancário Sul e adquirir a sua.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2033866584952083513-5317611109178621441?l=otld.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://otld.blogspot.com/feeds/5317611109178621441/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2033866584952083513&amp;postID=5317611109178621441&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2033866584952083513/posts/default/5317611109178621441'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2033866584952083513/posts/default/5317611109178621441'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://otld.blogspot.com/2010/11/cade-as-novas-notas-de-r10.html' title='Cadê as &quot;novas&quot; notas de R$10?'/><author><name>Laíse Figueiredo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-cDtSwlNDl6E/TWH1nuBEGGI/AAAAAAAAAAs/R7Owu5LbfiU/s220/laise.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_2PZPL9M1GIs/TOq3ZUrpnyI/AAAAAAAAAAM/dVTQmcZR0ck/s72-c/RS10.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2033866584952083513.post-5675308267390540502</id><published>2010-11-18T15:24:00.003-02:00</published><updated>2010-11-21T20:00:55.779-02:00</updated><title type='text'>Rio Comic Con</title><content type='html'>&lt;div class="ecxmsonormal" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; margin: 0cm 0cm 16.2pt; text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: #2a2a2a;"&gt;Após 17 anos cidade volta a receber grande evento de histórias em quadrinhos&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="color: #2a2a2a;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://farm2.static.flickr.com/1354/5177857025_c310763f30.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 14.2pt;"&gt;&lt;span style="color: #2a2a2a;"&gt;Desta vez, não precisei ir muito longe pra prestigiar um evento sobre quadrinhos, afinal entre os dias 9 e 14 de Novembro, rolou na minha cidade, o Rio de Janeiro, a convenção internacional de quadrinhos - &lt;span style="mso-bidi-font-weight: bold;"&gt;Rio Comic Con 2010&lt;/span&gt;. Palco de duas grandes bienais de quadrinhos, em 1991 e 1993, após 17 anos a cidade do Rio de Janeiro volta a sediar um evento de histórias em quadrinhos e cultura pop de porte internacional. O que vem a seguir é um breve relato do que eu vi no domingo, último dia da convenção.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 14.2pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 14.2pt;"&gt;&lt;span style="color: #2a2a2a;"&gt;Pra começar, devo elogiar o pessoal da &lt;span style="mso-bidi-font-weight: bold;"&gt;Casa 21&lt;/span&gt;, os mesmos por trás do FIQ (Festival Internacional de Quadrinhos) de Belo Horizonte, pela escolha do local. A&lt;span style="mso-bidi-font-weight: bold;"&gt; Estação da Leopoldina&lt;/span&gt; foi uma escolha perfeita, um local de fácil acesso para pessoas que vem de diversas partes do Rio. Trata-se de uma antiga estação ferroviária, inaugurada em 1895 e desativada em 2004, que faz parte da história da cidade. Assim que fiquei sabendo do local, comecei a imaginar como os caras conseguiriam transformar aquele espaço vazio e geralmente entregue ao acaso num local apresentável para uma convenção internacional.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 14.2pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 14.2pt;"&gt;&lt;span style="color: #2a2a2a;"&gt;A resposta estava ali diante dos meus olhos: uma excelente organização, um design maravilhoso gerando a atmosfera perfeita pro evento. O local contava ainda com uma praça de alimentação montada em uma das plataformas da antiga estação (embora os preços estivessem meio "salgados"). O lugar estava bem cheio no domingo, com a presença de fãs de carteirinha com a camisa dos personagens, cosplayers, casais de namorados, famílias, adolescentes e até a presença de globais como Caruso e Lúcio Mauro Filho.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 14.2pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 14.2pt;"&gt;&lt;a href="http://farm5.static.flickr.com/4111/5177844609_b0bcba9c0f.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; height: 254px; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em; width: 211px;"&gt;&lt;img border="0" height="200" ox="true" src="http://farm5.static.flickr.com/4111/5177844609_b0bcba9c0f.jpg" width="150" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: #2a2a2a;"&gt;Próximo&amp;nbsp;à entrada, estava a exposição "&lt;i&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-weight: bold;"&gt;Milo Manara in Brasile&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;", num ambiente fechado e climatizado estavam 101 obras originais do autor incluindo seu desenho para o cartaz da Comicon, seus trabalhos em parceria com o cineasta Frederico Fellini e a capa de X-Women, revista produzida em parceira com Chris Claremont, que mostra uma aventura com Tempestade, Kitty Pryde, Garota Marvel, Psylocke, Vampira e Emma Frost &lt;personname productid="em Madripoor. Este" w:st="on"&gt;em Madripoor. Este&lt;/personname&gt; foi o primeiro trabalho de Manara com super-heróis. Foi uma pena que a Panini não tenha publicado a tempo a revista para a convenção, pois seria uma oportunidade única para pegar um autógrafo com Manara (Eu duvido que o mesmo volte ao Brasil tão cedo, já que tem medo de avião, tanto que pra dar entrevista pro Programa do Jõ &lt;personname productid="em São Paulo" w:st="on"&gt;em São Paulo&lt;/personname&gt; ele foi e voltou de carro).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 14.2pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 14.2pt;"&gt;&lt;span style="color: #2a2a2a;"&gt;No centro da convenção, cercado pelos stands estava uma exposição com os trabalhos dos convidados internacionais e nacionais do evento: Kevin O´Neill (da Liga Extraordinária), Melinda Gebbie, Fábio Zimbres, Rafael Sica, Allan Sieber, Leonardo, Arnaldo Branco, Ota (da revista MAD), Kako, Orlando Pedroso, Fido Nesti, Rafael Coutinho, Angeli, Laerte, Lourenço Mutarelli, Patricia Breccia, Killofer, François Boucq, &lt;span style="mso-bidi-font-weight: bold;"&gt;Fábio Moon, Gabriel Bá e Rafael Grampá&lt;/span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 14.2pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 14.2pt;"&gt;&lt;span style="color: #2a2a2a;"&gt;Todos estes artistas participaram de sessão de autógrafos na chamada Plataforma dos Desenhistas, que era uma das plataformas da estação com direitos a trens antigos estacionados e tudo mais. Domingo, foi também o dia do &lt;span style="mso-bidi-font-weight: bold;"&gt;Mauricio de Souza&lt;/span&gt; e a fila pra pegar um autógrafo estava imensa. E mesmo depois de ter feito uma palestra no auditório, ele ainda teve fôlego para pacientemente atender a todos os fãs e voltar para o auditório para participar de uma outra palestra chamada "Homenagem aos Mestres dos Quadrinhos Mundiais".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 14.2pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 14.2pt;"&gt;&lt;span style="color: #2a2a2a;"&gt;A maioria dos stands era de quadrinhos independentes, o da Panini estava uma vergonha. Era o campeão de reclamações entre os fãs. Eu fui seco pra ver se comprava alguma coisa e descobri que eles estavam apenas fazendo assinaturas e os encadernados expostos eram os brindes pra os novos assinantes. Achei que a editora deveria ter montado um stand similar a da Bienal do Livro, grande, com diversos quadrinhos a venda com desconto, mas não foi o caso.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 14.2pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 14.2pt;"&gt;&lt;a href="http://farm2.static.flickr.com/1209/5178466378_2ffaea3b1c.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" ox="true" src="http://farm2.static.flickr.com/1209/5178466378_2ffaea3b1c.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: #2a2a2a;"&gt;O stand FODA (era este mesmo o nome) dos artistas &lt;span style="mso-bidi-font-weight: bold;"&gt;Fábio Moon, Gabriel Bá e Rafael Grampá&lt;/span&gt; estava muito legal. Era bem fácil trocar idéias com os caras, tirar fotos e pegar autógrafos. O&lt;span style="mso-bidi-font-weight: bold;"&gt; Rafael Grampá&lt;/span&gt; estava vendendo uns pôsteres que ele autografava na hora, tinha um com uma pinup do Demolidor feita &lt;/span&gt;por ele pra &lt;span style="color: windowtext;"&gt;edição 500 de Daredevil&lt;/span&gt; , tinha um com a capa da sua obra pra Marvel, &lt;span style="color: windowtext;"&gt;Strange Tales II&lt;/span&gt; e um do Furry Water publicado pela Dark Horse. Enquanto ele autografava pra&lt;span style="color: #2a2a2a;"&gt; mim, perguntei a ele como tinha sido desenhar pra Marvel. Ele disse que tinha sido normal, como qualquer outro trabalho, nada de especial segundo ele. A Marvel deu "carta branca" pra ele escolher o herói que ele quisesse e ele escolheu seu preferido quando criança: Wolverine. Além de desenhar, ele escreveu o roteiro que mostra sua visão do personagem, uma visão única, diferente de tudo que está sendo feito e que já fizeram sobre o personagem. Sobre a capa, ele comentou que eram os heróis preferidos dele quando criança. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 14.2pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://farm2.static.flickr.com/1354/5177857025_c310763f30.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" ox="true" src="http://farm2.static.flickr.com/1354/5177857025_c310763f30.jpg" style="cursor: move;" unselectable="on" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 14.2pt;"&gt;&lt;span style="color: #2a2a2a;"&gt;Pra finalizar, como pontos positivos do evento, destaco a escolha do local e a organização do mesmo. Estava tudo muito legal, desde a iluminação até a arrumação dos stands. Outro ponto a favor foi o destaque pros quadrinhos independentes e a valorização destes artistas que muitas vezes passam despercebidos do grande público. &lt;/span&gt;&lt;span style="color: #2a2a2a;"&gt;Infelizmente meus elogios param por aí. Senti falta dos super-heróis e acredito que não fui o único, vi diversas crianças e pais que devem ter saído decepcionados do evento, imaginando levar seu filho pra uma convenção de quadrinhos e não vendo nada sobre nenhum super-herói conhecido das crianças como Batman e Homem-Aranha. Poxa, estes super-heróis estão presentes em diversas mídias desde os desenhos de TV que a criança assiste aos jogos de videogame que ela joga. A sorte destes pequenos foram os cosplayers como o do Homem-Aranha, Mulher-Maravilha e outros personagens que atenderam a todos os pedidos de fotos e fizeram a alegria de diversas crianças. Estes caras salvaram o dia pra elas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 14.2pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 14.2pt;"&gt;&lt;span style="color: #2a2a2a;"&gt;Não quero desmerecer os convidados internacionais, mas a organização poderia ter feito um mix, trazido artistas da Europa e também grandes nomes dos quadrinhos americanos, seja da Marvel e da DC, ou até mesmo artistas nacionais que trabalham pra ambas editoras que sequer foram convidados. Imagine se além de uma exposição com 101 obras originais do Manara pudéssemos ver uma do Mike Deodato, por exemplo. Para isso, as empresas como a Panini, a Mythos e as lojas de quadrinhos do Rio tem que apoiar o evento e trazer um stand de verdade com venda de quadrinhos, descontos, sorteio de brindes e muito mais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 14.2pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 14.2pt;"&gt;&lt;span style="color: #2a2a2a;"&gt;Acho que a receita do sucesso de uma convenção é a variedade. Deve ter Marvel, DC, quadrinhos independentes, manga, cosplay, games, filmes, animações, e principalmente atividades e exposições pras crianças, pois elas são o futuro do mercado dos quadrinhos por aqui. Tem que agradar aos fãs antigos e tem que agradar ao público em geral, não só uma pequena parcela de leitores "cult, "indies", "adultos" ou similares. Para mim, convenção tem que ser diversos gostos e personagens, de Ranxerox a Druuna, de Mickey a Capitão América, todos dividindo o mesmo espaço. Tem que ter quadrinhos pra todos os gostos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 14.2pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;img height="72" src="http://farm2.static.flickr.com/1354/5177857025_c310763f30.jpg" style="filter: alpha(opacity=30); left: 522px; mozopacity: 0.3; opacity: 0.3; position: absolute; top: 1716px; visibility: hidden;" width="96" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2033866584952083513-5675308267390540502?l=otld.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://otld.blogspot.com/feeds/5675308267390540502/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2033866584952083513&amp;postID=5675308267390540502&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2033866584952083513/posts/default/5675308267390540502'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2033866584952083513/posts/default/5675308267390540502'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://otld.blogspot.com/2010/11/rio-comic-con.html' title='Rio Comic Con'/><author><name>True Beliver</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://farm5.static.flickr.com/4111/5177844609_b0bcba9c0f_t.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2033866584952083513.post-6585931341942902205</id><published>2010-11-17T10:03:00.004-02:00</published><updated>2010-11-21T20:38:50.190-02:00</updated><title type='text'>“Não me importo de beijar geral, não”</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_KNm2IaKfaR4/TOPFdV2vswI/AAAAAAAAACk/nXQZODjAmxg/s1600/charge_casal_apaixonado_sexo.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5540489074469483266" src="http://2.bp.blogspot.com/_KNm2IaKfaR4/TOPFdV2vswI/AAAAAAAAACk/nXQZODjAmxg/s320/charge_casal_apaixonado_sexo.jpg" style="cursor: hand; display: block; height: 211px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 320px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por Alice Désirée&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os relacionamentos hoje em dia estão mudados. Antes que qualquer um possa ter algum "PRÉconceito" sobre isso, cada faz o que quer com quem quiser e do jeito que quiser. Ouvi duas pessoas que “sossegaram o facho” depois de muitas experiências, que para as pessoas que se acham normais, seriam altamente vulgar. Para não ter briga, falei com um homem e uma mulher, que pediram para não se identificar, trocando seus nomes para Luís e Nicole.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nicole, sempre gostou de sair para dançar e se divertir bebendo com as amigas. Logo no início ela revela: “No carnaval de 2008 durante 4 dias, acho, beijei 16 pessoas! E ainda foi pouco! pouco para a maioria da população porque para mim estava de bom tamanho. Não me importo de beijar geral, não.” Dentre as histórias “cabeludas” que ela contou que o ruim é que ela sempre se apaixonava por um cara ou outro que era de uma noite só. E pelo jeito muitas pessoas não ligam para coisas piores: “Umas duas vezes eu vomitei e logo depois fui beijar gente. Na segunda vez que isso aconteceu as duas pessoas que beijei sabiam que eu tinha vomitado”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;À seguir o depoimento de um dos “causos dela:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“Uma vez no Carnaval vimos dois caras lindos mas eles nada de chegarem na gente. Isso no sábado. Aí na segunda, estávamos andando atrás do trio, quando de repente, quem puxa? Um dos meninos. Ai, ai. Passamos mal! Aí o que eu queria veio e pediu para ficar comigo, me beijou. Aí o outro ficou com a minha amiga. Aí queríamos ir ao banheiro. Eu falei para irmos na casa da Maricreuza [amiga da Nicole] Aí os meninos falaram para ir no apartamento deles. Eles falaram que a gente podia ficar com a chave do carro, carteira de motorista, identidade, chave da casa, tudo; se eles fizessem algo que&amp;nbsp;não quiséssemos era para denunciarmos eles. Acabamos indo para o tal apartamento. Perguntamos qual era e mandamos eles ficarem lá embaixo esperando. Abrimos a porta, entramos, trancamos a porta e fomos fazer xixi. Aí eu queria ver o apartamento, mas ela não deixou dizendo que eles iam falar que a gente estava roubando algo. Abrimos a porta e quem estava no corredor?? Um dos meninos. Aí saímos, ficamos na escada. O menino fez respiração boca a boca em mim e o outro disse q não sabia fazer. Aí mandei o que fez em mim (eu estava pegando) fazer na minha amiga e ele foi e fez. Aí o outro disse que queria também. A gente falou q ele não sabia fazer e ele disse que mentiu e fez nela e em mim também. Depois, eles duvidaram que a gente desse um selinho e a gente foi e deu (a gente já fazia isso mesmo). Aí eles ficaram com cara de bobos. [risos] Depois minha amiga comeu o açúcar da casa dos meninos. Foi mais engraçado porque ela estava alta. Depois nós entramos e eu fiquei me agarrando com o bonitinho e ela ficou na escada ainda do prédio. O menino quase sem roupa e eu apareci na escada também. Daqui a pouco quem a gente vê? O menino que eu estava pegando. E como ele estava? Só de cueca no corredor! Depois disso entramos todos, o menino deu um selinho no outro para ver a gente se beijando. E eu e ela nos beijamos. Depois o dela me beijou, o meu beijou ela, nós duas beijamos um, e depois o outro, nós duas ao mesmo tempo, depois nós quatro nos beijamos juntos. Quase uma orgia.”&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por incrível que pareça, Nicole hoje já está namorando há três meses. Mas ela diz que é um namoro sem muita cobrança, senão ela larga.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas como nem tudo na vida é feito de rosas, eu falei com o Luís que teve de passar por um grande perrengue na vida dele para acordar e ver que realmente precisava para com essa vida de pegador. Quando era mais novo ele saía para muitas chopadas na faculdade. Em uma dessas, ele conheceu uma mulher mais velha – a qual não quis revelar o nome – começou a “ficar” com ela. Toda noite ela aparecia na faculdade para pedir por uns “amassos”. Até que um dia, Luís levou um grande susto:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“Eu estava dirigindo para casa e um Honda Civic preto e com vidro fumê fechou o meu carro. Eu não entendi e comecei a xingar o cara. Ele abriu a janela e falou para eu entrar no carro e calar a boca. Eu entrei no carro e quando eu olhei o cara estava segurando uma arma. Ele disse ‘Fica quieto, eu sei que você está com a minha mulher. É agora mesmo que você vai morrer.’ Eu fiquei branco e na hora inventei uma história de que eu não sabia e disse que eu tinha filhos pra alimentar e, enfim, o cara me deixou ir e falou para eu nunca procurar ela de novo. Ela veio me procurar na faculdade, mas eu dei um sumisso e depois disso nunca mais.”&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Após o susto, Luís nunca mais se atreveu a ficar por ficar e acabou conhecendo a pessoa com quem namora há 3 anos e já está prestes a casar.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Esse amor pós-moderno faz muitas pessoas ficarem felizes momentaneamente, mas por que será que essas pessoas têm esses relacionamentos dia sim, dia não? Quando eu perguntei aos entrevistados eles responderam que foi uma fase ou que estão apenas curtindo a vida.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2033866584952083513-6585931341942902205?l=otld.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://otld.blogspot.com/feeds/6585931341942902205/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2033866584952083513&amp;postID=6585931341942902205&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2033866584952083513/posts/default/6585931341942902205'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2033866584952083513/posts/default/6585931341942902205'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://otld.blogspot.com/2010/11/nao-me-importo-de-beijar-geral-nao.html' title='“Não me importo de beijar geral, não”'/><author><name>Alice Désirée</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://bp0.blogger.com/_KNm2IaKfaR4/R-_2NDeHoEI/AAAAAAAAAAQ/_Nsebm_ek0Y/S220/How_to_Disappear_Completely.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_KNm2IaKfaR4/TOPFdV2vswI/AAAAAAAAACk/nXQZODjAmxg/s72-c/charge_casal_apaixonado_sexo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2033866584952083513.post-2972212902435194192</id><published>2010-11-17T08:48:00.004-02:00</published><updated>2010-11-17T09:42:13.885-02:00</updated><title type='text'>O gênio do capacete amarelo</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_3tpT6UWS_v4/TOO1ik8kK_I/AAAAAAAAAF8/ROZw6xR0cb0/s1600/sena1994.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5540471572233726962" src="http://4.bp.blogspot.com/_3tpT6UWS_v4/TOO1ik8kK_I/AAAAAAAAAF8/ROZw6xR0cb0/s320/sena1994.jpg" style="cursor: hand; float: right; height: 320px; margin: 0px 0px 10px 10px; width: 214px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Minha noite de feriado virou, por duas horas, uma manhã de domingo. Sempre gostei um pouco de velocidade, mas hoje tenho preguiça de acordar cedo arrumar um café e ver a F1!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Por Simone Vidal&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Gostava da época em que a preguiça era brindada com uma vitória genial! Queria me animar e animar os outros a assistir os GPS, principalmente o de Mônaco! Mas, infelizmente, nossos pilotos me desanimam a acordar cedo. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Vetel é o novo campeão mundial de F1, garoto talentoso que deu trabalho, venceu e pode facilmente entrar para o hall dos grandes pilotos. Como entrou um certo brasileiro da Silva, de capacete amarelo, que carregava a bandeira do Brasil com orgulho. Época em que o país, após um período de ditadura militar, estava mergulhado em um caos social, o que se via no país eram: crianças passando fome pelas ruas e favelas, guerras do tráfico e miséria, muita miséria.&lt;br /&gt;Esse piloto de Fórmula Um trouxe alegria e orgulho para os domingos dos brasileiros, Num tempo em que a gente tinha vergonha de ser brasileiro, esse menino que carregava no próprio nome a biografia de um povo, um menino que tinha orgulho de ser brasileiro.&lt;br /&gt;E já que a seleção de futebol não encanta mais e estamos numa carência de ídolos, ou melhor, nossos projetos de ídolos querem saber de grana e páginas policiais, fui ver o documentário: “SENNA, o Brasileiro, o Herói, o Campeão”. Dirigido pelo inglês Asif Kapadia e realizado com apoio da própria FIA. Eu estava na fila do cinema como quem espera uma largada, um baldão de pipoca, um refrigerante de um litro e muitas saudades. Peguei uns guardanapos de sobra, sabe como é né? A emoção pode bater e não queria sair do cinema de maquiagem borrada, até porque a fila do banheiro feminino é imensa, parece que tem exibição de filme lá dentro.&lt;br /&gt;A primeira metade do documentário é soberba, pois a montagem praticamente coloca o próprio Senna narrando o que estamos vendo em tela, quase como se ele estivesse conosco assistindo àqueles vídeos, nos mostrando cada detalhe, com leves intervenções de terceiros (que jamais chegam a surgir na tela), deixando espaço para o que o público está vendo.&lt;br /&gt;O filme ainda nos mostra um pouco da vida pessoal de Senna, mas a impressão que fica (que não é muito longe da real) é que, para ele, aquilo era secundário. A despeito de amar sua família e de apreciar a companhia de belas mulheres, o foco do piloto era em ser o melhor, e ele não iria descansar antes de atingir a perfeição. Todo objetivo alcançado era imediatamente substituído por outro,&amp;nbsp;procurado com ainda mais afinco. A vitória era uma droga e Senna não conseguia – e nem queria – se livrar de tal vício.&lt;br /&gt;Quando estava no cockpit era como se estivesse dentro de um túnel e que todo o mundo ao seu redor deixasse de existir. No mundo real, porém, as coisas eram bem diferentes, cheias de interesses comerciais e políticos. Ele começou a perceber isso no já famoso GP de Mônaco de 1984, em que levou sua limitada Toleman até o pódio, só não venceu porque a corrida foi encerrada antes da hora com a vitória de Alain Prost. Sua rivalidade com Prost parecia a de Vasco e Flamengo no futebol, dando uma publicidade até então inédita ao circo da F1. Era um duelo que se tornava uma atração internacional.&lt;br /&gt;Nos quatro cantos do mundo, Senna era aclamado por seus fãs e admiradores. O duelo com seus antagonistas Prost e Jean-Marie Balestre, a politicagem e dinheiro que rolavam nos bastidores do circo foram tirando a magia que Senna sentia pela F1. Inclusive, era para ele ter sido tetracampeão, se não fossem as tramóias políticas de Prost e Balestre, que invalidaram uma vitória legítima de Senna, em 1989. Mas se Prost é o Darth Vader, Jean-Marie Balestre (presidente da FIA na época) é o Imperador Palpatine, que em uma reunião de pilotos não pensa duas vezes antes de bravejar: - A decisão correta é a minha decisão. Não vemos nada de mais nesse bravejamento, ou vemos?&lt;br /&gt;Sentada na minha cadeirinha, vi uma montagem muito bem arquitetada, que trouxe às telas não só o Senna bonzinho, mas mostrou o lado de malícia e esperteza do atleta, com argumentos muito bem incisos e fundamentados. O drama esboçado num longa é digno de grande reconhecimento, já que não utiliza-se de artifícios apelativos, mas sim de um verdadeiro documentário, com naturalidade e lidando com fatos incontestáveis.&lt;br /&gt;E Senna foi e é assim, incontestável, mágico, gênio. Ele era exatamente como qualquer brasileiro, ele colocava rodas sujas de lama, na grama, na chuva e no seco. Traçava uma nova rota, uma nova aventura, respirava o ar da vitória como um operário coloca as mãos nas ferramentas para levar o leite para família. O Leite do Senna era a vitória e a família era o povo brasileiro. Queria ver de novo esse brasileirinho que em cada curva, em cada ultrapassagem criava uma nova bússola do destino. Pegava o vácuo e rasgava as retas como uma flecha na direção do alvo. Rabiscava sua McLaren vermelha e branca nas curvas e “retas-curvas” de Mônaco, como um alpinista que sobe o morro e sente o vento frio cortando, mas não para enquanto não ganha o topo.&lt;br /&gt;Esse tal “Da Silva” que carregava no olhar antes da largada, a radiação que não foi absorvida pela atmosfera... Não media esforços para superar limites, buscar novos obstáculos... Admirava o desconhecido, ficava puto por ter perdido e feliz por ter conseguido... Sentia orgulho de si pela sua conquista e dividia isso com seu povo.&lt;br /&gt;Eu queria de volta poder ver aquele capacete amarelo surgir da poeira, do buraco, da traseira do adversário com sua McLaren de solado gasto; na chuva, no sol, no frio, no calor! Queria ver atrás da bandeira quadriculada o capacete amarelo, o macacão vermelho. No lugar mais alto do pódio o champanhe molhando o boné azul do vitorioso. O hino brasileiro, o tema da vitória!&lt;br /&gt;Já não sei se estou escrevendo como jornalista ou como fã. Talvez um pouco dos dois, mas com uma grande certeza: queria ver de novo esse tal Ayrton Senna da Silva, o gênio do capacete amarelo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2033866584952083513-2972212902435194192?l=otld.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://otld.blogspot.com/feeds/2972212902435194192/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2033866584952083513&amp;postID=2972212902435194192&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2033866584952083513/posts/default/2972212902435194192'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2033866584952083513/posts/default/2972212902435194192'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://otld.blogspot.com/2010/11/o-genio-do-capacete-amarelo.html' title='O gênio do capacete amarelo'/><author><name>Simone Vidal</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_3tpT6UWS_v4/S_soj6uiqqI/AAAAAAAAAFQ/iDXOrFREnIs/S220/GEDC0823.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_3tpT6UWS_v4/TOO1ik8kK_I/AAAAAAAAAF8/ROZw6xR0cb0/s72-c/sena1994.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2033866584952083513.post-2829157503358309174</id><published>2010-11-17T08:05:00.004-02:00</published><updated>2010-11-17T08:48:08.939-02:00</updated><title type='text'>A precariedade dos hospitais particulares</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A PRECARIEDADE DOS HOSPITAIS PARTICULARES&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Saguão do Hospital de Clínicas de Jacarepaguá, segunda-feira, 8 de novembro de 2010, 21 horas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Moça meu filho está com suspeita de catapora. – Diz a mãe, Alexandra de 19 anos, com um bebê de um ano no colo todo pipocado de bolhas vermelhas pelo corpo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Nós não temos sala de isolamento. Fica naquele corredor que está mais vazio que eu vou pedir para aumentar o ar. – Responde a enfermeira já saindo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A mãe passa pela sala da Pediatria cheia de crianças chorando e uma penca de mães esperando atendimento. Ela se encaminha ao correndo indicado e senta com o filho no colo. Ele chora e olha pra ela coçando as bolhas como quem diz: "&amp;nbsp;mamãe está doendo". Ela entende a angústia do filho e responde: - Calma filho a mamãe sabe que coça. Deixa a mamãe te ajudar a coçar. Não chora tá. – Depois de mais de duas horas de espera, ela e o bebê são chamados para a consulta com a pediatra.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Quem lê o relato acima possivelmente irá logo imaginar um hospital público super lotado com pessoas angustiadas por toda parte. Apesar do longo tempo de espera, do hospital realmente estar lotado, trata-se de um hospital particular muito conhecido da zona oeste do Rio de Janeiro, onde muitas pessoas passaram boa parte do dia na espera.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Seis horas antes, na porta da&amp;nbsp;emergência do hospital,&amp;nbsp;para um táxi. Ele tráz uma senhora desmaiada e sua mãe muito nervosa. Logo&amp;nbsp;depois chega a filha e toca a campainha da emergência. Depois da segunda tentativa e após&amp;nbsp;três minutos&amp;nbsp;entra a&amp;nbsp;enfermeira de cara amarrada na porta.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- O que foi. – diz a enfermeira.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Minha mãe desmaiou. Tem que ajudar a tirar ela do carro logo. – Responde a filha nervosa desejando que a enfermeira tomasse uma atitude logo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Na maior calmaria do mundo a enfermeira entra e volta.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Ela anda? – pergunta a enfermeira após saber que a paciente está desmaiada.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Claro que não. Ela desmaiou e tem o lado esquerdo paralisado por conta de um AVC. – responde a filha.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Depois de retornar e pegar a cadeira de rodas é a filha, a mãe e o motorista que colocam a paciente na cadeira de rodas e levam para dentro da emergência.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A médica aparece pergunta o que houve. Manda colocar ela na cama. A filha da paciente tira a prótese da mãe e ajuda a tirar a roupa dela. Por fim colocam-na na cama. As cinco enfermeiras estão fofocando alto atrás da bancada que fica no meio da sala de emergência e apenas uma vem cuidar da paciente. A calma da equipe contrasta com o nervosismo e ansiedade da família. Por volta das 22 horas encontro com a filha e ela desabafa: - Aqui é horrível. Viemos porque era o hospital mais perto. Sempre alguém da família tem que ficar de olho na minha mãe. Algumas enfermeiras não têm atenção e agora que a emergência está lotada muitas não têm boa vontade. Fiquei quarenta minutos esperando alguém para trocar minha mãe. Tive que pedir para outra enfermeira porque a primeira tinha sumido.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Ela continua contando seus problemas, na hora de fazer a ressonância teve que levar a cama, pois a enfermeira informou que se fosse esperar alguém do setor iria demorar mais. Além disso, tanto depois da ressonância quanto depois do eletro, as enfermeiras esqueceram-se de ligar o monitor e teve que ficar chamando por elas. Agora o problema era a internação. Desde às 18 horas a médica disse que tinha pedido a internação. Às 19 horas trocou o plantão e quando foi 20 horas descobriu que a médica esqueceu-se de pedir. Só às 21 horas, o médico fez o pedido e agora estava esperando para subir para o CTI com ela.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- É um absurdo a forma como tratam os pacientes. Todos aqui pagam planos de saúde caros e ficam horas na espera pelo atendimento que é péssimo. Parece que estamos pedindo favor e não pagando por tudo. Só uma diária de CTI custa seis mil. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A maior parte das enfermeiras têm má vontade com os pacientes e ficam deixando o banho, por exemplo, para a equipe que assumir depois. Essas por sua vez reclamam do excesso de trabalho. Médicos como neurologista também não vão todos os dias&amp;nbsp;passar visita aos pacientes. E as informações dadas às famílias são vagas. Além disso, muitos quartos estão mofados, as portas dos banheiros são pequenas e quem necessita de cadeira de rodas não consegue tomar banho no chuveiro. A cama dos quartos é desconfortável e a cadeira para o acompanhante dormir é uma piada. O que eles chamam de campainha é uma luz vermelha que acende na porta do quarto, ou seja, se a enfermeira não passar pelo corredor não ira saber que o paciente está precisando de ajuda. Tudo isso deixa as famílias mais preocupadas e ansiosas pela alta.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Para os familiares do CTI a situação é muito pior. A visita é de 15 horas até às 16 horas sendo que eles não liberam a entrada de quatro pessoas por dia. Dois cartões são entregues às 15 horas e outros dois às 15h30. Os familiares reclamam que não podem fazer o revezamento desejado e muitas vezes o médico passa informações a amigos que estão fazendo a visita. Ana Júlia nos conta que seu pai está internado há um mês no hospital.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Tudo aqui é um absurdo. Meu pai foi para o quarto e&amp;nbsp;em vez deles o&amp;nbsp;liberarem logo ficaram prendendo-o. Acabou que&amp;nbsp;teve pneumonia e precisou voltar ao CTI. Muitos netos têm dificuldades&amp;nbsp;para visitá-lo, pois trabalham e não podem visitar nesse horário. Deveria ter duas opções de horário. No fim de semana é uma confusão porque todos que trabalham querem vim e só podem entrar quatro. Eu acabo sempre abrindo mão da visita.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A estrutura física do hospital não é nem perto das melhores. Os aparelhos também não são os mais modernos mas os preços são bem salgados tanto para os planos como para particular. O que se vê por toda a parte são pacientes insatisfeitos. Horas de espera pelo atendimento e lotação total de quartos, CTI e emergência. O que fica dessa experiência é pura indignação. Falta de respeito com a vida humana. Muitas enfermeiras trabalham pelo dinheiro e facilidade de emprego e não por amor a profissão o que causa serio danos aos pacientes. Nem com dinheiro e plano de saúde as pessoas conseguem tratar de sua saúde da forma devida. O caos total da rede de hospitais é visível. Tornou-se apenas um negócio muito lucrativo. A impressão é o que pacientes são números que rendem boas diárias ao hospital. O que se encontra na hora da necessidade é um ambiente hostil onde a vida das pessoas nada importa. Enfermeiras preguiçosas, médicos que somem, liberações que levam horas é o que se encontra em muitos hospitais particulares.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2033866584952083513-2829157503358309174?l=otld.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://otld.blogspot.com/feeds/2829157503358309174/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2033866584952083513&amp;postID=2829157503358309174&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2033866584952083513/posts/default/2829157503358309174'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2033866584952083513/posts/default/2829157503358309174'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://otld.blogspot.com/2010/11/precariedade-dos-hospitais-particulares.html' title='A precariedade dos hospitais particulares'/><author><name>narabrito_rj</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2033866584952083513.post-4543661902055494314</id><published>2010-11-17T07:21:00.024-02:00</published><updated>2010-11-17T08:29:51.320-02:00</updated><title type='text'>OutLet, quem não quer?!</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;"&gt;Por Paula Santos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 200%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 200%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;"&gt;OutLet, no Português significa saída, escape. Para as lojas este termo tem como objetivo diferenciá-las das tradicionais, pois as OutLets Brasil funcionam com produtos de marcas com qualidade e o preço mais baixo do mercado. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 200%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 200%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;"&gt;Agora você vai conhecer o que há por trás dessas lojas que quase não são divulgadas, produtos, marcas, qualidade e desconto. Com base no Nova América, digamos assim, um Shopping teoricamente bonito, bem estruturado e com uma história muito interessante.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 200%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 200%;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Em 1925 foi inaugurada a Companhia de Tecidos Nova América e com as mudanças que estavam acontecendo naquela época, a Companhia foi crescendo e se tornou uma das maiores e mais tradicionais fábricas do país. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Em 1995, nasce o Shopping Nova América, preservando a arquitetura original da fábrica, toda em tijolinhos, estilo inglês e com uma idéia inicial de ser um shopping apenas de lojas OutLet, inclusive tendo em sua fachada “Nova América OutLet Shopping”.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_FBFX76KTBKE/TOOe9Wz7gJI/AAAAAAAAAlc/hEXWOh2XqRo/s1600/IMG00724-20101115-1757.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5540446743528439954" src="http://2.bp.blogspot.com/_FBFX76KTBKE/TOOe9Wz7gJI/AAAAAAAAAlc/hEXWOh2XqRo/s320/IMG00724-20101115-1757.jpg" style="cursor: hand; display: block; height: 240px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 320px;" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 200%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 200%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;"&gt;Com o passar dos anos, essa ideia foi se transformando em shopping normal, com diversidade em lojas, praça de alimentação e lazer, afinal, cá entre nós, não seriam todos os empresários que topariam colocar sua marca em uma loja com seus produtos mais baratos do que os tradicionais.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 200%; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="color: black; line-height: 200%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;"&gt;“As lojas OutLet não são bem divulgadas, pois não há um interesse dos donos e também por se tratar de produtos mais baratos. Se a pessoa comprar uma roupa, por exemplo, em uma loja OutLet, ela só poderá trocar na própria loja, mesmo que tenha a mesma marca próximo a sua casa, ela terá que ir à OutLet.” Assim afirmou Monique Oliveira, 25 anos, vendedora há três anos e gerente há um mês da loja infantil Joana João, localizada no Nova América.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 200%; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="color: black; line-height: 200%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-text-decorations-in-effect: underline; color: #0000ee; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: normal;"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5540448389545041490" src="http://1.bp.blogspot.com/_FBFX76KTBKE/TOOgdKs3nlI/AAAAAAAAAls/ItOXLGpkdTY/s320/IMG00714-20101115-1718.jpg" style="cursor: pointer; display: block; height: 240px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 320px;" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 32px;"&gt;A gerente ainda acrescentou que muitas lojas não possuem o nome OutLet, como também “OFF”. Todas as lojas que tiverem em sua fachada a palavra “OFF” também são consideradas lojas com produtos e valores diferenciados. Ao perguntar se a enfermeira Andréia Ferreira, de 29 anos, que estava presente na loja comprando roupas para seu filho, sabia que aquela era uma loja OutLet, ela respondeu que não e que também nem sabia que existiam esses tipos de lojas! Então, são ou não divulgadas?!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="color: black; line-height: 200%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="line-height: 200%; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 200%;"&gt;Estudando um pouco sobre o assunto é possível entender que essas lojas não só vendem produtos com desconto, como os mesmos são de coleções passadas, ou seja, coleções que não venderam nas lojas e para não queimar estoque vão para as Outlets com um preço lá embaixo. Exceto as OutLets de sapatos, como a Nike e Adidas, que vendem somente produtos vindos direto da fábrica.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="line-height: 200%; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="color: black; line-height: 200%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-text-decorations-in-effect: underline; color: #0000ee; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: normal;"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5540448749116164914" src="http://1.bp.blogspot.com/_FBFX76KTBKE/TOOgyGNTizI/AAAAAAAAAl0/0rQV9qz3gYs/s320/IMG00717-20101115-1725.jpg" style="cursor: pointer; display: block; height: 240px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 320px;" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Falar da Nike OutLet é o mesmo que falar de fila do supermercado. Bem divulgada, ou não, os frequentadores do Nova América simplesmente lotam a loja e chegam a disputar por um par de tênis. Já viu Guanabara em dia de aniversário? O rapaz anuncia uma promoção e todo mundo sai correndo para pegar a etiqueta com o preço mais barato. É mais ou menos assim na Nike! A fila para pagar é bem semelhante, você fica horas esperando, muitas vezes, só por um par de tênis.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-text-decorations-in-effect: underline; color: #0000ee; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: normal;"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5540449081617748274" src="http://2.bp.blogspot.com/_FBFX76KTBKE/TOOhFc33ETI/AAAAAAAAAl8/MGaImf-fE5s/s320/IMG00715-20101115-1720.jpg" style="cursor: pointer; display: block; height: 240px; margin: 0px auto 10px; text-align: justify; width: 320px;" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-text-decorations-in-effect: underline; color: #0000ee; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: normal;"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5540449418972452866" src="http://1.bp.blogspot.com/_FBFX76KTBKE/TOOhZFnfWAI/AAAAAAAAAmE/Iv235PTgjJo/s320/IMG00716-20101115-1720.jpg" style="cursor: pointer; display: block; height: 240px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 320px;" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O gerente de marketing, Eduardo Leitão, explica o porquê dessas lojas fazerem este tipo de&amp;nbsp;promoção, colocando o produto&amp;nbsp;mais em conta e o que leva as pessoas a comprarem: “Não adianta você ter uma marca bem conhecida e nunca fazer algum tipo de promoção na sua loja. Os produtos podem ser caros, mas se muitos não forem vendidos, é óbvio que será necessário cair com o preço para esvaziar o estoque. No caso dessas grandes marcas de tênis, os produtos são fornecidos direto da fábrica, o que favorece baixar um pouco o preço fazendo com que a pessoa compre mais barato e até revenda aquele produto.”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="line-height: 200%; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="color: black; line-height: 200%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: normal;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_FBFX76KTBKE/TOOh7REozgI/AAAAAAAAAmM/wHsZ3K9mlN8/s1600/IMG00738-20101115-1901.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5540450006163049986" src="http://3.bp.blogspot.com/_FBFX76KTBKE/TOOh7REozgI/AAAAAAAAAmM/wHsZ3K9mlN8/s320/IMG00738-20101115-1901.jpg" style="cursor: pointer; float: left; height: 240px; margin: 0px 10px 10px 0px; width: 320px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="color: black; line-height: 200%;"&gt;&lt;div align="justify" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 32px;"&gt;Na Nike, as pessoas experimentam os tênis loucamente e deixam pilhas no chão, em cima dos bancos, nas prateleiras. Uma desordem total! Imagina os funcionários no final do dia, tendo que arrumar aquilo tudo e pôr tudo no seu devido lugar? Coitados!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 32px;"&gt;Diferente na Adidas, que a coisa parece ser bem mais organizada e os tênis não fogem muito do preço base da Nike. Lá, você encontra os produtos com qualidade, nas prateleiras corretas (risos) e se você for no dia certo e na hora certa, ainda encontra os produtos que já tem desconto na promoção! Para não puxar muita sardinha para a Adidas, você só encontra um problema, os vendedores usam roupas que você não consegue diferenciar quem é vendedor e quem é consumidor.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 32px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: normal;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_FBFX76KTBKE/TOOiZonotxI/AAAAAAAAAmU/kFGOEPmEuKI/s1600/IMG00719-20101115-1743.jpg"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5540450527879935762" src="http://4.bp.blogspot.com/_FBFX76KTBKE/TOOiZonotxI/AAAAAAAAAmU/kFGOEPmEuKI/s320/IMG00719-20101115-1743.jpg" style="cursor: pointer; float: left; height: 240px; margin: 0px 10px 10px 0px; width: 320px;" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_FBFX76KTBKE/TOOi0iRxZjI/AAAAAAAAAmc/WeMApbyePq0/s1600/IMG00720-20101115-1743.jpg"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5540450990034085426" src="http://1.bp.blogspot.com/_FBFX76KTBKE/TOOi0iRxZjI/AAAAAAAAAmc/WeMApbyePq0/s320/IMG00720-20101115-1743.jpg" style="cursor: pointer; float: right; height: 240px; margin: 0px 0px 10px 10px; width: 320px;" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O mesmo problema você encontra em lojas como X SITE. As vendedoras normalmente usam roupas que te confundem e você acaba ficando com vergonha de perguntar. A X SITE OFF do Nova América apresenta roupas bem mais em conta, porém muitas com defeitos e também são coleções antigas. Então, se você é uma pessoa da moda atual, não vai gostar das coleções que já passaram.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="line-height: 200%; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="color: black; line-height: 200%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: normal;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_FBFX76KTBKE/TOOjc-CwLFI/AAAAAAAAAmk/K-ZIXJTZ7Tw/s1600/IMG00723-20101115-1750.jpg"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5540451684682050642" src="http://1.bp.blogspot.com/_FBFX76KTBKE/TOOjc-CwLFI/AAAAAAAAAmk/K-ZIXJTZ7Tw/s320/IMG00723-20101115-1750.jpg" style="cursor: pointer; float: left; height: 240px; margin: 0px 10px 10px 0px; width: 320px;" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_FBFX76KTBKE/TOOj4kVd8MI/AAAAAAAAAms/E7S9DHK3cVY/s1600/IMG00729-20101115-1833.jpg"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5540452158817562818" src="http://1.bp.blogspot.com/_FBFX76KTBKE/TOOj4kVd8MI/AAAAAAAAAms/E7S9DHK3cVY/s320/IMG00729-20101115-1833.jpg" style="cursor: pointer; float: right; height: 240px; margin: 0px 0px 10px 10px; width: 320px;" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="line-height: 200%; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="line-height: 200%; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="line-height: 200%; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="line-height: 200%; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="line-height: 200%; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="line-height: 200%; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="line-height: 200%; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="line-height: 200%; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="line-height: 200%; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="line-height: 200%; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="line-height: 200%; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="line-height: 200%; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="line-height: 200%; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="line-height: 200%; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="line-height: 200%; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="line-height: 200%; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;São essas lojas, dentre outras OutLet’s que completam o Shopping, como Armadillo, Levi’s, Victor Hugo, Carmen Steffens, etc. Vale a pena conferir, mas repito, ainda são mal divulgadas! Galera vamos divulgar para comprar roupas e produtos mais em conta, quem não quer?!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="line-height: 200%; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: normal;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_FBFX76KTBKE/TOOkUafBgVI/AAAAAAAAAm0/ceyz1n46rEs/s1600/IMG00733-20101115-1840.jpg"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5540452637209624914" src="http://4.bp.blogspot.com/_FBFX76KTBKE/TOOkUafBgVI/AAAAAAAAAm0/ceyz1n46rEs/s320/IMG00733-20101115-1840.jpg" style="cursor: pointer; float: left; height: 320px; margin: 0px 10px 10px 0px; width: 240px;" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_FBFX76KTBKE/TOOkwtxxWNI/AAAAAAAAAm8/sje9NBYua7Q/s1600/IMG00734-20101115-1841.jpg"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5540453123424868562" src="http://1.bp.blogspot.com/_FBFX76KTBKE/TOOkwtxxWNI/AAAAAAAAAm8/sje9NBYua7Q/s320/IMG00734-20101115-1841.jpg" style="cursor: pointer; float: right; height: 320px; margin: 0px 0px 10px 10px; width: 240px;" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 130%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 16px;"&gt;&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="line-height: 200%; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2033866584952083513-4543661902055494314?l=otld.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://otld.blogspot.com/feeds/4543661902055494314/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2033866584952083513&amp;postID=4543661902055494314&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2033866584952083513/posts/default/4543661902055494314'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2033866584952083513/posts/default/4543661902055494314'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://otld.blogspot.com/2010/11/outlet-quem-nao-quer.html' title='OutLet, quem não quer?!'/><author><name>Paula</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09274276244822597623</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/--rBgHJ_oG3Q/TnfXvWy6tcI/AAAAAAAAAys/dXBjT96XZ-U/s220/247118_220936384602403_100000581303802_822745_3944263_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_FBFX76KTBKE/TOOe9Wz7gJI/AAAAAAAAAlc/hEXWOh2XqRo/s72-c/IMG00724-20101115-1757.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2033866584952083513.post-8076374450679497380</id><published>2010-11-17T00:22:00.013-02:00</published><updated>2010-11-17T09:40:26.457-02:00</updated><title type='text'>PARADA GAY INVADE COPACABANA EM DIA DE CHUVA DE ÁGUA E DE CORES.</title><content type='html'>&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Por Danilo Silveira&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Sábado à noite, dia 13/11, resolvi dormir na casa da minha querida avó, no bairro de Copacabana, zona Sul do Rio de Janeiro. Depois de tomar aquele chope e comer aquela batata frita em um dos novos quiosques localizados na orla, fui para o apê da vovó. Não segui a música do Latino e não teve “festa no apê”. Logo, eu peguei no sono. Uma noite gostosa, tempo frio, onde não dá a mínima vontade de fazer nada. Assim que acordei, a primeira pergunta que me veio à cabeça foi: “Como está o tempo?” Abri a cortina e vi por meio do vidro da janela, nuvens em um céu cinzento. Começar a chover era questão de tempo. Confesso-lhes que me deu vontade de dar um mergulho. Mas a preguiça me impediu de realizar tal empreitada. Restou-me deitar novamente, ficar rolando de um lado pro outro, com a tevê ligada, era a final da Liga Mundial de vôlei. Derrota do Brasil. Depois veio a largada da fórmula 1. Último grande prêmio, quatro pilotos na briga pelo título e promessa de uma grande corrida. Logo após a largada, batida e Safety Car na pista. “Ah, não agüento mais ver isso não. Vai demorar uma eternidade até a corrida recomeçar, vou pra rua” – pensei comigo mesmo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Manhêêê, vou dar uma volta na praia, quer ir comigo?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Tá doido! Olha o tempo. Fica em casa mesmo que vai chover.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Eu não, vou sair agora e já. Vazei que nem um rato, fui!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Saí porta afora, mesmo sabendo que provavelmente nada de muito especial iria me fazer rir naquele dia nublado e poss&lt;/span&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_kRd8rwIhU_Q/TONEL4C4o7I/AAAAAAAABB8/VsJ1lHi1kCg/s1600/10.JPG"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 320px; FLOAT: right; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5540346937409577906" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_kRd8rwIhU_Q/TONEL4C4o7I/AAAAAAAABB8/VsJ1lHi1kCg/s320/10.JPG" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;ivelmente chuvoso. Fui andando pela orla, em direção ao posto 6. Cada vez mais o hotel Sofitel, que fica no final da praia, se aproximava. De repente, comecei a ouvir uma música ao longe, com certa gritaria. Eu não estava entendendo era nada. Quem iria realizar um evento em plena na Praia de Copacabana, com um frio desses e com uma chuva por vir. “Quer saber? Vou lá ver o que está rolando, melhor que não fazer nada” – pensei.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Apertei o passo, morrendo de curiosidade e logo vi um mar de cor. Não o mar que fica depois da faixa de areia, o mar que me refiro eram os diversos carros coloridos, com balões, bolas e tudo que se tem direito. “PQP, hoje é o dia da parada Gay!” – exclamei baixinho comigo mesmo. E agora? O que eu fazia? Voltava dali mesmo ou ia at&lt;/span&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_kRd8rwIhU_Q/TONCPL5xvwI/AAAAAAAABBc/z7l_DqJ3OkE/s1600/6.JPG"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 258px; FLOAT: right; HEIGHT: 249px" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5540344795256438530" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_kRd8rwIhU_Q/TONCPL5xvwI/AAAAAAAABBc/z7l_DqJ3OkE/s320/6.JPG" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;é lá conferir. Segunda opção,Lá fui eu!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Enfim, cheguei próximo aos carros e a movimentação era grande por ali. Muitas pessoas gritavam, riam alto, esperando a 15ª parada Gay ter início. Não demorou muito e a música começou a tocar. Foi aí que a festa estava completa e eu me vi de fato, participando da parada Gay. Duas chuvas vieram quase que simultaneamente. Primeiro, começou a chover homossexuais fantasiados gritando. Segundos depois, começou a chover água do céu. Cheguei por alguns minutos a pensar “Por que motivo eu não fiquei em casa, na minha, quietinho?”, mas logo vi que isso não levaria a nada e continuei por ali, analisando e rindo muito, sozinho.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O som era uma espécie de Hip Hop misturado com Tecno, algo que dava vontade de você balançar o corpo, como se estivesse sem rumo. Porra, eu estava de calça Jeans e com uma blusa vinho quase rosa, se eu&lt;/span&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_kRd8rwIhU_Q/TONDHikseII/AAAAAAAABBs/-A31VTBR3JI/s1600/7.JPG"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 320px; FLOAT: right; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5540345763414702210" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_kRd8rwIhU_Q/TONDHikseII/AAAAAAAABBs/-A31VTBR3JI/s320/7.JPG" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt; começasse a dançar ali vários homossexuais começariam a dar em cima de mim ou soltar piadinhas do gênero. É! Não ia valer a pena. Melhor eu ficar na minha quietinho. Imaginem eu, de blusa rosa todo molhadinho de chuva, cheio de homens a minha volta me admirando. Sou longe de ser homofóbico, mas aí já seria demais. Imagina papai vendo aquela cena. Estava paradinho no meu quadradinho, sem fazer mal a ninguém, mas me deram um susto, talvez sem querer. Senti no meu ombro uma mão, que deveria ser do tamanho do meu pé e uma voz mais grossa do que a minha multiplicada por 5 dizer: &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- E aí gato. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Entrei em espiral. “ferrou"– Pensei. Mas o transexual seguiu e mais nada falou para minha pessoa: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_kRd8rwIhU_Q/TONDHeOkx_I/AAAAAAAABBk/t6_ZFwXVYOw/s1600/1.JPG"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 320px; FLOAT: right; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5540345762248181746" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_kRd8rwIhU_Q/TONDHeOkx_I/AAAAAAAABBk/t6_ZFwXVYOw/s320/1.JPG" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;“Ufa!!!” – desabafei. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Logo percebi que não era nada pessoal. Ele mexia com quase todo mundo, e logo montaram uma rodinha em volta dele para tirar foto. Por acaso, meu celular fotografava e não deixei de registrar o momento. Imaginem, leitores, um cidadão sem camisa, cheio de cabelo no peito, com uma voz muito máscula, mas o cabelo grande alisado e trejeitos altamente femininos. Era isso que eu estava fotografando. Aproveitei e capturei as imagens dos carros que tomavam conta de uma das pistas da Avenida Atlântica. Subitamente a música parou e uma voz surgiu em algum microfone próximo de onde eu me encontrava: &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Boa tarde Rio de Janeiroooooooo &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;As pessoas presentes berraram alegremente, respondendo ao microfone, aliás, à pessoa que falava ao microfone.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Onde estão os gays? – berrava o microfone&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Aquiiiiiiiiiiiiii – respondia a massa&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Onde estão as lésbicas do Rio de Janeiro? – perguntou o microfone, engrossando a voz. &lt;/span&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_kRd8rwIhU_Q/TONCN70H5-I/AAAAAAAABBM/cnvFTo1UyEk/s1600/3.JPG"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 320px; FLOAT: right; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5540344773757888482" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_kRd8rwIhU_Q/TONCN70H5-I/AAAAAAAABBM/cnvFTo1UyEk/s320/3.JPG" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;-Aquiiiiiiiiiiiii – ecoou na praia de Copacabana&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Onde estão os heteros, amantes do nosso movimento? – Indagou o microfone&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;-Aquiiiiiiiiiiii – gritou parte dos presentes.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Viva o homossexualismo – berrou o microfone quase ensurdecendo esse que vos escreve.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- uhuuuuuuuuuuuul – ecoou alto no recinto. Um ser atrás de mim gritou colado ao meu ouvido, com tanta força, que meu tímpano quase respondeu da tanta dor.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Pronto. A parada Gay estava pra iniciar-se e eu estava ali, no meio de todo mundo, fazendo o quê de fato eu não sei. Quem procura acha, já dizia minha falecida tataravó. E não demorou muito para algo inusitado acontecer. Estava eu sozinho, solitário, quando, de repente, surge pro trás de mim uma mão e “táááá”. Estão curiosos para saber o que foi a onomatopéia? Pois é! Apertaram a minha bunda. Isso mesmo que vocês leram, apertaram a minha bunda. “Cacete! E agora?” pensei comigo mesmo. Não preciso nem dizer que a pessoa que praticou a ação era do sexo masculino. Cheguei a &lt;/span&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_kRd8rwIhU_Q/TONELrxdpgI/AAAAAAAABB0/q2Qecvbhwxo/s1600/9.JPG"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 320px; FLOAT: right; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5540346934115280386" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_kRd8rwIhU_Q/TONELrxdpgI/AAAAAAAABB0/q2Qecvbhwxo/s320/9.JPG" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;me emputecer por alguns instantes, mas como dizia minha falecida tataravó “Quem está na chuva é para se molhar.” Pois é, esse ditado se aplicava literalmente, pois nesse instante já chovia muito. Algo me dizia que era hora de voltar pra casa, até porque eu não tinha tomado café da manhã muito bem e estava com fome. Mas a mesma preguiça que me impediu de ir mergulhar mais cedo, me impedia de sair dali naquele momento. O estado de inércia tomava conta de mim, mas ao mesmo tempo, coisas do tipo “Se apertaram minha bunda agora, o que vão fazer mais tarde?” passavam na minha cabeça. E isso era o tipo de dúvida que não me agradava. Gosto de surpresas, mas desse tipo eu não queria mais não. Ao chegar em casa meu pai ia me perguntar onde eu fui e olhem minha repsosta: &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Papai, fui na parada Gay, apertaram tanto a minha bunda. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;É! O velho ia morrer do coração. Não que ele seja homofóbico, mas o coroa ia pensar na hora "Pronto, meu filho virou gay depois de 20 anos" Ou pior ainda: "Descobri que meu filho é gay há 20 anos" Mas mentir não seria necessário, bastava amenizar as coisas. Depois de algum tempo descansando, o microfone voltou a falar. A mesma voz anunciava agora a parada Gay. Durante alguns minutos, a pessoa discursava sobre o movimento e a necessidade de mais e mais pessoas aderirem ao movimento como forma de quebra de qualquer tipo de preconceito. Mas a chuva de fato atrapalhou um pouco a presença dos homossexuais. Já houve passeatas com um número maior de pessoas. Por um instante, dispersei e fiquei pensando sobre o que o microfone havia falado. De fato, o preconceito contra os homossexuais é muito grande. Mas meu momento de pura concentração e reflexão foi pro espaço &lt;/span&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_kRd8rwIhU_Q/TONCO-ZGWCI/AAAAAAAABBU/EH0-gRtq5lk/s1600/4.JPG"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 240px; FLOAT: right; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5540344791629715490" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_kRd8rwIhU_Q/TONCO-ZGWCI/AAAAAAAABBU/EH0-gRtq5lk/s320/4.JPG" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;quando um homem se aproximou e com a voz muito fina falou para o amigo:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;-Olha que gatinhooooo. Quero tirar uma foto com ele. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Pronto! A festa estava completa, não faltava mais nada. Eu não estava acreditando no que estava acontecendo. Logo pensei: “cara, sou hetero”, mas ao mesmo tempo: “Por que sempre comigo? Por que sou sempre o alvo das coisas mais inusitadas?” Mas eu não tinha tempo. Eu precisava falar algo, já que aquela pessoa estava parada na minha frente, quase que piscando os olhos e me olhando da cabeça aos pés. Precisava responder “não” sem gaguejar, mas seria muito grosseiro. Na verdade, eu estava de intruso no meio de uma passeata gay, então minha resposta foi simples e conclusiva, mas sem abrir muito espaço para novas perguntas: &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;-Pode sim. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Imediatamente, ele deu um grito estridente, me abraçou e fez pose para foto. Tudo demorou cerca de dez segundos, e confesso que foi bem estranho para mim. Com um “com licença” baixinho sai de mansinho. Definitivamente era hora de ir pra casa. Tirei mais umas fotos e peguei o caminho da roça. Quando cheguei, mamãe perguntou: &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Onde você foi?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Tava ali na parada Gay – respondi&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Não sei quem esse menino puxou com tanta ironia – respondeu ela, virando as costas e retornando pro quarto dela. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_kRd8rwIhU_Q/TONGsylyPSI/AAAAAAAABCE/SKr23uBXNSQ/s1600/5.JPG"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 320px; FLOAT: right; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5540349701904284962" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_kRd8rwIhU_Q/TONGsylyPSI/AAAAAAAABCE/SKr23uBXNSQ/s320/5.JPG" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Fiquei alguns segundos rindo sozinho. Quando a noite chegou, arrumei minha coisas para voltar para casa, depois de um final de semana pra lá de atípico na casa da vovó. E não é que a passeata Gay ainda tomava conta de Copacabana. O Trânsito pra lá de engarrafado e o metrô lotado de Gays, se abraçando, se beijando, comemorando felizes. Os homossexuais são homossexuais todos os dias, mas hoje foi um dia especial para eles. A praia de Copacabana foi o local onde eles puderam gritar, festejar e curtir sem preconceito, e clamando pelo fim da homofobia! E mais: pegando o ser que vos escreve como alvo de cantadas!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2033866584952083513-8076374450679497380?l=otld.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://otld.blogspot.com/feeds/8076374450679497380/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2033866584952083513&amp;postID=8076374450679497380&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2033866584952083513/posts/default/8076374450679497380'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2033866584952083513/posts/default/8076374450679497380'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://otld.blogspot.com/2010/11/parada-gay-invade-copacabana-em-dia-de.html' title='PARADA GAY INVADE COPACABANA EM DIA DE CHUVA DE ÁGUA E DE CORES.'/><author><name>Os craques na rede</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_kRd8rwIhU_Q/TD6gDcCJuOI/AAAAAAAAAnc/rOfAJaOlcnc/S220/futeba+show.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_kRd8rwIhU_Q/TONEL4C4o7I/AAAAAAAABB8/VsJ1lHi1kCg/s72-c/10.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2033866584952083513.post-8937785106142537515</id><published>2010-11-08T11:25:00.008-02:00</published><updated>2010-11-15T10:21:38.361-02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;A Rua Teresa está fashion&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial;"&gt;&lt;br /&gt;Por Talita Militão&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5537172028127758658" src="http://1.bp.blogspot.com/_7pyzWH6vIRg/TNf8n1TIyUI/AAAAAAAAANE/3k2SrU9VGP4/s320/evento-rua-teresa-28-300x225.jpg" style="cursor: hand; float: left; height: 225px; margin: 0px 10px 10px 0px; width: 300px;" /&gt;Quem mora em Petrópolis ou costuma visitar a cidade, sabe como mudaram as coisas na Rua Teresa. Hoje, a realidade é outra! Preços baixos ou de fábrica, só se for garimpando nas ruelas adjacentes ao comércio da rua principal. As confecções de garagem cederam espaço às lojas de moda e multimarcas, abandonando o slogan baixo custo para lançar e vender moda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas como o capitalismo vive se boicotando, podemos encontrar os vendedores de rua. Eles invadem as calçadas em frente às lojas, com cabides e mais cabides de bermudas, camisetas de todas de marcas e vestidos; tudo que se possa imaginar. “Ei, princesa, olha a bermuda de marca, só 10 conto. Também tem vestido de microfibra por 15, é tudo baratinho.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dois passos depois: “Neiiiim, calcinha e sutiã à preço de custo. Só sete reais...dá uma pegadinha aqui e vê o tecido, é puro algodão”, anuncia Leandro, que já está no ramo de vendas nas calçadas da Rua Teresa há dois anos. Ele revela que muitas pessoas conseguem economizar muito ao escolher comprar com os vendedores de rua. “O negócio é que vamos pras ruas não apenas vender as peças que mostramos, somos um mostruário que leva as compradoras às nossas lojas. O mais esperto leva a cliente!”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São cerca de 800 confecções formais e mais de 40 mil pessoas empregadas em uma cadeia produtiva que inclui costureiras, depósitos de malha, vendedores, logística de transporte. Mais de 200 mil visitantes, por mês, percorrem os dois quilômetros de extensão, para comprar o que há de melhor e mais barato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Joana, que vem há anos fazer compras, percebe as mudanças. “As coisas já não são tão baratas assim. Claro que toda revendedora quer roupa bonita, mas o que importa mesmo são os preços. Se continuarem subindo, é bem provável que percam a antiga clientela”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já Márcia, moradora de Petrópolis e cliente da Rua Teresa desde criança, reclama: “Eles querem transformar Santa Tereza em mais um shopping cheio de butique! Não dá mais para comprar roupa aqui, isso é até um desrespeito com a população que contava com essas lojas para comprar roupa para a família. Agora, é gastar horas procurando peças mais em conta!”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, seu João, dono de uma lojinha no final da rua, está muito satisfeito com as novas oportunidades. “Vender não é fácil. Tem muita gente que passa, olha muita coisa e não leva nada. Mas com o evento Rua Teresa Fashion vem gente de todo lugar e vê as novas peças”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A semana Rua Teresa Fashion Business foi idealizada pela Associação de Empresários e Amigos da Rua Teresa e o Senac Rio. “O evento foi planejado para trazer o comprador de moda para Petrópolis. Os lojistas podem abastecer suas lojas aqui, temos além de qualidade, preço muito bom”, diz Marcelo Fiorini, presidente da Associação de Empresários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aos meus caros petropolitanos, resta acreditar que a metamorfose da querida Rua Teresa seja um chamariz para novos turistas que curtam a moda e não apenas bom preço, e que esse crescimento na economia local se reverta em qualidade de vida para eles e suas famílias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já quem é turista e vem para Petrópolis, seguindo a antiga lenda, pode ter uma surpresa. Mas a diversão está garantida, a rua continua comprida e cheia de lojas para visitar. Até porque, para olhar ainda não se paga nada! &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2033866584952083513-8937785106142537515?l=otld.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://otld.blogspot.com/feeds/8937785106142537515/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2033866584952083513&amp;postID=8937785106142537515&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2033866584952083513/posts/default/8937785106142537515'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2033866584952083513/posts/default/8937785106142537515'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://otld.blogspot.com/2010/11/rua-teresa-virou-fashion-por-talita.html' title=''/><author><name>Talita Militão</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_7pyzWH6vIRg/TURIbD5es8I/AAAAAAAAANo/IhgWTnTE0cc/s220/talita_CV.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_7pyzWH6vIRg/TNf8n1TIyUI/AAAAAAAAANE/3k2SrU9VGP4/s72-c/evento-rua-teresa-28-300x225.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2033866584952083513.post-2419805279280814703</id><published>2010-11-03T13:34:00.007-02:00</published><updated>2010-11-15T11:16:42.915-02:00</updated><title type='text'>Outra Vida em um Outro Lugar</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_KNm2IaKfaR4/TNGDBeXmZTI/AAAAAAAAACE/kXlcAIwq3yQ/s1600/OgAAADr-4G6X1sDdec4gdm9BqaXWlg0rXr-uxC1L0g4wWS6Gk1UsWoxMfpmQJCip1tODKy352ppG1amAX4IBaiFyQnAAm1T1UAJwAYLo1f15ME8HRXSituJxe941.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5535349478370207026" src="http://3.bp.blogspot.com/_KNm2IaKfaR4/TNGDBeXmZTI/AAAAAAAAACE/kXlcAIwq3yQ/s320/OgAAADr-4G6X1sDdec4gdm9BqaXWlg0rXr-uxC1L0g4wWS6Gk1UsWoxMfpmQJCip1tODKy352ppG1amAX4IBaiFyQnAAm1T1UAJwAYLo1f15ME8HRXSituJxe941.jpg" style="cursor: pointer; display: block; height: 240px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 320px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Por Alice Désirée&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Em setembro de 2010, Carolina Camões, parente muito distante de Luís de Camões, decidiu que faria seu intercâmbio. Mas antes de chegar à essa decisão Carol me contou que não conseguiria por causa do namorado e eu disse à ela que era uma oportunidade que ela nunca mais ia ter e o namorado tinha que entender isso. Quando eu contei que queria fazer uma entrevista com ela sobre isso, ela se empolgou: “A&lt;span style="color: black;"&gt;i q lindo... vou sair na entrevista".&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-right: 0.9pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A&amp;nbsp;seguir, reproduzo&amp;nbsp;nossos diálogos que aconteceram no MSN:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-right: 0.9pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Por que você decidiu fazer o intercâmbio?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-right: 0.9pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- &lt;span style="color: black;"&gt;Eu decidi fazer intercâmbio porque queria ter uma experiência acadêmica fora do país e que pudesse fazer um diferencial na minha vida profissional no futuro.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-right: 0.9pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Carol foi fazer o intercâmbio em Portugal por causa da família mesmo. Ela queria conhecer a cultura deles&lt;/span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-right: 0.9pt; text-align: justify;"&gt;&lt;object classid="clsid:38481807-CA0E-42D2-BF39-B33AF135CC4D" id="ieooui"&gt;&lt;/object&gt; &lt;style&gt; st1\:*{behavior:url(#ieooui) } &lt;/style&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-right: 0.9pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Em primeiro lugar porque em Portugal está as origens da minha família. Cresci ouvindo de meus avós falarem de&amp;nbsp;como era a vida em Portugal. Sem contar que Portugal e Brasil sempre estiveram ligados por laços coloniais, o que desperta mais o meu interesse pelo país. E em segundo vem a língua, que é igual a nossa, o que facilita bastante.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- E até agora está sendo como você imaginava?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-right: 0.9pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- &lt;span style="color: black;"&gt;Nunca é igual ao que imaginamos, mas só nos damos conta realmente disso quando vivenciamos o intercâmbio.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Foi um choque ficar sem a sua família por perto?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-right: 0.9pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Sim, na primeira semana me desesperei. Quando você desce do avião e chega no lugar que vai morar e para pra pensar: "O que eu estou fazendo aqui? A minha casa está muito longe! Que loucura! Como eu tive coragem?!". &lt;span style="color: black;"&gt;Mas acho que me adaptei rápido. Conheci pessoas que demoraram mais um pouco.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-right: 0.9pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- O que você aprendeu a fazer que antes tinha o apoio da sua família?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-right: 0.9pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Cozinhar, lavar, passar, fazer compras no supermercado. Não que eu não soubesse, mas antes tinha alguém que fazia tudo por mim. Agora preciso me virar sozinha.Hahaha.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-right: 0.9pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- É difícil conviver com pessoas que você nunca viu na sua vida?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-right: 0.9pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- &lt;span style="color: black;"&gt;Sim. Onde moro tem pessoas de vários lugares do mundo, com culturas diferentes da minha. Mesmo estando em Portugal, nem todos têm o interesse em aprender o português, porque alguns têm aulas em inglês. Tem uma turca que mora aqui em casa e disse que não vai aprender português. Eu só falo em inglês com ela. Tem&amp;nbsp;três espanhóis, que estão aqui há quase&amp;nbsp;dois meses e ainda não falam português, eles vêm conversar comigo em espanhol. Geralmente eu tento falar um "portunhol" com eles, mas eles sempre falam em espanhol comigo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-right: 0.9pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Depois dessa conversa, a Carol teve que sair para encontrar uma amiga. Em uma outra conversa, eu percebi que o nick dela no MSN tinha mudado para “Tô com moche”. Achando que fosse alguma gíria portuguesa, eu logo perguntei que diabos era moche.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-right: 0.9pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- É um plano da operadora do meu celular que me deixa ligar de graça pra qualquer um que seja moche \o/ &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-right: 0.9pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O bom do intercâmbio é que você consegue começar do zero qualquer que seja sua escolha. Carol teve medo de deixar a casa em que morava e o namorado aqui no Brasil, mas descobriu outras pessoas e formas diferentes de viver. E descobriu que os portugueses têm shoppings baratos e cinemas gigantescos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2033866584952083513-2419805279280814703?l=otld.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://otld.blogspot.com/feeds/2419805279280814703/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2033866584952083513&amp;postID=2419805279280814703&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2033866584952083513/posts/default/2419805279280814703'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2033866584952083513/posts/default/2419805279280814703'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://otld.blogspot.com/2010/11/outra-vida-em-um-outro-lugar.html' title='Outra Vida em um Outro Lugar'/><author><name>Alice Désirée</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://bp0.blogger.com/_KNm2IaKfaR4/R-_2NDeHoEI/AAAAAAAAAAQ/_Nsebm_ek0Y/S220/How_to_Disappear_Completely.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_KNm2IaKfaR4/TNGDBeXmZTI/AAAAAAAAACE/kXlcAIwq3yQ/s72-c/OgAAADr-4G6X1sDdec4gdm9BqaXWlg0rXr-uxC1L0g4wWS6Gk1UsWoxMfpmQJCip1tODKy352ppG1amAX4IBaiFyQnAAm1T1UAJwAYLo1f15ME8HRXSituJxe941.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2033866584952083513.post-6365949098930053417</id><published>2010-11-03T10:10:00.002-02:00</published><updated>2010-11-15T11:43:29.461-02:00</updated><title type='text'>Que Dificuldade!</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Um passado e um&amp;nbsp;aluguel caro&amp;nbsp;fizeram-me tomar a decisão. Vou me mudar! Após definir isso, o primeiro passo tinha que ser dado: procurar o meu destino. A partir disto, as buscas começaram. De início, recorri à internet. Vasculhei sites e mais sites de busca e acabei por parar no “Zap.com”. Pensei que, por ser o mais famoso dentre eles, seria o mais confiável. Foi um bom pensamento, pois de fato é, mas não lembrava que, talvez por este mesmo motivo, era o mais visitado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Logo, pude sentir na pele esta constatação. Ao encontrar um apartamento que se enquadrava no perfil por mim desejado, entrei em contato e, na minha ansiedade, já marquei uma visita. Estava querendo um quarto e sala próximo ao centro da cidade. Este era no Bairro de Fátima e tinha um bom tamanho. Logo perguntei qual era a documentação necessária e, no dia seguinte, ela estava nas mãos da proprietária do imóvel.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Ela era uma senhora espanhola de aproximadamente 60 anos e, aparentemente, ganhava a vida alugando os apartamentos do marido. De quebra, para economizar, era síndica de alguns condomínios. Naturalmente, ela quis conhecer o seu inquilino e enviou a minha ficha para a avaliação destes órgãos que veem se você tem o nome sujo. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Após uma semana de espera, tornei a ligar para a espanhola e veio a resposta: “Não há nada de errado com o seu nome, mas alugamos para outro com a renda maior”. Senti uma pequena frustração, mas só na minha cabeça que eu achava que seria fácil, de primeira. Não desanimei e já voltei à minha busca pelos sites.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Mas parece que esse primeiro “não” abriu a porteira do azar. Foi mais de um mês que eu procurava, procurava e todos já tinham sido alugados. Neste período, criei um mini-texto que usava para abordar as administradoras dos imóveis, mas elas também tinham uma resposta padrão: “Desculpe, mas o apartamento já foi alugado”. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Foi uma série das mesmas falas e, enquanto isso, o tempo passava. Tanto que o meu noivo mudou de emprego e passou a ser dependente do metrô, logo, ganhamos mais uma exigência: o apartamento tinha que ser próximo a uma estação. Obviamente, a procura ficou mais difícil, até que consegui encontrar. Era um quarto e sala próximo à Central do Brasil. Fiquei meio receosa pelo local, mas fui ver o apartamento. Para a proposta do imóvel até que era bem espaçoso e, para mim e para a minha ansiedade, ele era suficiente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Bati várias fotos para mostrar ao meu noivo e demos uma volta pela área de noite para ver como a vizinhança se comportava. Não era tão ruim quanto pensávamos e, no dia seguinte, fui&amp;nbsp;à imobiliária pegar uma ficha, reuni toda a documentação e nada. Travamos. Achamos que o local era perigoso e desistimos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Com isso, mais uma exigência se acrescentou. Além de ser perto do metrô, tinha que ser muito bem localizado. Estes requisitos, que só aumentavam, tornavam o apartamento mais caro e o preço alto do que estávamos foi um dos fatores decisivos para a mudança. Mas enfim, acabei percebendo que o nosso foco tinha que ser a Zona Sul do Rio de Janeiro. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Mais uma vez voltei à luta. Gastava diariamente algumas horas pesquisando e ligando. Mas o texto padrão só se repetia. Eu já conhecia todas as ofertas do site. Sabia quando entrava uma nova e era para essa que eu corria, mas tinha sempre a mesma resposta. Semanas depois consegui marcar visita para um apartamento em Botafogo. Era muito bem localizado, o preço não estava impossível e o espaço era bom. Fiquei bastante empolgada, ainda mais porque o imóvel não estava com imobiliária alguma. O contrato seria fechado diretamente com a proprietária. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Acreditei tanto neste que, no mesmo dia em que vi, voltei em casa para pegar os documentos que ela pedia e entreguei na mesma hora. Não queria perder tempo. Já tinha perdido demais. Tentei ser simpática, aproximar-me, fiz de tudo, mas na semana seguinte, quando liguei para saber o resultado, tive a resposta: “Está tudo certo com o seu nome, mas o ordenado é baixo demais”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Comecei a ficar com raiva disso. Parece que o apartamento está sendo leiloado. Só que em vez de ser quem paga mais, leva quem recebe mais. Até parece que faz alguma diferença. Se a pessoa é capaz de pagar com a sua renda, para que ficar procurando a pessoa mais rica do mundo para alugar o apartamento. Até porque a pessoa que ganha rios de dinheiro não vai alugar um quarto e sala.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Estes foram os três apartamentos que eu entreguei documentação e nada consegui, mas em meio a isto visitei dezenas. Tem muita coisa ruim pela cidade. O professor de matemática Fernando Menucci passou pelo mesmo problema e analisa a situação: “Está muito difícil. É nítido que as pessoas têm maior poder aquisitivo, o que inflacionou os preços e aumentou a procura. O problema maior é o fato de que, no Rio, poucas áreas são tão visadas quanto à Zona Sul, o que concentra toda a concorrência em poucos quarteirões".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Fernando, a meu ver, entendeu muito bem a problemática dos aluguéis no Rio de Janeiro. Ao ouvi-lo, vi que vivemos a mesma situação. Ele também passou por muitos “não” e dezenas de “já está alugado”. Assim como eu, demorou seis meses para conseguir o tão desejado Bom, Bonito e Barato. Mas esta definição não é como a dos nossos sonhos, mas é a que a concorrência permite. O apartamento que ambos encontraram não é bom, mas é bem localizado. Não é bonito, mas é ajeitadinho. Não é barato, mas é possível de pagar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Só que para encontrá-lo, precisei de muita força do destino. Minha sogra foi visitar um apartamento. Ele já tinha sido alugado, mas o porteiro avisou que tinha um rapaz se mudando naquela hora. Ela falou com ele e pegou o contato da administradora do imóvel. Quando fui atrás, descobri que ela ficava no prédio em que trabalho. Fui até lá, pedi as informações, entreguei a documentação e depois de quase um mês tive, enfim, uma resposta positiva. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A dificuldade está tamanha que o pensamento do “menos pior” toma conta da mente dos possíveis inquilinos do Rio de Janeiro. Os donos dos imóveis estão com o poder nas mãos. Eles não vêem mais os locatários como clientes. Vêem um monte de gente se estapeando para conseguir alugar um teto. Com isto, eles demoram o tempo que querem, falam do jeito que acham melhor, não respeitam ordem alguma. Enfim, fazem o que bem entendem. E, por isso essa dificuldade de alugar um apartamento na Zona Sul do Rio.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2033866584952083513-6365949098930053417?l=otld.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://otld.blogspot.com/feeds/6365949098930053417/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2033866584952083513&amp;postID=6365949098930053417&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2033866584952083513/posts/default/6365949098930053417'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2033866584952083513/posts/default/6365949098930053417'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://otld.blogspot.com/2010/11/que-dificuldade.html' title='Que Dificuldade!'/><author><name>Laíse Figueiredo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-cDtSwlNDl6E/TWH1nuBEGGI/AAAAAAAAAAs/R7Owu5LbfiU/s220/laise.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2033866584952083513.post-7390480078016711154</id><published>2010-11-03T09:58:00.003-02:00</published><updated>2010-11-24T08:10:36.691-02:00</updated><title type='text'>Ode ao Metrô da Carioca</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Conduções lotadas, quentes e com intervelos irregulares estão presentes na vida de todo carioca.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Chegar do trabalho ou à&amp;nbsp;faculdade...mais um dia cansativo; pegar um trem, ônibus ou metrô com ar condicionado e cadeiras vagas para sentar. Nada como a sensação de dever cumprido e a perspectiva de relaxar ao ir para casa. Ao menos assim seria em um mundo perfeito. O transporte público no Brasil e, especialmente, no Rio de Janeiro, sempre foi foco de críticas e reclamações. Conduções superlotadas, quentes, com longos intervalos entre as partidas de cada linha. Esses são os pontos menos problemáticos. Acompanhem-me por um dia qualquer e vocês entenderão.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Descemos na estação Largo da Carioca, no Cetro do Rio de Janeiro por volta das seis ou sete da noite, após mais um dia de faculdade, seguido de mais algumas horas de estágio. Os camelôs e lojistas começam a se recolher enquanto os bares dão início aos trabalhos. Discutimos sobre os trabalhos que os professores querem ver entregues no dia seguinte e nos relatórios que o chefe pediu sem atraso. Tipos insensíveis esses! Professores e patrões sempre acham que nunca temos mais nada a fazer além do que eles pedem, mas brasileiro batalha e nunca desiste apesar das dificuldades. Ao menos é o que repetem a exaustão na televisão.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Ao chegar na estação da Carioca é que tudo fica divertido. E ao me dirigir a bilheteria, às vezes me pergunto se não entrei no lugar errado, pois tenho impressão que estão vendendo ingressos para o Maracanã, tamanha é a fila. Após contar o sétimo zigue-zague desisto, pois acabo me sentindo mais cansado e me lanço a mais uns quinze ou vinte minutos de espera. Pode parecer pouco, mas em uma fila ao fim do dia o tempo não passa. Certa vez, olhei para o relógio e marcava seis e vinte e cinco, ao olhar de novo juro que marcava seis e quinze. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Um pequeno parêntese sobre as filas. Não entendo certos hábitos dos brasileiros em filas. As pessoas parecem acreditar que o tempo de espera diminui proporcionalmente a sua distância de quem está na frente. Mais de uma vez estava eu pensando na vida quando sinto uma respiração na nuca e me deparo com um sujeito, tal qual um ninja, me seguindo a meio palmo. E as “conversinhas”, que coisa irritante, Tem sempre aquela senhora aposentada e crente (sem ofensa às senhoras e àaposentadas) que pergunta se vai chover, do tamanho da fila ou do eliminado do paredão da semana. Depois de anos dando corda às“conversinhas” tudo ao que me limito agora é a um sorriso amarelo e um leve sim com a cabeça para qualquer assunto abordado. E a&amp;nbsp;legalização da maconha? E&amp;nbsp;a minha cor favorita?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Ao chegar no caixa enrolo um pouco para tentar falar com a atendente Cláudia, segundo o crachá, e tentar extrair mais informações (quem esperou até agora espera mais um pouco):&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Pôxa, hoje isso aqui está cheio, heim?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Essa hora é sempre assim mesmo, antes estava pior. Qual a passagem, senhor?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Mas não seria melhor se todos os caixas funcionando?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Não tem pessoal suficiente nesse horário, senhor. Qual a passagem?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Entã, por que tantos caixas?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Qual a passagem, senhor?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Essa foi a dica para comprar logo a passagem e tentar embarcar. O segundo round só estava começando. Ao descer a escadaria para a plataforma de embarque comecei a ter sérias dúvidas se realmente não tinham trocado o Maracanã de lugar tamanho era o número de pessoas que ali se encontravam. Apesar de o metrô que eu pegaria estar na estação, resolvi não pega-lo para observar de fora tudo o que acontecia. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Pude constatar que a educação deficitária no Brasil possui uma série de conseqüências em nosso dia a dia. Pois é impossível que qualquer pessoa que tivesse estudado física e a impenetrabilidade dos corpos não percebesse que havia algo de errado com o processo de embarque e desembarque ali presente. Enormes grupos de pessoas buscavam sair e entrar ao mesmo tempo por portas minúsculas, o que resultava em um gigantesco empurra-empurra. Era como assistir o mar com a maré indo e vindo. O aviso sonoro que avisa o fechamento das portas e a partida do trem só fez o processo se agilizar, como se a maré estivesse enchendo. Analisando friamente, acho que isso se deve ao medo do carioca, sempre malandro, ser passado para trás e ser, literalmente, passado para trás e ter que esperar mais e mais para chegar em casa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Na próxima condução, eu embarquei e me preparei para meu próprio empurra-empurra. Foi até divertido se quer saber. Adotei uma tática de futebol americano que foi supereficaz. O dentro do trem é como um grande jogo de tetris onde as peças têm que se encaixar e mover para que todos caibam dentro do metrô e com sorte consiga sair na estação certa. A idéia é ficar perto do lado que você quer sair, mas não perto o suficiente para ser arrasto quando a “massa” se mover. Pois dentro do metrô você deixa de existir como indivíduo e passa a fazer parte da “massa”. É nesses momentos, quando você tem a cara enfiada na axila de outra pessoa que me lembro dos cartazes espalhados pelas estações nos meses a pós a última reforma, algo como: “75% das pessoas já perceberam as melhoras no Metrô.” NUNCA encontrei com essas pessoas. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Nessa hora começo eu uma “conversinha”. Para ver se obtenho outras informações:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- E dizem que nas Olimpíadas vão expandir o Metrô.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Vão nada. Tudo vai ficar é mais apertado, mais lotado e mais quente. Só vão dar atenção aos gringos. (Impressionante como as pessoas caem na conversinha.)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Pelo menos é melhor que ônibus, né? Prazer, André?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Ricardo. Era, ma agora anda tão lotado quanto e temos que esperar a linha certa do mesmo jeito. Lá pelo menos se parar posso pular a janela.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Abrir a janela é que seria bom.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Não sei pra que ar condicionado que não funciona. Falaram que iam fazer CPI, que iam multar e nada.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Minha estação finalmente chega. Dou um leve cumprimento com a cabeça para meu novo amigo e me deixo ser arrastado para fora pela força da massa. E amanhã é só fazer tudo de novo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2033866584952083513-7390480078016711154?l=otld.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://otld.blogspot.com/feeds/7390480078016711154/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2033866584952083513&amp;postID=7390480078016711154&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2033866584952083513/posts/default/7390480078016711154'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2033866584952083513/posts/default/7390480078016711154'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://otld.blogspot.com/2010/11/ode-ao-metro-da-carioca.html' title='Ode ao Metrô da Carioca'/><author><name>True Beliver</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2033866584952083513.post-1432214770536702050</id><published>2010-11-03T09:54:00.005-02:00</published><updated>2010-11-17T09:53:14.478-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='orkut'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='flickr'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='trono'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='facebook'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='redes sociais'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='privada'/><title type='text'>Leitura de trono</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Por Daniel Fellows, da UCAM, na Tijuca&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_vQ78dNaBlnw/TNFN-fmqUMI/AAAAAAAAAFk/PBKbuYmuPsw/s1600/852throne.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5535291153045934274" src="http://3.bp.blogspot.com/_vQ78dNaBlnw/TNFN-fmqUMI/AAAAAAAAAFk/PBKbuYmuPsw/s320/852throne.jpg" style="cursor: hand; float: left; height: 320px; margin: 0px 10px 10px 0px; width: 213px;" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_vQ78dNaBlnw/TNFN-fmqUMI/AAAAAAAAAFk/PBKbuYmuPsw/s1600/852throne.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-text-decorations-in-effect: none; color: black; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Sempre me agradou ler enquanto estou “sentado ao trono”. Acho que todo mundo gosta. Tem coisa melhor que, enquanto se está “tirando as tensões” do dia, ler uma ótima matéria de uma revista que você gosta? Enfim...&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Logo de cara, folheando a Galileu desse mês, me deparo com uma matéria curiosa: “Quem controla você na internet?”. Meus olhos percorrem as primeiras linhas e começo a ficar preocupado. Facebook, Twitter, Orkut, Flickr, YouTube... Eles guardam tudo o que você coloca na web, para sempre! “Putz! Como é que eu fico?”, penso com meus botões. Participo daquelas comunidades, como “Eu bebo, sim!” e “Fumo ocasionalmente”. “E se alguém vir isso?”, indago. Pode pegar mal, muito mal... Minha tensão aumenta mais. Sinto um desconforto horrível na mesma hora, afinal, ter uma realização repentina dessas enquanto se está “escorregando o mulato” é dose para leão.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Continuo minha leitura a fim de achar um ponto mais ameno no meio do que está escrito e começo a ficar mais calmo. O alívio vem do nada. Hmmm... (Blop!)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O segundo parágrafo&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Bato subitamente no entretítulo “perfil roubado” e começo a me estressar novamente. Em forma de reality show, o autor da matéria diz ter acompanhado a vida de uma anônima durante um mês corrido, só examinando seus rastros deixados pela internet. Sem querer nem saber, a mulher teve suas fotos e mensagens marcadas em vários microblogs. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;“Um dia fui entrar no Orkut e, pro meu desespero, meu perfil havia sido roubado!”, revela a moça. “Percebi que um dos meus ex, que é bem recalcado, estava marcando em cima”, completa ela.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Outra história, da bancária Raquel Vara Faila, de 25 anos, conta que ela já sofreu muita perseguição pela internet. Após ir à Justiça e descobrir quem a amolava, passou de vez “um cadeado” em sua vida virtual: “Hoje bloqueio fotos e não aceito comentários e nem adiciono estranhos”, confessa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Já o estudante João Pedro, de 19 anos, nunca havia se importado com as possíveis consequências de expor todos os passos de sua vida nas redes sociais. O rapaz costumava revelar detalhes de seu dia a dia: bares que frequentava, viagens com a família e amigos, fotos da residência em que morava e até dos carros que possuía na garagem. O resultado é que ele foi sequestrado no dia 8 de julho desse ano, enquanto andava de bicicleta. Cinco dias depois, a polícia descobriu o cativeiro, prendeu os nove envolvidos e libertou o estudante. A grande (e assustadora) novidade do caso é como os bandidos escolhiam sua vítimas: pela internet, sobretudo pelo Orkut, onde conseguiam descobrir a rotina de pessoas com alto poder aquisitivo que deixam rastros de tudo o que fazem pela rede.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O capítulo vai descrevendo os cuidados em relação à privacidade, que as grandes empresas têm analisado perfis de vários candidatos em suas seleções para empregos e tudo mais. (Blop!) Mais um “fax” é passado diretamente para a estação de tratamento de água do Estado do Rio de Janeiro, o que me faz desviar a atenção para outro tópico dentro desse assunto:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Por que a gente é assim&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Segundo a revista, um estudo realizado com 8 mil brasileiros de 11 estados e divulgado em outubro pelo Ibope Mídia comprova que as reder sociais viraram uma grande paixão nacional. Em Florianópolis, por exemplo, 82% dos entrevistados afirmaram acessar esse tipo de serviço, e mais da metade (54%) garante se sentir menos solitário nos momentos em que estão conectados. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Ainda segundo o Ibope, cada brasileiro que faz uso desse tipo de site conta, em média, com 273 nomes em sua lista de amigos. Dados do instituto Nielsen assinalam que mais de 75% do 1,7 bilhão de pessoas com acesso à internet no mundo freqüentam assiduamente as redes sociais. Impressionante! &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Vale lembrar que para a maioria dos usuários de redes sociais dessa nova onda não pensa e nem tem noção da real capacidade do empreendimento. Tudo o que se pode aproveitar está longe do conhecimento da grande massa. Os papos vão e vêm, mas todos muito rasos, sem nenhum objetivo aparente além da mais pura recreação entre as partes envolvidas. (Blop!)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Escatologia&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Enquanto vejo os detritos descerem pelo vaso (e sem mais onomatopeias!), fico pensando e achando engraçado: “Tudo passa, mas será que isso também? Até no banheiro, mesmo que indiretamente, estou ‘conectado’ às redes sociais”. O que virá em seguida? Será que alguém “curtiria” meu status agora? Daqui a pouco teremos privadas digitais com acesso à banda larga... Boa ideia! Alguém aí já pensou nisso?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2033866584952083513-1432214770536702050?l=otld.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://otld.blogspot.com/feeds/1432214770536702050/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2033866584952083513&amp;postID=1432214770536702050&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2033866584952083513/posts/default/1432214770536702050'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2033866584952083513/posts/default/1432214770536702050'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://otld.blogspot.com/2010/11/leitura-de-trono.html' title='Leitura de trono'/><author><name>Swollef Leinad</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_vQ78dNaBlnw/TNFN-fmqUMI/AAAAAAAAAFk/PBKbuYmuPsw/s72-c/852throne.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2033866584952083513.post-7027740416164702137</id><published>2010-11-03T09:28:00.003-02:00</published><updated>2010-11-24T09:18:52.017-02:00</updated><title type='text'>PAZ NA GUERRA</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;Por Gabriela Bernardes&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;- Patrícia, boa noite!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;- Eu recebi uma carta de vocês, gostaria de saber do que se trata.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;- Para sua segurança, preciso confirmar dados do seu cadastro.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Patrícia Nunes, 30 anos,&amp;nbsp;começa o roteiro de perguntas, durante o qual o cliente parece estar lunático demais para responder. A operadora aperta o “mute” e comenta que, pelo tom de voz, o cliente parece estar drogado. Estava a salvo em seu comentário. Mas, como nem tudo são flores, não passou muito tempo e eu atendi uma ligação. Adivinhem? Esqueci de por no maldito “mute” e cantei normalmente no ouvido da cliente. “Meu coração quer seu carinho, quer sua atenção”, um dos pagodes antigos de que tanto gosto. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Depois dessa, entrei para as estatísticas de histórias engraçadas durante atendimentos telefônicos. E não são raras as risadas durante as ligações. Tem de tudo: escândalos, fofocas, piadas, cantadas e pasmem! Até cliente tendo orgasmo no meio do atendimento tem. E fui eu quem atendi. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Tayane Santos, 20 anos, que o diga. Já tem a fama de “sortuda”, pois quase toda noite o “tarado do nordeste” é atendido por ela. “Ele começa pedindo informação, depois pede pra gente falar devagar e no final começa a gemer dizendo que está se masturbando”, afirma Tayane, entre risos. “Eu desligo por que nesses casos nós temos autonomia, mas na primeira vez que isso aconteceu eu fiquei muito nervosa”. Realmente, todos ficam nervosos na primeira vez que acontece.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;E não é&amp;nbsp;à toa que há permissão para desligar esse tipo de cliente: eles tiram a concentração do operador. Há diversos tipos de reação: uns riem, outros se irritam e alguns até choram de nervosismo. Mas como diz a canção “sacode, balança, não pode parar”. O profissionalismo diz que não se pode envolver com o cliente. O que não aconteceu na Índia...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;“SOB A LUZ DA AMÉRICA”&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_zTvkx4VpGug/TNFHx1IfCnI/AAAAAAAAADs/whg_iIqJZdg/s1600/9745.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" px="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_zTvkx4VpGug/TNFHx1IfCnI/AAAAAAAAADs/whg_iIqJZdg/s320/9745.jpg" width="221" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;O romance, lançado em 2004 e dirigido por Roger Christian, remonta o cenário de uma empresa indiana que terceiriza atendimentos telefônicos para um banco de Nova Iorque. A jovem Sujata inicia sua carreira nessa empresa, acaba se envolvendo com um dos clientes. O americano Lawrence quer descobrir informações de sua esposa, que está furtano todo o dinheiro da conta conjunta e toda vez que entra em contato com a central do banco, só quer falar com Sue. Nessa feita, Lawrence é capaz de ir até Nova Délhi encontrar Sue e os dois quase acabam sendo assassinados, a mando da ex de Lawrence.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;E é esse tipo de história que em hipótese alguma pode acontecer. O envolvimento, o contato mais sentimental, pode colocar em risco a vida de quem trabalha com telemarketing, assim como no filme. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Mas, ao mesmo tempo que é necessário ter uma postura muito séria, são as situações adversas que muitas vezes trazem a paz nessa guerra. São nesses momentos que não é necessário fazer rir para rir...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2033866584952083513-7027740416164702137?l=otld.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://otld.blogspot.com/feeds/7027740416164702137/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2033866584952083513&amp;postID=7027740416164702137&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2033866584952083513/posts/default/7027740416164702137'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2033866584952083513/posts/default/7027740416164702137'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://otld.blogspot.com/2010/11/paz-na-guerra.html' title='PAZ NA GUERRA'/><author><name>Gabe</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_zTvkx4VpGug/S8NahycLzYI/AAAAAAAAACU/sD5o8-jnmbw/S220/100327_192131.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_zTvkx4VpGug/TNFHx1IfCnI/AAAAAAAAADs/whg_iIqJZdg/s72-c/9745.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2033866584952083513.post-1246696648777523297</id><published>2010-11-03T08:36:00.010-02:00</published><updated>2010-11-24T08:40:29.879-02:00</updated><title type='text'>COMO É QUASE GANHAR UMA LÂMPADA DE OURO ANTES DE SE FORMAR</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_acFiP9PPkCY/TNFH7QmA6jI/AAAAAAAAAA0/UIDYJoWbYrI/s1600/O+CONVITE.JPG"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5535284500407314994" src="http://1.bp.blogspot.com/_acFiP9PPkCY/TNFH7QmA6jI/AAAAAAAAAA0/UIDYJoWbYrI/s320/O+CONVITE.JPG" style="cursor: hand; float: left; height: 240px; margin: 0px 10px 10px 0px; width: 320px;" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Certas coisas podem realmente mudar a vida das pessoas. Seja por algumas horas, alguns dias ou até eternamente. O que dizer, por exemplo, de ser reconhecido e&amp;nbsp;ganhar um prêmio. Afinal nada melhor do que a expectativa de saber se você é o campeão. E foi assim, no dia 22 de outubro, na entrega da Lâmpada de Ouro, no 2º Concurso Cultural Universitário do Festival Brasileiro de Publicidade. As paredes do clássico Hotel Copacabana Palace presenciaram o encontro dos universitários de Publicidade com os profissionais renomados na busca da lâmpada de ouro e de reconhecimento por seu trabalho.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Os universitários escolhidos finalistas do concurso receberam de última hora um convite via e-mail para o último dia de palestras e para a grande festa de premiação. E assim começou a minha busca pelo prêmio. A curta caminhada da saída do metrô da Cardeal Arcoverde até a parte de trás do Copa parecia uma eternidade. Várias emoções se misturavam. A alegria de saber que era finalista do concurso mais importante para os publicitários, a expectativa de ganhar, a curiosidade de entrar pela primeira vez no famoso Hotel Copacabana Palace, onde várias personalidades já pisaram, e a esperança dos frutos que ficar entre os finalistas ao prêmio poderia me render. Mesmo parecendo estar num turbilhão, o lindo dia ensolarado e o cheiro agradável da brisa do mar me trouxeram a realidade. Ali estava eu diante do Hotel. Na recepção, moças de terninho muito sorridentes e educadas buscavam meu nome na lista de convidados. Depois disso, recebi uma sacola do evento cheia de brindes como camisa, bloco de anotações e outros. Por fim, era a vez de tirar a foto e receber o crachá.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_acFiP9PPkCY/TNFIEDrmaWI/AAAAAAAAAA8/719cOBz9s1w/s1600/O+CRACH%C3%81.jpg"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5535284651559905634" src="http://2.bp.blogspot.com/_acFiP9PPkCY/TNFIEDrmaWI/AAAAAAAAAA8/719cOBz9s1w/s320/O+CRACH%C3%81.jpg" style="cursor: hand; float: right; height: 320px; margin: 0px 0px 10px 10px; width: 240px;" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Logo depois de subir as escadas era fácil avistar no hall a exposição com as peças finalistas. Fiquei algum tempo perdida no mundo genial desses artistas chamados publicitários tentando não ser injusta ao dizer quem eu desejava que vencesse em meio a tanta criatividade. Até que finalmente consegui me decidir e entreguei meu formulário a outra simpática moça que auxiliava no preenchimento. Ao entrar no salão bem iluminado me deparei com alguns stands e uma grande mesa de vidro ao centro. No stand da Globo, recebi os jornais O extra e O globo do dia, além de fazer um teste sobre seu perfil e ganhar uma foto compatível com ele. No stand da ESPM havia uma mesa de gostosuras com frutas, marshmallow e fondue. Também haviam stands do Metrô Rio, da Record e outros.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Num espaço mais reservado cheio de cadeiras e com um telão eram realizadas as palestras, que no segundo dia, começou por volta das 14 horas. Os participantes do evento puderam desfrutar de um total de&amp;nbsp;nove palestras, distribuidas entre os dias 20 e 21, com os mais variados profissionais que abordaram diversos temas. A palestra que mais chamou minha atenção foi a de Pedro Porto. Simplesmente valeu a pena cada segundo de sua palestra.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;No final da tarde, para dar uma esticadinha nas pernas e podermos conversar, foi servido o coffee break. Nada mais chique do que comer cookie no Copa. E depois de um longo dia de palestra que terminou às 20h30, recebi um convite para conhecer melhor o Copa. Seus salões revestidos de madeiras, os quadros com as fotos das celebridades que já passaram pelo Hotel e por fim a deslumbrante e convidativa piscina até sob a luz do luar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_acFiP9PPkCY/TNFI65RpjBI/AAAAAAAAABE/uihsIKz0YjE/s1600/AMIGOS.JPG"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5535285593659509778" src="http://4.bp.blogspot.com/_acFiP9PPkCY/TNFI65RpjBI/AAAAAAAAABE/uihsIKz0YjE/s320/AMIGOS.JPG" style="cursor: hand; float: left; height: 240px; margin: 0px 10px 10px 0px; width: 320px;" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O terceiro e último dia, além de ter sido o melhor, estava lotado. Na entrada, o frio na barriga aumentou e as mesmas moças de terninho recebiam o convite e ofereciam uma foto de lembrança. As peças finalistas continuavam no hall. Os stands também permaneciam em seus lugares. Só que dessa vez uma armação de ferro no meio do salão tomava o lugar que antes era da grande mesa e apontava que aquela seria uma ótima festa. Do social ao completamente descontraído encontravam-se convidados de todos os estilos. Terninho, jeans rasgado, vestidinhos leves. A liberdade e a descontração dos publicitários era gostosa de ver e sentir. A conversa, porém, logo tomou conta do recinto e o burburinho anunciava que a hora chegava. Os garçons começaram a servir o coquetel e não houve nada melhor do que os canapés de cream cheese com caviar e croquete de carneiro. Com muito prosecco e água,&amp;nbsp;à parte, logo abriram as portas para o local da cerimônia.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A premiação apresentada por Mariana Leão, do Hoje em dia da Record, e uma companheira, começou pela divulgação do prêmio dos universitários. No início, as apresentadoras que pareciam ter acabado de receber o texto estavam bastante enroladas. Atropelando frases, correndo com a cerimônia e não esperando a entrega dos prêmios. Depois foi a vez da parte técnica encontrar problemas com o momento de soltar os spots e os comerciais. Mas nada iria estragar a grande noite e logo as apresentadoras encontraram o ritmo certo e os vencedores suas lâmpadas de ouro.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A premiação que terminou por volta das 22h30 logo deu lugar a uma animada festa. O som era tão alto que mal dava para conversar mas a alegria de sentir seu dever cumprido e seu trabalho reconhecido falava mais alto.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 130%;"&gt;AS PALESTRAS DO SEGUNDO DIA &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5535286260440135954" src="http://4.bp.blogspot.com/_acFiP9PPkCY/TNFJhtOieRI/AAAAAAAAABM/7sQB_UZcN08/s320/AS+PALESTRAS.JPG" style="cursor: hand; display: block; height: 240px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 320px;" /&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Cristina Leão iniciou as apresentações do segundo dia de palestras. Seu tema foi “Festival de Cannes. Sua importância e como as peças premiadas em 2010 influenciam os rumos da publicidade aqui e no mundo”. Apesar de começar com um pouco de atraso, por volta das 14 horas, valeu a pena esperar. Cristina exemplificou e explicou aspectos inerentes à marca e as formas como elas se relacionam com o consumidor atualmente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Logo após foi a vez de Pedro Porto, Diretor de Plataformas Interativas da agência NBS&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;e professor da ESPM, subir ao palco com o tema “Agências em Beta - A questão digital e os profissionais integrados”. Sensacional seria a palavra. Posso dizer que ele conseguiu resumir muito bem a atual situação do desenvolvimento de campanhas e a criação juntamente com o uso do digital, da interatividade e da internet.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Depois do coffee break foi a vez de Álvaro Rodrigues, Presidente, Sócio-Diretor de Criação da Agência 3 e professor da ESPM, seu tema foi “Cannes 2010. O leão, o cachorro e outros bichos”. Ele mostrou literalmente o dia a dia de um jurado do festival de Cannes. Seus vídeos e fotos da experiência. Apresentou depoimentos de outros participantes do júri e contou como funcionava todo o processo de escolha dos vencedores.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O último dia de palestras foi a vez de José Henrique Borghi e Erh Ray, Presidentes da BorghiErh/Lowe, com o tema “Do fundo do quintal para o Copacabana Palace. Criatividade a serviço do sucesso empresarial”. Eles contaram sua experiência em Cannes e como surgiu a paceira. Mostraram como é possível criar com pouco. Começar do zero. Se reinventar se reestruturar. E chegar ao topo. Levando sim em consideração o cliente e seus clientes. Se preocupando em ajudar. Também mostram suas campanhas mais conhecidas. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2033866584952083513-1246696648777523297?l=otld.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://otld.blogspot.com/feeds/1246696648777523297/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2033866584952083513&amp;postID=1246696648777523297&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2033866584952083513/posts/default/1246696648777523297'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2033866584952083513/posts/default/1246696648777523297'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://otld.blogspot.com/2010/11/como-e-quase-ganhar-uma-lampada-de-ouro.html' title='COMO É QUASE GANHAR UMA LÂMPADA DE OURO ANTES DE SE FORMAR'/><author><name>narabrito_rj</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_acFiP9PPkCY/TNFH7QmA6jI/AAAAAAAAAA0/UIDYJoWbYrI/s72-c/O+CONVITE.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2033866584952083513.post-5005526226004935405</id><published>2010-11-03T07:35:00.036-02:00</published><updated>2010-11-03T10:15:06.961-02:00</updated><title type='text'>Mais barato, com desconto, na promoção!</title><content type='html'>&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: 200%" class="MsoNormal"&gt;Por Paula Santos.&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: 200%" class="MsoNormal"&gt;Quem não se lembra de Rebecca Bloomwood, a personagem consumista vivida pela atriz, Isla Fisher, em Delírios de Consumo de Becky Bloom, andando que nem uma louca pelas ruas de Nova Yorque, comprando tudo o que vê pela frente, conversando com manequins e tentando trocar cachorro quente por lenço de seda! (risos) Achou pouco? Então, tente me imaginar agora, andando, andando, sem a intenção de comprar nada, afinal, a situação financeira dos brasileiros está cada vez mais crítica. Andando mais um pouco, andando sempre até me deparar com aquele vestido; não era um vestido qualquer, era “o vestido” e ainda estava na “promo”! Quando me dei conta já estava com a carteira nas mãos, mostrando a identidade e assinando o papelzinho do cartão de crédito. Já era! Já tinha comprado! E agora? Como iria pagar?&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: 200%" class="MsoNormal"&gt;Estudiosos dizem que a sociedade vive em torno de um mundo da publicidade que visa atingir o seu público e consegue, quando simplesmente coloca uma palavra como “promoção” em seu catálogo e vende muito mais do que somente com os preços normais!&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: 200%" class="MsoNormal"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: 200%" class="MsoNormal"&gt;Estava dirigindo quando ouvi anunciar no rádio um tipo de bazar que é realizado duas vezes ao ano no Rio de Janeiro, "o bazar mais fashion do Rio", o Top Fashion Bazar. Como uma frequentadora tradicional, não poderia deixar de ir. Na hora mudei meu rumo e fui visitar o gigante local, que fica dentro de um supermercado na Barra da Tijuca, com as melhores marcas oferecendo até 70% de desconto!&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: 200%" class="MsoNormal"&gt;Faz parte do ser humano achar que o simples fato de estar com desconto o leva a comprar, afinal, ele não pode perder a oportunidade, não são todos os dias que uma Levis, ou uma Osklen vendem “o vestido” por apenas R$ 199,90! E as múltiplas opções de pagamento fazem com que o cliente nem pense duas vezes em comprar. Com desconto e ainda parcelando em cinco vezes sem juros?! Não há quem resista!&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: 200%" class="MsoNormal"&gt;Estava olhando entre uma loja e outra, quando comecei a refletir sobre as pessoas que estavam frequentando aquele estabelecimento. Pessoas que já conhecem as marcas, que frequentam todo ano, e se tornam clientes fixos, de classe média e alta. As mesmas que possuem condições financeiras boas para comprar as roupas e os acessórios, mas que muitas vezes não "necessitam" e mesmo assim, compram!&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: 200%" class="MsoNormal"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: 200%" class="MsoNormal"&gt;Então, não satisfeita em comprar coisas só para mim, comprei para minha afilhada também na loja Bicho Comeu. Foi ali que conheci a minha primeira entrevistada. Ivaneide, de 28 anos, é vendedora-caixa da loja e gerente do bazar. Ela comenta a respeito do tão falado consumo, e que compramos simplesmente pelo fato de estar mais barato, com desconto, na promoção:&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: 200%" class="MsoNormal"&gt;“As pessoas estão consumindo cada vez mais. O próprio nome já diz “Bazar”. Então, todos vêm até aqui para ver a liquidação, por mais que a intenção não seja de comprar, eles acabam levando. E muitas vezes não levam uma coisa só, a tentação é grande, levam duas ou três!”&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: center; LINE-HEIGHT: 200%" class="MsoNormal"&gt;&lt;img src="http://2.bp.blogspot.com/_FBFX76KTBKE/TNEtnxj3ZdI/AAAAAAAAAj8/iNwZBAysfk8/s320/IMG00580-20101102-2129.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: center; LINE-HEIGHT: 200%" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Ivaneide, gerente do bazar e uma vendedora da Bicho Comeu.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: 200%" class="MsoNormal"&gt;Uma outra vendedora que também estava presente concordou com a opinião de Ivaneide e completou ainda que, a maioria dos clientes, não tem a “necessidade” de comprar roupas novas, pois normalmente são pessoas de um nível alto, que com certeza possuem um armário bem recheado, sem a necessidade de estar comprando mais alguma peça.&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: 200%" class="MsoNormal"&gt;Diante de tanta publicidade, tantas marcas ao meu redor, me vi na situação de que também não "preciso", mas me rendi ao calor da liquidação. Muitas coisas dali não estavam realmente na promoção, mas os espertos do mundo marketeiro, as colocam como promoção, o que indiretamente chama o cliente até a loja e o faz comprar!&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: 200%" class="MsoNormal"&gt;Conheci ainda um estudante de contabilidade, que estava saindo do local sem comprar nada e fiquei curiosa em saber como conseguiu:&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: 200%" class="MsoNormal"&gt;“Por se tratar de um local onde eles colocam as roupas com um preço mais baixo, a cada ano que passa a qualidade das roupas está pior. Venho todo ano, mas a cada ano as roupas estão com mais defeitos, e os estilos não estão legais. Vou voltar outro dia, quando eles renovarem o estoque!”, disse Brunno Carnevalle, 21 anos.&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: center; LINE-HEIGHT: 200%" class="MsoNormal"&gt;&lt;img src="http://3.bp.blogspot.com/_FBFX76KTBKE/TNEt8guB2mI/AAAAAAAAAkE/plu99m8BBD0/s200/IMG00583-20101102-2156.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: center; LINE-HEIGHT: 200%" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Brunno Carnevalle, estudante de contabilidade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: 200%" class="MsoNormal"&gt;Com base no depoimento de Brunno, percebi que além de, muitas vezes, não estar realmente na promoção, muitas das roupas ainda vem com defeito, pois eles não conseguem vender nas lojas e levam para o bazar. É assustador!&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: 200%" class="MsoNormal"&gt;Para finalizar entrevistei uma pessoa completamente o oposto do anterior, uma pessoa com muitas sacolas. Fernanda Bittar, de 20 anos, estudante de arquitetura falou um pouco sobre a sua opinião em relação a esse crescimento do consumo em meio a tudo isso, aos preços, aos defeitos, a sociedade:&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: 200%" class="MsoNormal"&gt;“Acredito que a sociedade vive em busca da melhor roupa, da melhor calça, da melhor marca. Com defeito, sem defeito é a roupa “daquela marca”. O fato de estar em liquidação nos faz, sem dúvidas, comprar muito mais, achando que está economizando do que se fosse comprar na loja mesmo. Eu frequento o Bazar, mas sempre que está chegando perto eu economizo nos meus gastos normais, para gastar aqui!”&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: center; LINE-HEIGHT: 200%" class="MsoNormal"&gt;&lt;img src="http://1.bp.blogspot.com/_FBFX76KTBKE/TNEuTRAkN-I/AAAAAAAAAkM/vr228dRkeyg/s200/IMG00585-20101102-2156.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: center; LINE-HEIGHT: 200%" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Fernanda Bittar, estudante de arquitetura.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: 200%" class="MsoNormal"&gt;O mundo está cada vez mais consumista e nós somos os seus aliados, nos rendemos a esta publicidade que nos envolve com tanta marca, com tanto marketing! Mais barato, com desconto, na promoção!&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: right; LINE-HEIGHT: 200%" class="MsoNormal"&gt;&lt;img src="http://3.bp.blogspot.com/_FBFX76KTBKE/TNEuk9iQ12I/AAAAAAAAAkU/t0rhiFcqOxg/s320/IMG00586-20101102-2156.jpg" /&gt; &lt;span style="LINE-HEIGHT: normal" class="Apple-style-span"&gt;“O consumo é a única finalidade e o único propósito de toda produção.”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: right; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN-BOTTOM: 0pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Adam Smith&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2033866584952083513-5005526226004935405?l=otld.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://otld.blogspot.com/feeds/5005526226004935405/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2033866584952083513&amp;postID=5005526226004935405&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2033866584952083513/posts/default/5005526226004935405'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2033866584952083513/posts/default/5005526226004935405'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://otld.blogspot.com/2010/11/mais-barato-com-desconto-na-promocao.html' title='Mais barato, com desconto, na promoção!'/><author><name>Paula</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09274276244822597623</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/--rBgHJ_oG3Q/TnfXvWy6tcI/AAAAAAAAAys/dXBjT96XZ-U/s220/247118_220936384602403_100000581303802_822745_3944263_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_FBFX76KTBKE/TNEtnxj3ZdI/AAAAAAAAAj8/iNwZBAysfk8/s72-c/IMG00580-20101102-2129.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2033866584952083513.post-4233004011112855627</id><published>2010-11-01T17:14:00.007-02:00</published><updated>2010-11-24T10:30:22.446-02:00</updated><title type='text'>O Clássico dos Milhões... De Sentimentos!</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Por Vitor Rangel.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Domingo, duas horas da tarde e começa o encontro entre vascaínos e flamenguistas. Hoje o churrasco promete muitas risadas, brincadeiras e, principalmente, discussões durante o clássico dos milhões que os sete cruzmaltinos e os quatro rubro negros assistirão juntos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O&lt;/span&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_bvZypwVNAe0/TNFBhCagE5I/AAAAAAAABOw/upGcEI-LLeI/s1600/pes.JPG"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5535277452854563730" src="http://4.bp.blogspot.com/_bvZypwVNAe0/TNFBhCagE5I/AAAAAAAABOw/upGcEI-LLeI/s400/pes.JPG" style="cursor: hand; float: left; height: 225px; margin: 0px 10px 10px 0px; width: 400px;" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt; encontro já começa com várias partidas de futebol, mas no videogame. Depois de quase três horas batendo bola, alguns até tentam mudar de jogo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Vamos jogar um de luta!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Luta não. Põe um de corrida. Ou então de tiro, pô!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Mas os cinco mais fissurados por futebol do grupo não pensam em outro jogo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Que mané, tiro! É futebol e acabou. Não quer jogar, dá o controle pra outro!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Depois de muita carne, muita gordura nos controles do Playstation 3 e da sobremesa, o tempo passa rápido e já está na hora do jogo que todos querem ver. Quem vai caçoar quem hoje? Alguém vai ficar chorando?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O juiz Gutemberg apita o início do jogo e, nos primeiros minutos, percebemos quem serão os principais personagens do encontro. Não o do Engenhão, mas o do churrasco: Vinícius e seu pai (que eu não tenho ideia de qual seja seu nome, já que ele atendia por “Tio”) eram os que mais reclamavam. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Foi falta, seu juiz doente! Esse gutemberg é maluco, cara! &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Toca a bola, Léo! Vamo soltar essa bola.... NÃO, JUAN!... Isso, Maldonado, boa bola!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Tira daí! Bora, desarma. Issooooo! Muito bom! O Dedé é o rei!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Paulo, dá pra colocar mais carne aqui na bandeja ou tá difícil?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Lucas, enche logo o meu copo aqui, cacete!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Aos 26 minutos, o Vasco abre o placar e é claro que começam as provocações. Vinícius, no auge da euforia, grita, pula, faz barulho batendo na telha de metal e tira uma com a cara do pai:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Aí, ó! Tô te falando que hoje a gente ganha, pai! Tu vai chorar hoje, rapá!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O pai respondia com a voz baixa, como se eles tivessem trocado de posto momentaneamente e o filho fosse ele. O time dele perdia, ele tinha que respeitar, e não ser respeitado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- A gente vai virar esse jogo, Vinícius. Esse gol foi cagado!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Enquanto isso, o vascaíno mais velho do grupo, sem enxergar direito, não identifica quem fez o gol.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Falei pra você que hoje o Nunes acertava o pé!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Não foi o Nunes não. Foi o Cesinha, o zagueiro. O Nunes não sabe dar voleio! - Respondi, voltando a me sentar na cadeira depois de tanto berrar pra um bar ao lado da casa que estávamos, entupido com 80% de flamenguistas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O jogo recomeça e, até o fim do primeiro tempo, nenhum acontecimento merece um destaque além do salsichão ter queimado na churrasqueira por ninguém se importar em comer tamanha a tensão de todos assistindo ao jogo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Nem no intervalo o futebol dá uma trégua.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Bora jogar uma partidinha, Vitor?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Vamo, pô... Liga aí!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Não, meninos. Não vai dar tempo de jogar. Já já começa o segundo tempo. Deixa de ser viciado, Lucas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Claro que dá. É rapidinho. Bora, Vitor. Escolhe logo teu time aí.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;É claro que não deu tempo de jogar a partida inteira, mas depois de uma vitória minha por dois a zero, desligaram o vídeo game e o clássico real recomeçou.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O Vasco jogava numa retranca absurda. O Flamengo tinha a bola e pouco produzia. O tempo se arrastava para os vascaínos e corria para os flamenguistas. A partida ficava cada vez mais chata sem lances bonitos ou finalizações perigosas. Até que o lance mais polêmico do jogo pôs fogo no Engenhão e no terraço onde rolava o churrasco.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Aos 19 minutos da etapa final, Dedé acerta uma solada na canela de Willians depois de uma disputa pela bola. Gutemberg, o juiz/bailarino/escandaloso, levantou o cartão vermelho e expulsou o zagueiro do Vasco. E a discussão começou com o Vinícius:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Esse juiz é retardado! Ele acertou a bola pra depois acertar a canela do Willians. O cara não deu um amarelo até agora e me tira o cartão vermelho do bolso assim do nada! Que maldito!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Como assim acertou a bola, Vinícius?! Você não tá vendo o replay, não? Era pra expulsão mesmo. Aceita isso. Deixa de ser chorão! - Respondeu o pai dele, voltando a acreditar em uma reação do seu time.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Que juiz é esse, cara? Vocês vão ver só. Pode anotar o que eu tô falando. O Vasco vai ganhar esse jogo hoje mesmo com menos um. Vai roubar pra ser preso!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Agora é que a gente vira esse jogo!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Enquanto a discussão rolava, Gutemberg fez o favor de dar mais motivos pros vascaínos o chamarem de maluco. Depois de expulsar Dedé, o do apito tirou o cartão amarelo do bolso e levantou pro mesmo jogador, na maior autoridade e naturalidade. Foi a gota d'água pro Vinícius!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Olha o que esse retardado fez! Esse cara é maluco! Ele deu o vermelho e depois deu o amarelo pro mesmo jogador! Ele é incrível! Ele é de outro mundo. LEVA ESSE CARA PRO HOSPÍCIO AGORA! Eu não acredito que eu vi isso!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Enquanto Vinícius soltava fumaça e pedaços de carne pela boca ao berrar, o juiz viu o mico que pagou, chamou Dedé e apontou pro cartão vermelho em sua mão abaixada, com vergonha de levantar o cartão vermelho pela segunda vez.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Na base da insistência, o Flamengo chegou ao empate faltando 10 minutos pro fim do jogo. Foi a vez do pai de Vinícius ficar berrando no ouvido dos vascaínos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Vamo virar esse jogo, rapá! O time de vocês é um lixo! VAMO, MENGOOO!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Depois do gol, a partida se arrastou em lances horríveis e, após o apito final, Vinícius apontava pra cara do juiz na TV como se estivesse conversando com ele ao vivo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Você não conseguiu fazer a gente perder, seu otário! Seu lixo!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;E, como se fosse uma mágica ou algo eletrônico, o jogo termina, as discussões e gritarias duram no máximo cinco minutos e depois todos voltam ao normal. O tom de voz volta a ser baixo, todos estão felizes, ainda mais pelo jogo ter terminado empatado e ninguém ter motivo pra ser alvo de chacota. Enfim, o clima de rivalidade simplesmente se desliga e nem parece que, há meia hora, todos estavam berrando e pareciam se odiar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O Clássico dos Milhões&lt;/span&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_bvZypwVNAe0/TNFCf3DzF6I/AAAAAAAABO4/HFdr3_pDb_8/s1600/bar.JPG"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5535278532138309538" src="http://2.bp.blogspot.com/_bvZypwVNAe0/TNFCf3DzF6I/AAAAAAAABO4/HFdr3_pDb_8/s400/bar.JPG" style="cursor: hand; float: right; height: 240px; margin: 0px 0px 10px 10px; width: 400px;" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt; muda posturas, atitudes e, principalmente, comportamentos. O maior clássico do Brasil (e, talvez do mundo) mexe com os brios de pessoas espalhadas por todas as partes desse país, (Vide a foto ao lado, de um bar lotado por flamenguistas e vascaínos para assistir ao jogo em Caruaru/PE - crédito da foto: Inês Campelo/DP) e gera expectativa até mesmo em torcedores de outros clubes ou em pessoas que sequer gostam de futebol. O clima é diferente do de qualquer outro duelo e ninguém nunca vai saber explicar o que acontece de tão diferente e mágico no encontro entre o Bacalhau e o Urubu para maridos e mulheres, melhores amigos e, como retratado, até pais e filhos deixam de se admirar por duas horas para trocar provocações, brincadeiras e até xingamentos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2033866584952083513-4233004011112855627?l=otld.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://otld.blogspot.com/feeds/4233004011112855627/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2033866584952083513&amp;postID=4233004011112855627&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2033866584952083513/posts/default/4233004011112855627'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2033866584952083513/posts/default/4233004011112855627'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://otld.blogspot.com/2010/11/o-classico-dos-milhoes-de-sentimentos.html' title='O Clássico dos Milhões... De Sentimentos!'/><author><name>Vitor Rangel</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_bvZypwVNAe0/TJVBrOPAEGI/AAAAAAAABCk/RELN7d8tdUg/s1600-R/OgAAAG6RRodZm53SCQgcO1s1J2NpHTpbN0Ij1-2gTc6ki8ehmft_5HVs4NLVAPmOjj7J-LjeaZsi84Z_GFRTkaFagYsAm1T1UKyJGJgaT-E_dXBg3lmFxz7SC80A.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_bvZypwVNAe0/TNFBhCagE5I/AAAAAAAABOw/upGcEI-LLeI/s72-c/pes.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2033866584952083513.post-8967309511882958721</id><published>2010-10-20T10:09:00.003-02:00</published><updated>2010-10-26T16:59:30.425-02:00</updated><title type='text'>Editorial - Queremos o Outro Lado!</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Uma rápida análise&amp;nbsp;dos veículos de comunicação existentes no Rio, percebe-se que há um padrão para divulgar as&amp;nbsp;notícias cotidianas. É incrível como diferentes jornais, canais de TV e estações de rádio dão a mesma notícia com tanto acontecimento rolando por aí. Vendo uma necessidade de abordar outros assuntos, nós, alunos de jornalismo da Universidade Candido Mendes, aproveitamos a disciplina Jornalismo Alternativo para criar este blog e dar espaço a uma outra abordagem quanto às políticas, às prioridades e às perspectivas hegemônicas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em um contexto de eleições, em vez de abordarmos o assunto candidatos à presidência, não que não seja um assunto pertinente, mas exatamente por estar na Agenda Setting da mídia atual... o nosso foco foi descrever o tumultuado dia seguinte às eleições na Alerj. Em nosso blog, no lugar de críticas culturais modeladas, contamos a nossa experiência nestes eventos. Até o lado positivo dos telemarketings conseguimos encontrar.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Estes são exemplos de assuntos que ganham espaço aqui. A vivência, a experiência de vida é muito mais importante que uma lucrativa reportagem. O próprio nome “Outro Lado” já mostra que não é o padrão que iremos abordar aqui. Queremos mostrar uma visão alternativa do que acontece por aí.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por isso, as viagens de ônibus, as estreias de filmes polêmicos, as moças e moços que trabalham nas agências de telemarketing, as UPPs e uma série de outros assuntos estarão contemplados aqui, não da forma tradicional como sempre foram abordados, mas de uma maneira crítica, pendendo para o humor, para a reflexão e contando com o nosso entusiasmo: jovens querendo entender esse mundo que nos cercam de forma crítica e menos preconceituosa possível, por mais que a realidade insista em nos mostrar o contrário. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Senhor leitor, entre, leia e apareça! Seus comentários são muito importantes para o nosso crescimento e para&amp;nbsp;ajudar a melhorar a qualidade de nossos textos que está apenas no início.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2033866584952083513-8967309511882958721?l=otld.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://otld.blogspot.com/feeds/8967309511882958721/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2033866584952083513&amp;postID=8967309511882958721&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2033866584952083513/posts/default/8967309511882958721'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2033866584952083513/posts/default/8967309511882958721'/><link rel='alternate' type
